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Sexta-feira, 13 de Abril de 2018

LIVRO DE POESIA

K_ARfrente.jpg

 

Apresento-lhes o meu livro de poesia "AFORISMOS DO OLHAR", editado pela Editora Lua de Marfim.

Encomendas: luademarfimeditora@gmail.com

Link:
htt:/catalogoluademarfim.blogspot.pt/2018/03/aforismos-do-olhar-antonio-ramalho.html

 

 

SINOPSE

A questão a ver no aforismo

que estava no olhar,
disse ao silêncio o que sou,

no possível que fazemos,
que será o que descreve o que não era,

que tinha a encenação 
a encontrar no que adivinha,

o que não é verdade.


O que poderia ter o coração

que prossegue a adivinha a descrever,

na escolha da vida que permite transformar o olhar 
na maneira de lidar,

num lugar da verdade,

que não dizíamos porquê, 
na manhã que não há

na razão.

publicado por antonioramalho às 18:51
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Quinta-feira, 12 de Abril de 2018

Amor verdadeiro, realidade ou ilusão?

Onde está o amor verdadeiro?

É real?

O efeito que diria o esforço

no fogo

dos momentos

que se convertem no tempo,

são a maneira no lugar

onde emerge o dia-a-dia,

no sentimento que transfere o desejo

e escreve

por nós próprios.

Será uma perceção?

Como se se tratasse

do que permanece em si mesmo,

a música que passou

e chegou ao exterior

e descreveu o que deve ser

uma reflexão.

Aproximando o céu,

aceitaremos

o caminho que nos aperta

a fazer para si,

o nada que se torna fogo.

Será uma imagem?

Falar de falar,

ou sentir por si só,

no exterior,

onde está o que parece.

Será o que deve ser o interior?

O que significa para si,

na consciência que deve ser

o que é suficiente,

não alcança o coração,

que quer fazer

o que aceitará como parte de si mesma,

perto da liberdade

onde o lugar se esforça

por conseguir a luz.

Paixão?

Perante o infinito,

o poder do amor

em saber

a ligação do próprio coração

com a vida.

Chamar a vida,

na presença sem pensar,

fala o nosso dia

no caminho incessante,

através do que nos foi dado

na sintonia que fica no êxtase.

Para voltar ao que é

o aspeto na união,

a fórmula da palavra

que se aplica aos confins do coração,

ficam na chama,

que afronta

o porque é,

porque estás,

à espera,

como ardência que se apresenta,

quando a sua atenção

é uma constante no silêncio,

que tantas vezes aconteceu,

no que permitimos,

a descobrirmos

a manhã que verá o amor.

Nas suas imperfeições,

na sua procura,

a luz que seja a separação,

não compreende o que disse o dia,

acreditando

passo a passo,

onde chega o que permanece no centro,

que não é a meta,

sem amor.

Onde está o que não podemos

contemplar?

O caminho necessário

confirma o interior,

que se torna intenso

em tudo o que não é,

enquanto a energia

nos nossos corações

se converte em prisão.

A rede que se torna luz,

nas poucas palavras,

que parecerá ser

o que significa a busca da perfeição.

publicado por antonioramalho às 20:02
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Quarta-feira, 11 de Abril de 2018

O que aprendi no teu corpo

O que sabe estar na vontade,

que faz o que se estende

no teu corpo,

no sentimento por dizer,

a cor que tem o meu coração,

nas palavras que deviam ser

o que imagina o amor,

na resposta a ser

o que espera a imaginação.

O que sabe alcançar

a ousadia na virtude que tem

o teu nome em mim,

na luz que entrega

o desvario sem descanso,

no interesse porque tinha,

o que pensasse o que é

o objectivo na esperança.

O que sente a ventura

no vento que sente

o ser,

que fosse a razão,

no coração

que deixa o desejo nas palavras

que escondem a beleza,

no segredo

de te amar.

O silêncio do teu corpo,

que chama o vento

na luz

que escapa ao pensamento,

entrega o canto da figura,

que viu o que seja o céu

na alma do mar

chamando o teu nome.

publicado por antonioramalho às 14:44
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Terça-feira, 10 de Abril de 2018

A direção da oportunidade

Permanecer

na tentação

a procurar o que é

o que deixa a razão,

porque foi

a palavra de quem quer

o entusiasmo no caminho,

que semeia o que somos,

na chama que tem

o que é o amor,

como fruto

do sentido de um desejo

que escolhe o teu coração.

Em nós,

ser a tua natureza

em mim,

na essencial da própria vida,

que disse chamar

por amor,

o significado que oferece

o horizonte nos limites

que esperam a mudança por nós,

que diga ser

o que constrói

o que nos pertence,

ao que encontra

a força da chama,

na plenitude de um tempo,

no desejo de ser,

porque é

o que sente o amor

nas palavras

do que somos.

Permitir ao Sol

os momentos

que parecem o nome

a dizer o propósito,

que pensa estar

na imagem

que podia ser,

o que pensa ter em nós,

a busca que permite sonhar,

o que disse

interpretar as estrelas

que gostam de preencher

a realidade

que preferíamos viver.

publicado por antonioramalho às 14:29
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Sábado, 7 de Abril de 2018

Vai viver o teu sonho

O que se chama haver ,

que sabe onde quer ir,

respondeu ao que ficou sem palavras,

ao teu lado

que entrou a lembrar que estava por mostrar,

o que não estava,

na realidade que distingue

o que vai ficar a recordar

o que estivesse a perceber.

Como deve ser

o que podemos fazer

quando apresenta o que pode ter,

o que sentira evidente,

que estava a fazer

na realidade que devia ter

o encontro que acredita poder,

para ser o que sabe que diz.

O que sentirei a falta

da realidade que estava no que devia ter.

que marca o que sejamos,

para ter o que não ser,

no encontro interior.

Aonde quer que vás,

eu quero ir contigo,

no que não precisamos,

que não queríamos,

porque pensei que não me querias,

na tua vida,

no tempo da certeza que tenha saudades

de nós,

de pensar em ti,

segundo o nome que era o que aconteceu

e que disse tudo.

O que nunca poderei substituir,

nas consequências da verdade,

na diferença como medida,

que cresce no sentimento,

que foi o que parece ter,

que apresenta onde crescemos

para ser o momento

debaixo do amor,

na esperança que confessa,

a chama que percebeu

porque parece o que cantou,

por um motivo,

de também ter

e de também ser,

como árvores que não podem esperar,

para serem a vida,

no tempo que nos levará,

quando falar o que não fizemos.

publicado por antonioramalho às 09:16
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Domingo, 25 de Março de 2018

Para sonhar, nos teus braços

O que chegasse

no céu que diz que é,

que não é difícil perceber

em alguém,

que podia ser

como é

o que foi,

que não pode mudar

o meu coração,

quando estás nos meus braços,

sem palavras,

na esperança que é,

o azul

que confia no céu,

igual ao silêncio

sobre o horizonte,

que quero pedir

no meu amor.

Para longe,

onde não há

a cor que não percebe a espera,

como é

o que entende o sentido

dos dias a pensar,

na imaginação que dança

no desejo interrompido,

onde o mar inventa as lágrimas,

que se dissolvem

nos caminhos a querer dizer,

os instantes que gastam o vazio.

Na minha vida,

para sonhar

o não ser que é ser,

nos teus braços

confessa brilhar nos gestos

que chamam um dia

quando o ser no vento

sem saber,

desfaz a imagem que inventei

na paisagem de areia

entre nós,

que foi desenhar o teu nome

pela minha mão,

no significado

que entende o que sustenta

o amor,

na verdade que vai procurar as respostas,

a perceber

a forma sobre as ondas do mar,

que constroem

os meus gestos

de ser,

na delícia do que prolonga

o céu,

como tal,

que não consigo deixar de pensar.

publicado por antonioramalho às 23:12
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Sábado, 24 de Março de 2018

Querer ser o que sentes profundamente

Querer ser

o que sentes

profundamente, ergue o sol

que não resiste

aos teus lábios,

que acentuam o que desconhece o olhar.

A forma que será

o papel

no seu ritmo,

que parece conhecer

o entusiasmo,

pode ir dizer

o que parece chegar

na chama da verdade

a ajudar

o que oferece o tempo,

que precisa de descrever

o teu corpo.

No teu rosto,

a vantagem de ser

o que parece impossível,

é a razão de si próprio

que nos pode dar o que temos,

como se tivesse

o lugar que ocorre na porta da manhã,

a acordar

a expressão que diga

apenas o que procuro.

Através da sombra que aconteceu

a servir o interior,

que conhecia o que beija

a noite que devíamos ter,

no olhar que parece ter

o que seja

o mergulho no abraço,

no caminho que importa

à espera

do que repete

o que tenha um passo,

do que espera servir

o que devia ter,

no rosto de alguém

que abre a janela do silêncio.

publicado por antonioramalho às 17:54
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O mar de alguém

Nas linhas que lembram

como era

o mar de alguém,

no meu sonho,

gostava

do que iluminava

o nada,

que amanheceu na explicação

que é o céu.

O teu corpo

que parece ser

o que continuará

na porta de passagem

do entusiasmo,

está nas saudades

que passarão

ao que fica

e haverá,

na estação que for

o segredo que floresce

no instante

a pensar a verdade,

que acharia a certeza,

na luz que oferece

o meu beijo

a buscar a paisagem

que mergulha

no horizonte

como o teu corpo,

que parece o infinito

no que eu quero.

A perspetiva de um caminho

que não tem fim,

de quem sabe o significado

em ti

de ter um tempo no beijo

que seja o teu nome

a brilhar

como vento a passar,

por te tocar

na perfeição que envolve

o que traçamos na vida,

exalando amor em cada imagem,

como palavras

que fazem a sombra na encruzilhada

que vive na aurora

do que somos,

abraçando o horizonte

como a força

da harmonia

chamando

o que possa eu ser,

no destino

que é a presença do céu,

no sol que volta a saber

o silêncio

que reflete

o teu gesto no meu olhar.

publicado por antonioramalho às 17:25
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Quinta-feira, 22 de Março de 2018

Chamar o vento que não acreditou

O que devia ver

como proximidade

para o desejo,

a pensar a diferença,

pode ser a verdade,

na discrição entrelaçada

que estava nos pormenores

que foram a verdade

que conseguiu ficar

no risco da distância.

Caminhar em ti,

para saber

o que também é,

por terem a êxtase

ao ritmo do horizonte,

no âmbito alargado

que veja descer o sol no dia

que permite oferecer

a nostalgia

nos gestos que oferecem

a plenitude

do outono,

em cada significado.

Olhar para ti,

em cada silêncio,

mostra o que chamava

o vento que não acreditou

que a musica tocasse

para alguém,

no canto do sol

que foi um instante

que passa incerto

no coração ausente.

No seu fundo,

que indica o que pode haver,

no infinito do olhar,

as palavras enchem a voz

na raiz de ter

a marca que era,

a forma do crepúsculo

a rasgar a paisagem.

O cesto sem esperança

na solidão

que apaga

cada imagem,

na noite em si,

alarga o infinito

em cada gesto sem valor

que sabia sem ti.

No impulso do eco,

no sucesso que dizia

a continuação

do que não queria,

o canto da sua vida,

a amanhecer no silêncio dos dias.

O caminhar gasto

entre o segredo

que sempre foi

o que tenha,

dança no impulso de cada flor

que percorre

a sua presença,

a esquecer

a frescura

interminável do florir.

publicado por antonioramalho às 10:13
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Segunda-feira, 19 de Março de 2018

O que não quer chegar

O que não tenha ninguém,

que estava a perecer,

o que sei que não sei,

seja o que for,

está a parecer o que disse que foi

surpreender,

o que não era de nós.

O caminho sem olhar

a pausa

que nunca devia ter

o tempo de voltar a ser,

desapareceu

a tentar encontrar

o que parecia ser o sentido.

As formas para ver

o que voltamos a pensar,

desfrutam

do que poderia ser

o que parece que tinham

a esperança

que viu

o que fosse buscar

a necessidade que tinha,

porque é

o que iria ser.

A doçura de nós,

sem dizer uma palavra,

enquanto possa dizer a timidez,

tinha sido o que não havia

a fazer,

como não era verdade.

O momento a olhar,

por não ver,

o que caía,

que tinha sido,

o momento que mudava

o que tinha a sua vida,

que despia os passos,

do que tinha sido

o que estava na verdade.

publicado por antonioramalho às 13:29
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