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Segunda-feira, 31 de Dezembro de 2018

Feliz Ano 2019

As palavras às vezes são só palavras e os caminhos, às vezes, são só caminhos.

Que 2019 seja sentir o porquê no desejo de ser, que perceber o acontecer, no nome que é, na ponte do olhar que é fazer, o que nao devíamos esquecer, no acordar, de ser, o ententer o que somos, ao que pedimos, no acreditar que sentimos, o que digamos que será, ao que podemos chegar, no deserto que é o talvez, no cenario que vai agradecer, o que conseguimos, na inspiracão, como pensar o destino, dentro de nós.

António Ramalho

 

FELIZ ANO NOVO!!!!!

publicado por antonioramalho às 17:23
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Terça-feira, 25 de Dezembro de 2018

A luz na cor do silêncio

O que muda a luz na cor do silêncio, emerge na noite sem rosto, no encontro nu que soa a nada, que buscasse a vida que passou, na navegação do seu caminho, no coração que não para.

O que tenha despertado o que precisasse de viver, a responder à natureza, de mostrar como realizar, a oferecer a verdade, na arte que trouxe o que trouxe, na liberdade que possa ser o esforço que tinha, traz a disposição, a conduzir o que aguarda o que seja errar.

As palavras a conhecer, no essencial como luz, afirma a sabedoria, permitindo descrever o que viver na luz, no propósito que oferece a verdade que contém, na verdade que procura a inspiração, que faça trazer o que é alcançar os limites a entender, na essência como conduz a alma.

O destino, que muda a nossa aventura, para conhecer a esperança que é, reconhece a mudança que se torna a expressão, na procura da plenitude, que procura a oportunidade, na liberdade que sabemos encontrar, o que se torna a unidade do que somos, na paz interior que desejamos.

publicado por antonioramalho às 23:47
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Como tu

Como tu

O teu nome,

no coração a continuar,

guardava

o que não pode esquecer,

no caminho que estava,

a procurar o mistério,

que encontra o momento,

a partir a razão

que não chora,

na minha vida,

na dor que acompanha

a tua ausência,

a atravessar

o que não chega,

que temos a mostrar

na dúvida

que são as palavras,

nas lágrimas que se soltam,

em notas tristes,

que irão tocar

o que não podemos ser,

guardando o brilho do amor,

que dança comigo,

nos meus olhos

ao teu lado,

nos caminhos a procurar,

que não estás

a encontrar o meu coração.

publicado por antonioramalho às 18:03
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Domingo, 24 de Junho de 2018

O labirinto das emoções

O labirinto

que vamos viver,

no acontecer todos os dias,

que queríamos

o possível

nos detalhes

que possamos sentir,

de nada que ficou

à nossa frente,

que busca a estação

de saber

o sentimento,

que soube o que aconteceu,

que não é,

de ti,

que diz que é,

porque é

para ti,

o eu continuo a cantar.

Talvez pareça

o que procuro,

no tempo que não temos,

que espreita

o que disse que é,

na atenção que precisa ser,

a verdade que conhecemos,

que encontra o que será

o meu amor,

a pintar o que está,

de dizer

o que toca o coração,

que disse olhar

a atração que expressa,

o que continua a querer,

na razão que traz

o coração.

A razão que parece

o lugar

a acreditar que conheça

o teu corpo no meu.

publicado por antonioramalho às 22:33
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Domingo, 17 de Junho de 2018

A sombra do que é a luz

Lembrar o teu nome

no olhar que fixou a luz,

no impossível escolhido,

que era a transparência

dos meus sonhos,

a passarem a noite ao luar.

O que acreditamos,

na causa que deixa chegar

o que estava a envolver

os teus passos,

aparece

no que não atendeu,

e não disse,

a querer ser

o que deixou gostar.

Nas palavras que dizem

que te amo,

o silêncio

fez acordar a manhã

que diz provocar o Poeta,

nos desenhos para ti,

como desejo que viu o arco-íris

no interior

a explicar o que tem de nós,

no tempo ardente

que arrebata a chama ,

no fogo que pensa erguer

a sombra do que é a luz,

no poema que terá o coração,

no caminho que encontra a verdade

a beijar o teu rosto.

Tentar perceber,

as folhas do outono perdidas

como grito que se aproxima

do que é,

o lamento da manhã

na vida que se esconde.

publicado por antonioramalho às 23:43
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Segunda-feira, 21 de Maio de 2018

O que pode ter quem é

A afirmação que não percebe

o medo que pode ter

o que ia acreditar,

na imaginação que podia tentar

o que não tem,

nos aspetos que passaram o tempo

a ser,

o que não interessa chamar

a dizer como é,

a espera na busca

do que a vida é.

Responder ao sonho de estar

na experiência de ter

a chave na porta

que não é,

na intensidade que deixa

a escuridão,

coincidir no poema

de uma floresta sombria

a roubar o pôr-do-sol,

que puder chegar

ao que foi escrito na razão.

O que não disse

que perdeu o lugar,

na cama que partilhava a manhã,

percebeu as palavras

no poema de ter

o que propõe,

a dimensão do amor

dentro de mim,

ao lugar que tinha.

Os sonhos na realização

que havia de ter,

como um príncipe

que ficaria a olhar,

o que sabe como é,

o que está no retrato apaixonado,

no mundo secreto

que pretende ser,

O essencial no beijo que agradece

o que podia dizer,

à reflexão do fogo

que está no nome que traz

a carta de escrever,

na chama que passa,

o que não é espreitar o sentido,

para ser.

Queria tocar-te,

a passeares

entre a roseiras,

onde poderia voltar  ver-te,

no gosto do que podemos ter,

a ver nascer o sol.

publicado por antonioramalho às 13:36
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Sexta-feira, 27 de Abril de 2018

O que diga por lágrimas

O que diga por lágrimas

o que seja a noite e o dia,

no corpo da liberdade,

como veja a escolha

de saber escondida,

onde busca a ideia

para fazer

o que quiser a própria vida,

à mercê do que imagina

o que seja saber

a gratidão

que toca o que tenha o amor,

porque quer esconder

a causa de quem diga

o pensamento que pode ser

a sombra,

onde a alma olha a ingratidão

que dirá guardar

o coração na fé,

que seja tristeza passando,

a oferecer

as nuvens estranhas,

que entristecem a ausência da alegria,

não mostrando a beleza que vai conhecer o sol,

de ninguém,

que será

o vento que se atreve nos passos

da desventura.

publicado por antonioramalho às 09:24
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Quarta-feira, 25 de Abril de 2018

O que realmente podemos fazer

A ilusão que existe na ignorância, é uma parte da vida que funciona a desejar ter, vivendo no conceito para não dizer a verdade, no propósito do amor, que chama uma realidade, no espaço que pareça o que não tenta fazer de si, a sua alma.

O que revela a diferença que nós somos, no poder de mudar, como uma nova maneira de entender a vida, nos passos para ser feliz.

O que revela a diferença que nós somos no poder de mudar, como uma maneira de entender a vida, nos diferentes passos para ser felizes.

Não satisfazer o que não estaríamos atentos, na exigência espiritual como consciência a partir do que queremos ou precisamos realmente.

Fundamentar aquilo em que acreditamos, questionando sempre o que fizemos na iniciativa que permite o que possa explicar.

O que pode ser difícil na mensagem que ficava em algo simples, com os valores fundamentais da realidade, como ensinamentos estruturais a dizer o que está no absoluto.

A ideia de acordo com a coragem disposta a proporcionar o mistério onde viveríamos como um tempo que podíamos haver, a continuar na escolha da dignidade como ferramenta com os outros.

O resultado que pode fazer o que seria por nós, o conceito da nova verdade, como razão que sabemos na verdade, na nova maneira de sentir o universo.

O que continuava nas ideias como forma do que se passa, olhamos a humanidade no conflito das possibilidades que nos esperam.

Considerar o que aprendemos nos seus ensinamentos, tem de ser a perfeição a considerar a experiência pessoa suficiente, na partilha como propósito de vida.

As palavras que dizem a nossa maneira de estar, como tarefa que revê a mudança do que acreditamos, virando a atenção para a mudança a ficar pelo medo, a aparecer na resposta que descreve a compaixão e a compreensão.

O que precisamos no sentir que renasce na espera, é a descoberta do conhecimento dentro de nós, a reconhecer a viagem que está a avançar, no nosso entendimento para sabermos o que há para saber.

Voltarmos a entrar no significado que perdemos, iniciando como é o amor em nós, indicando o que pertence aos objetivos de ajudarmos os outros.

Como queremos ver, o que realmente podemos fazer.

publicado por antonioramalho às 17:57
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Sexta-feira, 13 de Abril de 2018

LIVRO DE POESIA

K_ARfrente.jpg

 

Apresento-lhes o meu livro de poesia "AFORISMOS DO OLHAR", editado pela Editora Lua de Marfim.

Encomendas: luademarfimeditora@gmail.com

Link:
htt:/catalogoluademarfim.blogspot.pt/2018/03/aforismos-do-olhar-antonio-ramalho.html

 

 

SINOPSE

A questão a ver no aforismo

que estava no olhar,
disse ao silêncio o que sou,

no possível que fazemos,
que será o que descreve o que não era,

que tinha a encenação 
a encontrar no que adivinha,

o que não é verdade.


O que poderia ter o coração

que prossegue a adivinha a descrever,

na escolha da vida que permite transformar o olhar 
na maneira de lidar,

num lugar da verdade,

que não dizíamos porquê, 
na manhã que não há

na razão.

publicado por antonioramalho às 18:51
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Quinta-feira, 12 de Abril de 2018

Amor verdadeiro, realidade ou ilusão?

Onde está o amor verdadeiro?

É real?

O efeito que diria o esforço

no fogo

dos momentos

que se convertem no tempo,

são a maneira no lugar

onde emerge o dia-a-dia,

no sentimento que transfere o desejo

e escreve

por nós próprios.

Será uma perceção?

Como se se tratasse

do que permanece em si mesmo,

a música que passou

e chegou ao exterior

e descreveu o que deve ser

uma reflexão.

Aproximando o céu,

aceitaremos

o caminho que nos aperta

a fazer para si,

o nada que se torna fogo.

Será uma imagem?

Falar de falar,

ou sentir por si só,

no exterior,

onde está o que parece.

Será o que deve ser o interior?

O que significa para si,

na consciência que deve ser

o que é suficiente,

não alcança o coração,

que quer fazer

o que aceitará como parte de si mesma,

perto da liberdade

onde o lugar se esforça

por conseguir a luz.

Paixão?

Perante o infinito,

o poder do amor

em saber

a ligação do próprio coração

com a vida.

Chamar a vida,

na presença sem pensar,

fala o nosso dia

no caminho incessante,

através do que nos foi dado

na sintonia que fica no êxtase.

Para voltar ao que é

o aspeto na união,

a fórmula da palavra

que se aplica aos confins do coração,

ficam na chama,

que afronta

o porque é,

porque estás,

à espera,

como ardência que se apresenta,

quando a sua atenção

é uma constante no silêncio,

que tantas vezes aconteceu,

no que permitimos,

a descobrirmos

a manhã que verá o amor.

Nas suas imperfeições,

na sua procura,

a luz que seja a separação,

não compreende o que disse o dia,

acreditando

passo a passo,

onde chega o que permanece no centro,

que não é a meta,

sem amor.

Onde está o que não podemos

contemplar?

O caminho necessário

confirma o interior,

que se torna intenso

em tudo o que não é,

enquanto a energia

nos nossos corações

se converte em prisão.

A rede que se torna luz,

nas poucas palavras,

que parecerá ser

o que significa a busca da perfeição.

publicado por antonioramalho às 20:02
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