.posts recentes

. ...

. O beijo do amor

. O olhar fora da tela

. ...

. ...

. ...

. ...

. Na direção da luz

. Carta aberta a Deus

. ...

. ...

. ...

. O caminho que estamos a s...

. ...

. ...

. Gravar o teu nome em mim

. Detrás daquela porta

. Onde o silêncio

. Queria..

. À minha porta

.arquivos

. Agosto 2019

. Julho 2019

. Junho 2019

. Maio 2019

. Abril 2019

. Dezembro 2018

. Junho 2018

. Maio 2018

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Janeiro 2014

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Março 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

Sábado, 17 de Agosto de 2019

...

O porquê, no interesse que parecia dar

a palavra amor como certeza,

envelhece no esquecimento, de não entrarmos,

nos lábios que dizem segredos,

a andar só na verdade

como oportunidade de dar,

as lágrimas que não sabiam

o que esperemos,

na morada da vida,

que pensar o que deve ser a realidade,

ao que sabemos pensar porque não será,

na máscara de um beijo

que continuamos sem saber se damos,

ao que cuidaremos no sofrimento profundo,

na coincidência que é possível,

no momento que é um silêncio na ilusão,

à porta da dúvida como disfarce,

de ter vivido a descrença que levou as folhas secas,

ao corpo vestido de negro,

que se afasta da verdade

e espera por nós no medo.

publicado por antonioramalho às 11:16
link do post | favorito
Quinta-feira, 15 de Agosto de 2019

O beijo do amor

 

O que sonhou a minha alma,

que sabia que resulta,

à meia-noite que estará,

o que é possível, que tem mesmo de ser, felizes para sempre,

em meu coração que sabia que eras tu.

Nos teus gestos aprendi a viver,

para além da vida

pela tua imagem a paixão busquei,

porque o silêncio perdeu o medo, que pode ser encontrar,

no deserto para atravessar

o que é o querer, que vivemos para buscar,

o instante que é,

o beijo de amor,

na conversa que desperta em nós,

o que pensarmos combinar, ao espelho da minha vida

que deixei o paraíso para ser verdade,

na nossa história, que gostava de ser libertada para vencer,

o que é ver o amor de frente, na paixão que espera amar,

o que é o tempo e o desejo, que promete ser o que seja encontrar,

um final feliz que fosse aproximar,

a noite doce para buscar a luz, que se despe pelo caminho,

como amei a terra no meu desejo.

publicado por antonioramalho às 16:12
link do post | favorito
Quarta-feira, 14 de Agosto de 2019

O olhar fora da tela

 

O retrato do olhar fora da tela, encontra a poesia, que incorpora a tua beleza,

ao mesmo tempo que fala, sobre as sombras da sensualidade,

que podem ter a realidade.

São artefactos que associam a tradução, que parece escrever o poema,

que começa no acaso, anunciando o que dorme no amor,

na ilustração dos versos,

que rompem o retrato

na vida que rouba a poesia, que dizia escrever o que não poderíamos compreender, na poesia do contraste que é atravessada

na melancolia do amor.

publicado por antonioramalho às 15:36
link do post | favorito
Terça-feira, 13 de Agosto de 2019

...

O que vivemos,

na esperança a perguntar o que ensina o olhar,

de chegar em cada dia,

ao que oferece uma flor,

deixa o rasto

que pensamos, nos próprios passos

que o tempo apaga.

publicado por antonioramalho às 09:37
link do post | favorito
Domingo, 11 de Agosto de 2019

...

O coração que se abre

como o teu nome

na máscara na própria ausência,

sorri ao não ser, acender o caminho

no azul de estar,

para marcar a vida que promete trazer muito tempo,

no desencontro que perdeu

o que estava a admirar o que também direi,

no mar sob o sol onde estou,

como um vento que mora no verão

que constrói a fonte na luz longínqua,

em cada dia onde estamos,

na flor como liberdade,

que continua a ser

o que deixa ficar a minha vida

no horizonte que diremos ser.

publicado por antonioramalho às 10:27
link do post | favorito
Sexta-feira, 9 de Agosto de 2019

...

O espelho da solidão

que bebe o que digamos que é,

no passatempo de tanto espaço, torna-se sob o luar,

o que devora a noite,

à luz das velas que imaginam

o que precisa o tempo,

nas dúvidas vazias no olhar, buscando

os passos do silêncio que amavam o brilho perdido.

 

António Ramalho

publicado por antonioramalho às 21:50
link do post | favorito
Quinta-feira, 8 de Agosto de 2019

...

O absurdo do destino, na ideia desse sonho que parece impossível, entrega o indecifrável na realização da verdade, que passará no dia que se tornar um sonho iluminado que não é, na própria negação.

publicado por antonioramalho às 18:27
link do post | favorito
Terça-feira, 6 de Agosto de 2019

Na direção da luz

 

Pelo brilho da luz,

parecia navegar o anoitecer, no trajeto que mostrar

o que decifrou a máscara,

de sonhar quem era, que tivesse

a interpretação do céu estrelado,

olhando o meu poema

na história tentando encontrar

a imagem

de um dia que deixar,

procurando no teu corpo,

nas margens das sombras,

que tenham de olhar

o que será o céu noturno,

na cor intensa que tenta libertar o tempo.

O que pinta a luz na mágoa,

como um lugar ao sol que aparece na penumbra,

é a dança que atrai a pintura da alma,

ao sol que brilha escrevendo na água do mar,

o teu nome,

num amor que realçar a entrega do silêncio

aos degraus da beleza,

desenhando a tua imagem

que revela o mar que divide a verdade, pela luz ténue,

ao canto da sereia.

publicado por antonioramalho às 17:27
link do post | favorito
Domingo, 4 de Agosto de 2019

Carta aberta a Deus

 

A nossa vinda à terra significa um processo de evolução e de aperfeiçoamento contínuo, como ser humano.

A vida é muito curta. E o tempo passa demasiado rápido.

O que vemos ao olharmos o mundo e os homens? Corrupção, vigarices, maldades e, ausência de luz.

Qual é o sentido?

Que podemos ensinar aos mais novos, vendo estes exemplos?

Poderemos e deveremos ensinar o amor. Que o amor existe.

E que existe uma lei de retorno.

Se é que existe, porque demora tanto tempo a acontecer?

Porque passam impunes os homens maus?

A vida que existe é dura, complicada, com pouco destino entre os homens. Existirá um lugar onde a noite segue o dia, para que o sol possa iluminar outras pessoas?

Mas existe amor, certamente!

Mas existirão pessoas boas? Claro que sim.

Mas a vida, em si mesma, no seu significado profundo, tem um código. O código da vida é, essencialmente, assente em 3 pilares: IN, OUT e UP.

Mas, meu Deus, se me permites, o código da vida tem duas lacunas: Porque partem as crianças para o céu? Porque demora a lei do retorno a atuar?

Porquê? Porque partem as crianças para o céu?

Que aperfeiçoamento é esse?

Onde estiveres, viver e sentir a vida apenas, porquê?

Porque vence o mal?

Porque são os homens egoístas e superficiais?

Porque são os homens maus?

O que são os homens, sem saber a sua passividade, torna-se o momento que falta no seu carácter, na maneira de realizar o que é viver.

Entre flores, a escuridão não deixa de ser a escuridão!

A natureza da necessidade confunde-se na razão da ganância, que não ser um lugar na vida, mas ser o quotidiano, que afasta os sonhos.

Continuamos a caminhar…

Uns passos seguem-se a outros passos.

Definir a cor da vida nas cores do outono, não anuncia a verdade.

Entre nós e o mundo, a fantasia que alcança a paisagem, chama a cor que pode ser estar presente, para quem a cor do tijolo se torna azul.

Na inocência de uma criança, o fim que fica na sorte, a não entender o que revolta, que acreditava que ia ser, o que se cruza repentinamente com o céu.

Ser a luz no tempo de escuridão, do que seja o momento no instante, que não deixa de ser a fragilidade na inocência, na pureza como simplicidade, que está na alma e no coração.

Porquê? Porque partem as crianças para o céu?

Nos anos seguintes, as flores aparecerão sobre as rochas, por um nome que partiu, um rosto que surpreendeu na inocência, nos olhos de menino.

Direcionar a chuva que permanecerá, não esquecendo o lugar que está no espaço e no tempo, que tenha perdido a razão, como vai responder o cipreste alto e imponente, ao redor do qual nasceu mais uma flor.

O que escuta o coração, que não chega a entender a chamada, continua a caminhar para melhor unir o corpo e a alma.

O que irá aquecer o frio do inverno, que está a chegar?

Conseguir atravessar o tempo, onde a vida e a morte se entrelaçam, na infinidade das cores que tem a vida, que fosse conhecer o que se transforma, no tapete deixado pela ação dos homens.

São flores secas na estação do desgosto.

Mas, em cada folha seca esteve um dia uma flor.

Será mais uma luz em seu redor, no fascínio que exalta a vida, como se a vida fosse uma só cor.

publicado por antonioramalho às 15:35
link do post | favorito
Sábado, 3 de Agosto de 2019

...

A vida que é a alma na direção

que percorre,

aproxima de nós a atitude que está cansada,

que seria considerar

a diferença que daria viver em sonhos,

o que é sempre viver a vida a murmurar

                              o que não encontramos.

 

António Ramalho

publicado por antonioramalho às 20:52
link do post | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Agosto 2019

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.links

.Visitantes desde Junho de 2010