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Domingo, 4 de Agosto de 2019

Carta aberta a Deus

 

A nossa vinda à terra significa um processo de evolução e de aperfeiçoamento contínuo, como ser humano.

A vida é muito curta. E o tempo passa demasiado rápido.

O que vemos ao olharmos o mundo e os homens? Corrupção, vigarices, maldades e, ausência de luz.

Qual é o sentido?

Que podemos ensinar aos mais novos, vendo estes exemplos?

Poderemos e deveremos ensinar o amor. Que o amor existe.

E que existe uma lei de retorno.

Se é que existe, porque demora tanto tempo a acontecer?

Porque passam impunes os homens maus?

A vida que existe é dura, complicada, com pouco destino entre os homens. Existirá um lugar onde a noite segue o dia, para que o sol possa iluminar outras pessoas?

Mas existe amor, certamente!

Mas existirão pessoas boas? Claro que sim.

Mas a vida, em si mesma, no seu significado profundo, tem um código. O código da vida é, essencialmente, assente em 3 pilares: IN, OUT e UP.

Mas, meu Deus, se me permites, o código da vida tem duas lacunas: Porque partem as crianças para o céu? Porque demora a lei do retorno a atuar?

Porquê? Porque partem as crianças para o céu?

Que aperfeiçoamento é esse?

Onde estiveres, viver e sentir a vida apenas, porquê?

Porque vence o mal?

Porque são os homens egoístas e superficiais?

Porque são os homens maus?

O que são os homens, sem saber a sua passividade, torna-se o momento que falta no seu carácter, na maneira de realizar o que é viver.

Entre flores, a escuridão não deixa de ser a escuridão!

A natureza da necessidade confunde-se na razão da ganância, que não ser um lugar na vida, mas ser o quotidiano, que afasta os sonhos.

Continuamos a caminhar…

Uns passos seguem-se a outros passos.

Definir a cor da vida nas cores do outono, não anuncia a verdade.

Entre nós e o mundo, a fantasia que alcança a paisagem, chama a cor que pode ser estar presente, para quem a cor do tijolo se torna azul.

Na inocência de uma criança, o fim que fica na sorte, a não entender o que revolta, que acreditava que ia ser, o que se cruza repentinamente com o céu.

Ser a luz no tempo de escuridão, do que seja o momento no instante, que não deixa de ser a fragilidade na inocência, na pureza como simplicidade, que está na alma e no coração.

Porquê? Porque partem as crianças para o céu?

Nos anos seguintes, as flores aparecerão sobre as rochas, por um nome que partiu, um rosto que surpreendeu na inocência, nos olhos de menino.

Direcionar a chuva que permanecerá, não esquecendo o lugar que está no espaço e no tempo, que tenha perdido a razão, como vai responder o cipreste alto e imponente, ao redor do qual nasceu mais uma flor.

O que escuta o coração, que não chega a entender a chamada, continua a caminhar para melhor unir o corpo e a alma.

O que irá aquecer o frio do inverno, que está a chegar?

Conseguir atravessar o tempo, onde a vida e a morte se entrelaçam, na infinidade das cores que tem a vida, que fosse conhecer o que se transforma, no tapete deixado pela ação dos homens.

São flores secas na estação do desgosto.

Mas, em cada folha seca esteve um dia uma flor.

Será mais uma luz em seu redor, no fascínio que exalta a vida, como se a vida fosse uma só cor.

publicado por antonioramalho às 15:35
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Quinta-feira, 1 de Agosto de 2019

...

O portão que tem uma falha,

por onde falam os desejos ,

tem a raiz na contradição

que acena,

ao que cabe num coração.

publicado por antonioramalho às 16:47
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Quarta-feira, 31 de Julho de 2019

...

De estar no teu corpo

escondido do céu, de todos os ventos

traçando a direção da chuva,

chamo o que se perde como pedras,

que compõem o que sou,

para além da estrada, que não passa do meu ser,

que sou o infinito do meu coração

em ti.

publicado por antonioramalho às 15:48
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O caminho que estamos a seguir

 

O tempo na oportunidade,

no momento como tentar parar o sol como teatro,,

que deixámos o que falava o eu, que não ouça

só de imaginar o mar que se desloca,

que fica a viver

o que quiser o pensamento,

no vazio que tenha o desfolhar, na sensação do agora,

através da realidade que se transforma, ao que responder à questão de quem somos,

sentados à janela

para podermos compreender,

o que nos permita o propósito

sobre a resiliência que é

quem escreverá a história da nossa alma,

na vida que muda

quando passará o coração, que continua a ser difícil olhar a vida,

no sol que brilha ao acordar, como alguma verdade

no despontar da verdade como caminho,

que é a paixão na inspiração, até conseguirmos encontrar

o que irá ser a nossa realidade.

publicado por antonioramalho às 09:14
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Terça-feira, 30 de Julho de 2019

...

O que pensaria que podia ter,

em pensar

na direção certa da tua janela,

que fechar os olhos

ao que digamos que foi, o que levou o sonho,

como pensar em razões,

quando penso que era só

o que disse que sabia, que não dirá ver o sol fechar as cortinas,

ao que pensar no sentido,

que é olhar por não saber,

o que é saber o que viver

sem pensar em ti,

por não saber o que é olhar,

que disse que não tinha, o que afinal tinha,

o caminho que houver, que sabia quem tinha,

o que não entendo,

de quem será a espera,

que pensar ver o sentido

na direção do meu olhar, que é a vida de um poeta,

de estar nu, no meu ser que se despe ao adormecer

e sente o teu corpo.

publicado por antonioramalho às 10:14
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Domingo, 28 de Julho de 2019

Gravar o teu nome em mim

 

O que interrogou

o meu coração, entre o céu e a terra,

nas mesmas palavras

que dançaram para ti,

chegou na construção do que parecia estar

na correspondência que é,

sentir a diferença

que é continuar no teu olhar,

que se abriu num sorriso

que desenhou,

ao conhecer a minha mão

a gravar o teu nome no meu ser.

publicado por antonioramalho às 16:29
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Detrás daquela porta

 

 

No seu olhar que disfarçou,

descobrir o que era,

o que não era somente o sol poente,

tinha realmente

o que poderá estar escondido,

no mar que permanece diferente

ao que hesitou o lugar, nos seus lábios

a cruzar a respiração,

onde se encontra o mistério,

a sentir aquele olhar escondido

detrás daquela porta,

porque havia um tempo a tentar encontrar,

no significado que é sempre

o que havia sido,

o nome que encontrou o seu coração.

publicado por antonioramalho às 11:50
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Sábado, 27 de Julho de 2019

Onde o silêncio

 

Onde o silêncio espera a solidão,

que se cruza no vazio

em vão,

olha

            o que possa ser a alma dispersa,

no mar que cantava às ondas,

que estavam na areia para ti.

publicado por antonioramalho às 17:23
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Sexta-feira, 26 de Julho de 2019

Queria..

 

 

Queria uma manhã cheia de sol,

por uma escada até ao céu,

           que pensei que seria mais um dia.

Queria abrir uma passagem nas dúvidas que nos envolvem.

Queria acreditar que houvesse um momento

de ficar sem palavras a olhar o céu.

Queria tornar-se os passos a seguir

no significado suficiente que estava no tempo que não poderá explicar

o momento como medo.

Queria o absurdo de querer

o que sabíamos o que esperávamos,

que tivesse acontecido, quando ficou o que não entendemos,

que descemos a escada do impossível.

Não queria ouvir chorar naquele momento,

no caminho que não abraçámos,

na carta não entregue que falava de amor

em teu nome, porque havia o que sentir

por nada

que atrai o tempo.

publicado por antonioramalho às 11:49
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Quarta-feira, 24 de Julho de 2019

À minha porta

 

Será um brilho que haverá?

Será o meu corpo entre o mar e o céu?

Sobre o mar que receber

o que arde na vidraça do meu olhar,

                            no poente em cada flor

como caminho, ao teu encontro

              que pedi para dançar,

à beira do que seremos,

 que é o teu corpo que oferece as nuvens,

com um beijo

que vier no infinito dos teus gestos,

a mergulhar na perspectiva de ter um nome,

                                                         em mim, eternamente perdido

o que sinta passar nas tuas palavras,

no esplendor que veja no sonho,

que buscar

a nossa vida que seguir em imagens,

                            porque a luz suspende

                            o que viver e que sonhamos,

no azul do mar que julga viver no horizonte, embriagado de amor,

que era viver no teu abraço, a tornar-se o fruto na flor.

publicado por antonioramalho às 17:32
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