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Segunda-feira, 6 de Abril de 2020

Uma janela. Uma porta

 

Serei eu. Seremos nós.

Há castelos nas ruínas.

Há uma certa esperança. O que seria.

É a vida.

Desapareceu o que não encontramos.

Um dia serei…

Uma certa semelhança. A pedra escura nos ângulos de outra história.

O que pensar ter a memória

onde estará o infinito, na fotografia que pudesse dar vida.

 

A entrega de um dia mais,

que é um dia na nostalgia,

rega as plantas em casa, de quem saiba o amor de ser,

ao tempo que não podemos ter.

Subimos a montanha,

que estava no limite,

ao que formos o que eramos antes,

porque o recomeço chama,

o que estava a construir o vazio,

a espelhar o sentimento no medo,

de acabar a oportunidade que desperdiçámos,

na forma de demora por resolver

o que trouxe o presente à ilusão da realidade.

 

As ondas batem na praia

a antecipação do que precisamos,

sem o querer o amor de esconder,

onde está o que vivêssemos,

na mentira como fazer,

os lugares impossíveis na descoberta.

 

Está a abraçar-me a desculpa

na irrealidade que temos passado.

Talvez precisemos

de um momento por viver, quanto parece

um com o outro, no caminho do desejo,

o sonho na perspetiva do desafio.

É a resposta nas palavras que possamos compreender, a equação

no caminho

de um reality show que não imaginámos.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Quarta-feira, 11 de Março de 2020

As carícias da noite

 

O que podia dizer o desejo,

que disse percorrer de ninguém,

o momento que for

sobre os lábios do suspiro,

o que não tenha a tristeza nas respostas que fechar,

a direcção das carícias

como expressão na sensação do tempo, que é dizer a pausa

que não há uma razão, sonhando o teu corpo

que pode ver o prazer, porque é o que disse o olhar

começar a emoção,

na diferença que mudar

o que disser de si o silêncio,

olhando as páginas em branco

da noite por escrever, o destino que seja

entregar o pensamento à interpretação do amor,

pela intenção, que tudo é a realidade

no espelho que sorri.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Quarta-feira, 22 de Janeiro de 2020

Tentar o que amar

 

Quando chegou

para olhar o que pensar,

uma ideia que conhecia

o que abriu a porta ao que não tem,

que seja o que fosse julgar, o querer dizer o que aparecer,

que disse perder

o que não conseguia a distância,

que era olhar o que continuar, de pensar que soubesse

o que disse amar a verdade,

que não haveria o sentido que conseguir pensar

o que nunca disse conhecer, a olhar o que não era,

que não imaginava o que não seria,

para encontrar o caminho,

que fechou a porta ao que viria,

ao apetecer cruzar a satisfação, fazerndo

o que tinha pensado,

que estava a olhar o que parecia,

que era aceitar o olhar, na expressão que viu aparecer

o que sentia.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Terça-feira, 10 de Dezembro de 2019

...

Foi chuva

foi chama

foi amor

foi uma luz que emana,

a sentir o que é querer

na vontade de acordar,

que haveria de partir,

a sorrir…..o que trouxe, o que continuar.

É a magia de alguém a amar.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Segunda-feira, 4 de Novembro de 2019

Desejo-te tanto

 

 

 

Os sonhos dentro de mim,

nos meus lábios a querer de ti,

o horizonte do êxtase, que tem a palavra

na resposta que espera por ti,

o que seja acariciar o teu corpo,

que fosse olhar

o que seguir a vontade,

o que é ver os sonhos, quando a canção em mim,

fosse encher o prazer

por te ver, tocar e sentir,

que eu quero tanto,

no desejo de toda a vida, que fosse a verdade no deserto,

por amor que somos, na minha aventura sobre o que é a viagem, sobre a minha imaginação,

em todos os ventos

que eu quero estar em ti, eternamente,

no teu corpo sentindo o que é o horizonte,

a atravessar o sol na emoção,

no encontro que espera por ti,

no mar de acção

que em mim é saber o que seria sentir a vontade,

onde passa diferença,

que é para mim, o sonho que caminha para ti,

em todos os sonhos

que entregam o que há em mim.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Quarta-feira, 16 de Outubro de 2019

O poente que tivesse

 

 

 

O tempo sem palavras,

como sossego que fomos, a olhar o passado no cansaço

que não temos a expressão que sentir,

o amanhã,

que sente criar o nada possível,

como tempo que corre sem nós,

no prazer que colhemos

ao que fomos só uma noite,

entre o nada e o que não temos, na primavera que falar

a vida, que mudou a razão pelo sentir

na vida que sempre é,

como há vida no caminho que se esquiva

à cor do quotidiano, que é sempre a janela do sorriso para chorar,

o que é esquina a abrir a porta do poeta

que olha sem pensar,

a dor como liberdade no olhar.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Quarta-feira, 18 de Setembro de 2019

Naquele papel que te dei

 

Naquele papel

que escreveste com o coração,

o tempo disse que era a vida,

a manter o que parecia falar

no sentido que está certo.

 

As frases não são apenas

letras fora de ordem,

na memória das recordações,

sobre o que esconder,

na música que era

o que veja o amor que trocamos num olhar.

 

Naquele papel que te dei,

escreveste saudade,

escreveste querer, pela janela do horizonte

que chama por nós,

a tradução que se torna o que decidir a lua.

 

O porquê que parece sentir

o que fomos,

parece não dizer o que não consegue decifrar,

na circunstância do dia

à margem do que fazer, que pensava a minha mão

na tua,

no código que toca uma flor.

 

No papel que te dei,

desenhaste o amor, pintaste as cores da ilusão,

no despertar que era a recordação,

de te ter um dia

nas minhas palavras que ouvirão

o segredo do teu olhar,

a beijar o acaso que tentar interpretar.

 

No papel que te dei,

dissemos dançar,

no querer que foi escrever aventuras,

vestindo o que apetecer estar ,

como conseguir ter,

na certeza de tanto respirar,

o que vivíamos com o coração

que saboreia a liberdade.

 

Naquele papel não escreveste nada.

Fechaste a porta ao amor. São páginas em branco.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Domingo, 4 de Agosto de 2019

Carta aberta a Deus

 

A nossa vinda à terra significa um processo de evolução e de aperfeiçoamento contínuo, como ser humano.

A vida é muito curta. E o tempo passa demasiado rápido.

O que vemos ao olharmos o mundo e os homens? Corrupção, vigarices, maldades e, ausência de luz.

Qual é o sentido?

Que podemos ensinar aos mais novos, vendo estes exemplos?

Poderemos e deveremos ensinar o amor. Que o amor existe.

E que existe uma lei de retorno.

Se é que existe, porque demora tanto tempo a acontecer?

Porque passam impunes os homens maus?

A vida que existe é dura, complicada, com pouco destino entre os homens. Existirá um lugar onde a noite segue o dia, para que o sol possa iluminar outras pessoas?

Mas existe amor, certamente!

Mas existirão pessoas boas? Claro que sim.

Mas a vida, em si mesma, no seu significado profundo, tem um código. O código da vida é, essencialmente, assente em 3 pilares: IN, OUT e UP.

Mas, meu Deus, se me permites, o código da vida tem duas lacunas: Porque partem as crianças para o céu? Porque demora a lei do retorno a atuar?

Porquê? Porque partem as crianças para o céu?

Que aperfeiçoamento é esse?

Onde estiveres, viver e sentir a vida apenas, porquê?

Porque vence o mal?

Porque são os homens egoístas e superficiais?

Porque são os homens maus?

O que são os homens, sem saber a sua passividade, torna-se o momento que falta no seu carácter, na maneira de realizar o que é viver.

Entre flores, a escuridão não deixa de ser a escuridão!

A natureza da necessidade confunde-se na razão da ganância, que não ser um lugar na vida, mas ser o quotidiano, que afasta os sonhos.

Continuamos a caminhar…

Uns passos seguem-se a outros passos.

Definir a cor da vida nas cores do outono, não anuncia a verdade.

Entre nós e o mundo, a fantasia que alcança a paisagem, chama a cor que pode ser estar presente, para quem a cor do tijolo se torna azul.

Na inocência de uma criança, o fim que fica na sorte, a não entender o que revolta, que acreditava que ia ser, o que se cruza repentinamente com o céu.

Ser a luz no tempo de escuridão, do que seja o momento no instante, que não deixa de ser a fragilidade na inocência, na pureza como simplicidade, que está na alma e no coração.

Porquê? Porque partem as crianças para o céu?

Nos anos seguintes, as flores aparecerão sobre as rochas, por um nome que partiu, um rosto que surpreendeu na inocência, nos olhos de menino.

Direcionar a chuva que permanecerá, não esquecendo o lugar que está no espaço e no tempo, que tenha perdido a razão, como vai responder o cipreste alto e imponente, ao redor do qual nasceu mais uma flor.

O que escuta o coração, que não chega a entender a chamada, continua a caminhar para melhor unir o corpo e a alma.

O que irá aquecer o frio do inverno, que está a chegar?

Conseguir atravessar o tempo, onde a vida e a morte se entrelaçam, na infinidade das cores que tem a vida, que fosse conhecer o que se transforma, no tapete deixado pela ação dos homens.

São flores secas na estação do desgosto.

Mas, em cada folha seca esteve um dia uma flor.

Será mais uma luz em seu redor, no fascínio que exalta a vida, como se a vida fosse uma só cor.

publicado por antonioramalho às 15:35
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Quinta-feira, 1 de Agosto de 2019

...

O portão que tem uma falha,

por onde falam os desejos ,

tem a raiz na contradição

que acena,

ao que cabe num coração.

publicado por antonioramalho às 16:47
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Quarta-feira, 31 de Julho de 2019

...

De estar no teu corpo

escondido do céu, de todos os ventos

traçando a direção da chuva,

chamo o que se perde como pedras,

que compõem o que sou,

para além da estrada, que não passa do meu ser,

que sou o infinito do meu coração

em ti.

publicado por antonioramalho às 15:48
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