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Terça-feira, 14 de Julho de 2020

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O que nada sei

na mudança para construir

é a certeza que imaginar o que fazer,

através do tempo que começar,

na ponte que estivesse

onde faz sentir o momento

que revela a luz que está a passar.

 

Sem saber o que acontecer,

sei na diferença o que explicar,

que aceitar a palavra ao vento,

no coração que significa o que deve ter o desafio

que poderia tocar o que o tempo deixar.

 

Para descobrir

o que não quero deixar passar,

poderia ter o caminho,

no limite do que pareça

não quer perder nada

na razão que tem o amor,

que abriu demasiado a porta para chegar

ao que não há mais nada,

a viajar no momento que pode ser cantar

o que deve ser

o quê e o porquê,

que buscar o que parece a vida,

que é querer ser

a maneira que parecer viver,

o que conhecer a vida que dizer ser

o querer,

a felicidade que não sei o que é talvez,

o que seguir o que é encontrar

o coração a que responder.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 10:30
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...

De ti,

está o amor que mais,

que pensa o que revelar

a felicidade na fantasia,

para pedir a verdade.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Domingo, 5 de Julho de 2020

As nossas mãos

 

A ternura que tocaram,

as nossas mãos no sentido do crepúsculo,

sentem por entre a luz,

o que não está sozinho no encanto,

que faltam em ver,

os olhos em querer

abrir a porta

ao fogo que se aproximar,

o que sabe a fantasia ao teu lado.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Sábado, 27 de Junho de 2020

Quero tocar-te

 

 

Quero tocar-te o corpo, a alma e o coração.

Quero entrar em ti, ser o querer, o pensamento e a voz.

Quero ser teu eternamente.

Quero ter-te na chave que disser perceber, a mudança da lua, ao sol que ouvir a ansiedade.

Quero ser a melodia que dirá tocar o teu caminho, no amor que é vencer,

ao coração como desejar o que é agradecer o caminho de te encontrar, para sorrir ao que era conseguir.

Quero ser o teu sentir, o teu viver, o teu respirar.

Quero ser a tua atenção, na tração que conseguir não deixar de pensar em ti.

Quero perguntar ao vento a inquietação que me assiste ao acordar no olhar, que pensava como estaria.

Quero esperar por ti,.

Pensar na expressão que voltar a olhar, de ser o que precisava de estar, o que poderia ser, o que tinha de ser.

Quero estar ao teu lado a olhar o pôr-do-sol, como estava o que era essencial, no beijo interminável que contar o nosso abraço que sentir.

Quero deixar o que lembrar, de ser teu na esperança de ser.

Quero oferecer a minha vida na satisfação de dizer que te amo.

Quero ser a chama que partilha, o calor que tivera sem cessar.

Quero estar no teu lugar, ser teu onde não há o que faltar.

Dizer que te amo até ao amanhecer que abraçar os corpos no sussurro, e agradecer o que disse o amor.

Quero continuar a olhar-te no tempo que vive em nós, que entender alguém ao luar, onde estava o que parecemos sonhar, que gostar de ti é acrescentar o que gritar a diferença, na diferença que é amar-te.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Quarta-feira, 24 de Junho de 2020

...

No teu corpo que tocar,

deslizo a minha mão por ti,

quanto é desejar

o tempo que corre a lembrar,

a ternura

na intensidade que é,

o suficiente que tocar

o amor sem limites,

ao teu corpo em mim que desafiar.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Terça-feira, 23 de Junho de 2020

...

Entre lágrimas no olhar,

os meus versos

escreverão amor em cada momento,

que sentir o que viviam os teus passos

em mim,

querendo falar a dor

de estar longe perto de ti.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 08:53
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Sexta-feira, 19 de Junho de 2020

...

De ter as flores que não te dei,

na janela que está

ao tempo que parece dizer

que fica na semente do caminho,

o que é o amor

de ser a verdade que é,

onde não sei o que tem

a mensagem no desejo,

espera o papel de querer

o sonho que és,

no lugar de mim que é começar,

o que tenha a espera que estar

ao que pensa o momento receber,

na razão que tem

a vida que não pensa,

onde o silêncio está sempre a dizer

o que sentir,

que diria que veja

o amanhã

na entrega que olha o nada.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Domingo, 7 de Junho de 2020

...

Pegar na tua mão

e deixar erguer a vontade,

suspirando

o que queremos,

ao significado de uma vida

que chama o caminho no coração,

que seja o segredo em que estamos,

ao que temos de conseguir

o que procurarmos ser,

que se tornar o que estamos

a aprender,

no próprio destino

que somos a fronteira,

correndo

no significado que será

pela noite dentro,

a conquista que conduz

à magia de ser,

na busca da liberdade

ao momento que abraçar

o que diga ter o caminho,

que levarmos o que aprendermos,

sentindo que estamos

a viver em direção à luz.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Quinta-feira, 4 de Junho de 2020

...

Não chores mais lágrimas

que à porta da minha vida chorei,

de tanto dizer amar-te,

de ser a chuva que cai

ao encontro do sol,

que só preciso do teu amor

para ser feliz.

 

O tempo que deixou partir a dor,

diz que é o tempo de ser,

e de te amar

é dizer ao caminho do meu coração,

o que são traços no abraço

na canção são os teus braços.

 

Ao pôr-do-sol cheguei,

de te amar

o que nunca diria,

quem és,

ao dia que não tem fim,

na voz do amor

ao tempo que não esqueci.

 

Não chores mais lágrimas,

que a chuva de tanto amar,

é a vontade que faz o prazer

de ter-te no paraíso.

 

Tudo o que eu quero

és tu,

de te amar

à chama que percorrer

a chave que percorrer

o lugar que busca o amor,

onde estás

o que disse o tempo ter.

 

Tudo o que eu quero

é amar-te,

ao coração que espera eternamente

sentir o significado de ti.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 08:24
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Segunda-feira, 25 de Maio de 2020

...

Sou teu

Na vontade que a vida é,

esperando o que pensar,

que aproveitar o que é dar,

querendo ser o tempo de ser capaz,

na certeza de estar

ao que definem as emoções,

porquê amor?

que não te consigo esquecer,

no essencial da intenção

como caminho das palavras.

 

A chuva no limite dos teus passos,

dá para te dizer

onde estou,

por perto

na distração que toca uma música,

ao ouvir o teu nome,

para perceber

tudo de mim

no começo que te dou.

 

Na tua silhueta

as curvas da sensualidade,

que começa de ser

o que procura a vida

na imaginação,

a querer ser

o que mostra o meu coração,

de ser o amor

a dizer querer dar.

 

Tudo de mim,

no valor de ti em mim,

que o tempo encontrou em mim 

o que na vida é dar.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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