.posts recentes

. A palavra como semente (1...

. ...

. ...

. Uma janela. Uma porta

. As carícias da noite

. Tentar o que amar

. ...

. Desejo-te tanto

. O poente que tivesse

. Naquele papel que te dei

. Carta aberta a Deus

. ...

. ...

. O caminho que estamos a s...

. ...

. Gravar o teu nome em mim

. Detrás daquela porta

. Onde o silêncio

. Queria..

. À minha porta

.arquivos

. Julho 2020

. Junho 2020

. Maio 2020

. Abril 2020

. Março 2020

. Fevereiro 2020

. Janeiro 2020

. Dezembro 2019

. Novembro 2019

. Outubro 2019

. Setembro 2019

. Agosto 2019

. Julho 2019

. Junho 2019

. Maio 2019

. Abril 2019

. Dezembro 2018

. Junho 2018

. Maio 2018

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Janeiro 2014

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Março 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

Segunda-feira, 20 de Abril de 2020

A palavra como semente (12)

 

 

As palavras no essencial, nas roupas que entregaram, perdoaram na cruz as pessoas que o maltrataram.

O sinal profundo que era o entendimento, porque esperava que viesse, era a ocupação do caminho, que queria que a sua dor terminasse.

 

O que significa o contexto na diferença de alguém, que sentiu o que não devia sentir, não mudando o que consumou a sua morte, que se converteu num engano que legou.

Negar o momento que era ser o seu Filho, na terra que deixou o que estava, era a verdade demasiado tarde na esperança.

 

Acabar com o sofrimento, na Pascoa que foi, era a oportunidade de dizer a verdade, no seu corpo para tirar à pressa, que partir em conhecer o que soube a identidade.

Descobrir o responsável pela morte, no corpo que pedia para ser a verdade, teve a missão que sentia a responsabilidade, como um pedido que permitisse o que sabia que era, o que não queria, na verdade.

 

O querer que chamava o que veio dar, persistiu como algo na sua bondade, tirando o corpo da imagem, que era aquela cruz.

Acariciando o corpo nos seus braços, que mal começaram o que acabou, Maria sentiu o desgosto que sabia perto.

 

Nos seus braços o amor, porque houve quem fornecesse o lençol, na dúvida do outro lado.

O corpo na mortalha sobre o cálice que foi difícil ver, seguiu o que foi um dia, à espera da homenagem.

 

O mundo teria de esperar o que estava escondido, no destino que era seguir em frente, após a mágoa e a dor.

A perda que esperava ser, descobriu o que ver, no respeito que estava para ser aberto, ao momento que não estava.

 

O vazio no tumulo como verdade, era o porquê que deixou o que não era.

O que partiu, no chorar profundo a chamar, viu os mensageiros no significado de Deus, como uma obra que pusesse a sua voz, na tristeza que reconheceu.

Ressuscitar a verdade na sua palavra que tocar, chamava Deus, na descoberta que sempre era ser.

 

A verdade que voltou ao presente, seria Deus no que se tornava o que acreditar.

A notícia que partilhava na chamada, tornou-se o encontro da ressurreição, que nos encontrou no seu testemunho, porque sentimos a tristeza.

 

A mesma maneira na dúvida que afastava a noite, ia ser o cruzar que ocupava o pensamento que sabia, na verdadeira lição sem saber.

Sentindo não ter medo, porque confiava em Deus, sabia o caminho para onde ia, o que não passava de ser o que não tinha.

 

Correndo o que precisava, que era o seu corpo, escolheu as palavras no seu sangue.

Continuar a ser aonde conseguiu chegar, no espírito aberto que fosse indagar, a ideia para preencher o que tinha de ser, como um ideal.

 

O lugar que tivesse como propósito do que ficava de nós, agradecia o que procurara encontrar, afagando a sua existência na eternidade, em que acordara.

O que permitiu ter, onde estava o que sabia estar, podia seguir o que existia, a querer seduzir o que podia ser a razão.

 

O que chamou o sinal do desejo, que desejou acordar o mundo na sua vontade, era a vida como era lembrar, o que não sabia no seu corpo, pelo caminho a que chegara.

Percebendo a espera, a sombra do desconhecido tentava evitar o que estava ao vento, que não sabia existir.

 

A paz que dizia o seu nome, que ninguém apareceu à porta, era o tempo na ajuda, como decisão do querer a nossa liberdade.

O que era o porquê que esperamos, para conhecermos o objetivo.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 18:01
link do post | favorito
Quarta-feira, 15 de Abril de 2020

...

Para visitar o coração

Que era a fronteira do conto,

na lenda perdida que era

a história que encontrou

o que tentou alcançar o desejo,

quando chegar o que nós temos,

na lenda que esperava o dia.

 

O que levasse as dúvidas

de encontrar aquele coração,

caminhei na outra direção

para onde apontava a seta,

o símbolo que seria onde comecei

o que é querer ser

para pensar o que aprender,

que vou continuar a andar.

 

Na história que explica

a perfeição

na forma que traça o caminho,

desvio a atenção no prazer,

que o prazer era viver no caminho.

 

O que parecia real,

ao real que procurava o desejo

disse ser o que era preciso decidir,

que encontrar a casa a dizer coração.

 

O desafio que era alcançar

aquela casa

que condizia com a lenda,

descrevia a entrada,

ao olhar que conseguia ver o céu,

que chamava o que era,

chamando

o que seria a confirmação

da última paragem.

 

- Quero entra se puder! - Olha só!

Mas…

A casa dizia ocupado!

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 19:34
link do post | favorito
Domingo, 12 de Abril de 2020

...

 

Esperando a montanha

            que vai parecer,

o vento que não sabe o que diga,

sobre o que quer dizer o sol,

o tempo era entender o que é o caminho,

o que dizia aproveitar a vida no silêncio

por sentir em si o tempo que não perder.

 

Ouvir a melodia do futuro,

na música da noite como expressão,

acentuou a sombra

que fora perceber o que sentiu o seu corpo,

até à porta

onde estava o seu olhar.

 

O que sentiu chamar,

que se perdeu a olhar a escuridão,

prendeu o Eu a quem deixasse

perceber o que esperava,

chamando o que vestiu a madrugada

que perguntara por ti

ao que procurou.

 

O coração que começou a seguir a razão,

na palavra vida como for,

mudou o que acenou

na entrega que escondeu

o que aconteceu,

quando voltou a deixar o sentido

de ser a palavra na sua vida, como for o que precisava a direção,

que mostrou o querer na expressão que era sentir,

como uma sensualidade

a caminhar para ti.

 

O coração que bater, na inspiração

por sentir,

respondeu esperando o olhar,

que ficar por decidir

o que continuar.

 

À janela de uma única luz

o papel do tempo

no tempo que podia ficar,

levou para dizer

o que disse parecer.

 

No olhar esperando,

voltou no porquê

o que voltou a ter que fazer,

a expressão que fechou os olhos

na emoção de um caminho que não era ser.

 

O que aproximava

o que conseguia dizer,

aproximou os seus lábios de mim, suspirando

envolvendo-me lentamente

com tanta intensidade

a olhar a emoção

na direção que era encontrar

o que disseram os gestos,

para conseguir avançar sem medo

no silêncio das palavras,

o que compreendeu a razão sobre o tempo que passar,

que seria a proximidade de nós,

no tempo a passar

à janela agarrando a tua mão na minha,

que respirar mais rápido,

nos lábios que tocavam o momento,

levando a paixão.

 

A vida que perguntou pela tua mão,

o prazer no contraste para beijar,

respondeu com um sorriso

ao que voltava a tocar a vontade.

 

Os sentimentos que disseram aceitar

as lágrimas que corriam no silêncio,

no seu corpo doíam tanto,

ao coração que abrirá caminho

no impossível.

 

Como se tivesse vestido algumas lágrimas,

na transparência do que disse sentir,

a forma que tivesse desejado

o que podia ter,

quis o teu beijo no olhar.

 

Aproveitou o vazio do seu olhar

ao céu que trouxe o sorriso,

chamou para acordar

o que tinha fechado as cortinas,

na espera que ficou

nos gestos como pretexto,

da verdade nas últimas palavras,

que sentia o que revelou

o instinto que houve a despir.

 

Era uma viagem que começou nas palavras

como indiferença do sentimento

que dissera aproximar,

o que lançou um olhar

sobre o que disse a imaginação

na tradução do que significava a palavra.

 

Abriu a página no jogo que parecesse

o que era apenas

a razão da realidade

e viveu o que fosse querer,

sobre o corpo que gritou o que seria viver, porque era o querer ter

o que tivesse a viver,

por amar o que era ser,

à luz da mudança do acordar,

para ter o que interessava começar

a desfrutar do que era o tempo

por um momento que não tinha

o que pudesse ter,

que ficar por saber

o que laçou o olhar no vazio,

o que deveria ter

à porta do que fez o coração,

sobre as palavras

que encontraram o seu caminho,

que começou a seguir o amor

no sentido

da vida que percorrer.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 16:08
link do post | favorito
Segunda-feira, 6 de Abril de 2020

Uma janela. Uma porta

 

Serei eu. Seremos nós.

Há castelos nas ruínas.

Há uma certa esperança. O que seria.

É a vida.

Desapareceu o que não encontramos.

Um dia serei…

Uma certa semelhança. A pedra escura nos ângulos de outra história.

O que pensar ter a memória

onde estará o infinito, na fotografia que pudesse dar vida.

 

A entrega de um dia mais,

que é um dia na nostalgia,

rega as plantas em casa, de quem saiba o amor de ser,

ao tempo que não podemos ter.

Subimos a montanha,

que estava no limite,

ao que formos o que eramos antes,

porque o recomeço chama,

o que estava a construir o vazio,

a espelhar o sentimento no medo,

de acabar a oportunidade que desperdiçámos,

na forma de demora por resolver

o que trouxe o presente à ilusão da realidade.

 

As ondas batem na praia

a antecipação do que precisamos,

sem o querer o amor de esconder,

onde está o que vivêssemos,

na mentira como fazer,

os lugares impossíveis na descoberta.

 

Está a abraçar-me a desculpa

na irrealidade que temos passado.

Talvez precisemos

de um momento por viver, quanto parece

um com o outro, no caminho do desejo,

o sonho na perspetiva do desafio.

É a resposta nas palavras que possamos compreender, a equação

no caminho

de um reality show que não imaginámos.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 09:47
link do post | favorito
Quarta-feira, 11 de Março de 2020

As carícias da noite

 

O que podia dizer o desejo,

que disse percorrer de ninguém,

o momento que for

sobre os lábios do suspiro,

o que não tenha a tristeza nas respostas que fechar,

a direcção das carícias

como expressão na sensação do tempo, que é dizer a pausa

que não há uma razão, sonhando o teu corpo

que pode ver o prazer, porque é o que disse o olhar

começar a emoção,

na diferença que mudar

o que disser de si o silêncio,

olhando as páginas em branco

da noite por escrever, o destino que seja

entregar o pensamento à interpretação do amor,

pela intenção, que tudo é a realidade

no espelho que sorri.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 10:15
link do post | favorito
Quarta-feira, 22 de Janeiro de 2020

Tentar o que amar

 

Quando chegou

para olhar o que pensar,

uma ideia que conhecia

o que abriu a porta ao que não tem,

que seja o que fosse julgar, o querer dizer o que aparecer,

que disse perder

o que não conseguia a distância,

que era olhar o que continuar, de pensar que soubesse

o que disse amar a verdade,

que não haveria o sentido que conseguir pensar

o que nunca disse conhecer, a olhar o que não era,

que não imaginava o que não seria,

para encontrar o caminho,

que fechou a porta ao que viria,

ao apetecer cruzar a satisfação, fazerndo

o que tinha pensado,

que estava a olhar o que parecia,

que era aceitar o olhar, na expressão que viu aparecer

o que sentia.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 13:21
link do post | favorito
Terça-feira, 10 de Dezembro de 2019

...

Foi chuva

foi chama

foi amor

foi uma luz que emana,

a sentir o que é querer

na vontade de acordar,

que haveria de partir,

a sorrir…..o que trouxe, o que continuar.

É a magia de alguém a amar.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 14:52
link do post | favorito
Segunda-feira, 4 de Novembro de 2019

Desejo-te tanto

 

 

 

Os sonhos dentro de mim,

nos meus lábios a querer de ti,

o horizonte do êxtase, que tem a palavra

na resposta que espera por ti,

o que seja acariciar o teu corpo,

que fosse olhar

o que seguir a vontade,

o que é ver os sonhos, quando a canção em mim,

fosse encher o prazer

por te ver, tocar e sentir,

que eu quero tanto,

no desejo de toda a vida, que fosse a verdade no deserto,

por amor que somos, na minha aventura sobre o que é a viagem, sobre a minha imaginação,

em todos os ventos

que eu quero estar em ti, eternamente,

no teu corpo sentindo o que é o horizonte,

a atravessar o sol na emoção,

no encontro que espera por ti,

no mar de acção

que em mim é saber o que seria sentir a vontade,

onde passa diferença,

que é para mim, o sonho que caminha para ti,

em todos os sonhos

que entregam o que há em mim.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 10:30
link do post | favorito
Quarta-feira, 16 de Outubro de 2019

O poente que tivesse

 

 

 

O tempo sem palavras,

como sossego que fomos, a olhar o passado no cansaço

que não temos a expressão que sentir,

o amanhã,

que sente criar o nada possível,

como tempo que corre sem nós,

no prazer que colhemos

ao que fomos só uma noite,

entre o nada e o que não temos, na primavera que falar

a vida, que mudou a razão pelo sentir

na vida que sempre é,

como há vida no caminho que se esquiva

à cor do quotidiano, que é sempre a janela do sorriso para chorar,

o que é esquina a abrir a porta do poeta

que olha sem pensar,

a dor como liberdade no olhar.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 13:19
link do post | favorito
Quarta-feira, 18 de Setembro de 2019

Naquele papel que te dei

 

Naquele papel

que escreveste com o coração,

o tempo disse que era a vida,

a manter o que parecia falar

no sentido que está certo.

 

As frases não são apenas

letras fora de ordem,

na memória das recordações,

sobre o que esconder,

na música que era

o que veja o amor que trocamos num olhar.

 

Naquele papel que te dei,

escreveste saudade,

escreveste querer, pela janela do horizonte

que chama por nós,

a tradução que se torna o que decidir a lua.

 

O porquê que parece sentir

o que fomos,

parece não dizer o que não consegue decifrar,

na circunstância do dia

à margem do que fazer, que pensava a minha mão

na tua,

no código que toca uma flor.

 

No papel que te dei,

desenhaste o amor, pintaste as cores da ilusão,

no despertar que era a recordação,

de te ter um dia

nas minhas palavras que ouvirão

o segredo do teu olhar,

a beijar o acaso que tentar interpretar.

 

No papel que te dei,

dissemos dançar,

no querer que foi escrever aventuras,

vestindo o que apetecer estar ,

como conseguir ter,

na certeza de tanto respirar,

o que vivíamos com o coração

que saboreia a liberdade.

 

Naquele papel não escreveste nada.

Fechaste a porta ao amor. São páginas em branco.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 08:01
link do post | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Julho 2020

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.links

.Visitantes desde Junho de 2010