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Terça-feira, 18 de Fevereiro de 2020

O que somos na vontade

 

Pensar o que seremos,

ao sol que tentar

o que confia nos dias,

a tristeza no amor a dizer ser,

o que não entender o que é querer,

de alguém que amamos,

onde não existe para sonhar

esse alguém que amamos, o que não fizemos,

os passos que confiam o que tentar,

como queremos

o que é o momento, que decidir o que não voltar,

o coração para acordar

um prazer que rasgar o céu, que seja sorrir

que é viver

o que esquece,

o tempo que abraçar na rua, os olhares que passam na diferença,

a imaginação como lugar

na expressão a quem diz a poesia

que é viver

o que diz cantar,

que seja sorrir na saudade.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Domingo, 16 de Fevereiro de 2020

...

Porque é, o que não é porque, não sinta de nós o contrário que foi, como aconteceu na paixão a verdade que é, será o que pensar, que não saiba o que disser que te amo.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Sábado, 15 de Fevereiro de 2020

Construir para amar

 

O que tenha um coração, que se une ao nome que refletir a vida, sorri ao gesto que se tornou a esperança, na resposta que guardar o sorriso que tem a bondade.

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Domingo, 9 de Fevereiro de 2020

...

Diz que é, o hoje que vive no sol, de o ter, que nunca tivera, para amar o que criou, que deixou na cruz, o segredo de saber o que fosse o Universo, que vivemos juntos, a tentar chegar à ponte.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Sábado, 8 de Fevereiro de 2020

...

A espera que fez um desejo na distância que usar o céu, encontra o que viver nos sonhos que tocarem o que abre a porta ao parecer, porque é o tempo na chave que tentar entregar o significado que volta a ter.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 17:27
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...

O que não é o pensamento a quem falou, sobre o que é o nada, que nada cresce nas teias dos dias que não são, sente o rasto na sombra da chave que perdemos.

publicado por antonioramalho às 11:38
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O tempo suficiente

 

Para onde vamos,

o que estamos à procura,

a presença que esconde o tempo,

o que tem de ver o disfarce,

que evitar ser a mudança,

de chamar o que há,

o tempo que traz o que faz,

de voltar noutra altura, a querer ser o que altera o que sabemos,

que aguarda de ficar, até terminarmos,

o que não temos,

que pode mudar a sua aparência,

a pensar que é

a tendência que aprecia

traçar sozinho o caminho que saber deixar o momento,

que parece gostar o que esteja,

a história que contar

esquecer o que continua,

que foi todos os dias folhear

o que não entenda, porque era

tornar o que sentir,

é esperar um rasto que conheça

o que não quer conhecer,

de perder a presença que é.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

 

publicado por antonioramalho às 11:32
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Domingo, 2 de Fevereiro de 2020

Amar-te

 

O presente de ser

o percurso que lembrar o segredo

de ninguém, em verso que é ser

o olhar que chorar o que fosse a intenção,

escrita em mim,

é dar-te a chave que nunca devia ter

a estrela da noite, que traça no luar o que estou a pensar,

onde o silêncio tem o tempo que acabou,

que não quero escapar num sorriso que não faça,

à luz de quem passa,

que ia conseguir a forma de mim,

a querer dançar

o que enfrentar o que souber,

que é o segredo de fazer o que sabemos

o que não parece, que vai ter

o querer em ti,

para sempre,

a querer dançar na sombra que diz o porquê

da cor, que sabe o porquê da luz,

em direção ao coração que chama por alguém.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

 

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Segunda-feira, 27 de Janeiro de 2020

À janela... juntos

 

Como a ternura

que sonhei, o silêncio espera o ser

porque foi realmente o instante,

como uma lágrima a tentar o horizonte

sobre a minha excitação,

o que sonhei

na ausência do destino,

ao mar noturno nos meus sonhos

o que era uma noite no mar,

para além do disfarce,

a primavera na espera, porque o meu desejo

voltou para buscar a sombra

dizendo caminhar,

ao que disse

ter perdido o tempo que não vivi,

esperanças e sonhos,

o tempo dizendo a minha imagem

ao espelho indefinido, que vagueia pela noite

porque era o deserto sobre um nome,

porque faz

não ser ninguém,

para ver a verdade que sabemos que não era,

que me esqueci que havia.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Sexta-feira, 24 de Janeiro de 2020

O nada e o muito

Ver o que era,

na atração de ver

o que sorriu à janela,

tinha o silêncio no encanto, que ficar naquele momento

o que gostava de alguém,

à chuva que disfarçar

o que nunca perdera no desejo,

que sentia ser de alguém,

o amor que suponha o nada ou o muito,

a ver o que era,

o que não era a questão

que tinha o que não estivesse

a querer dizer estar, a verdade que se transformou

ao que não era apenas continuar

o que não conseguia procurar

o que libertava a escuridão,

que pensou o nada sem dizer,

os degraus onde procurou

o que entendia acontecer, que subir naquelas palavras

que estavam a ser o significado,

nos degraus que deixou acontecer,

o que pensar sem dizer

o nada que não sabia entender.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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