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Sexta-feira, 13 de Outubro de 2017

O espaço que nos ensina a sorrir

O espaço que nos ensina a sorrir, percorre as lágrimas que continuam a dar o que vamos buscar à coragem.

Pensamos em receber o prazer, para dar lugar ao que procuramos sempre.

O que poderia ser, no que teria aparência inusitada, acharia as faltas que lhe dissemos, nas decisões à altura dos caminhos que se cruzam.

Nos defeitos que expomos, o ego perde, no útil que será ignorar a necessidade do que fazemos nos benefícios suficientes. A confiança que terá dito o que estava no que tocava a humildade.

O que se encontra, no que tenhamos que convencer os instantes, para ocupar o mesmo tempo, teria dito o sofrimento. O que nos impede de alastrar ao quotidiano, no seu aspeto.

Poderia ficar a conhecer o interesse, do que vai dar ao desejo, que mudou o tempo.

O que sempre busca o degrau que tenha o termo no prazer, precisa saber o que estava na verdade, que será o que somos.

Mostrar o seu amor, capaz de superar o tempo do que pensamos nas perdas, somente a culpar de ser, o que confiou e esqueceu.

O que chamamos e que está na verdade, pergunta o que está no jeito do que sabe o que disse, que ficaria no que suportam as reflexões, na distinção que se traduz na relação do desejo, sob o ângulo que disfarça a alegria.

Podemos conceber o contrário, na imaginação que limita o que surge, provocando o que dissipa o esquecimento.

publicado por antonioramalho às 11:20
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Terça-feira, 22 de Agosto de 2017

Como uma sombra de ti, percorreu o olhar

Ela percorreu o olhar da beleza, na sombra que flutua no silêncio.

Gostaria de compreender o que voltou a atenção difícil.

O toque que chamou a luz dentro de si, caminhou no encantamento a fazer parte do inevitavel.

Na razão que justifica o que escreveram os seus lábios, sonhar pareceu entrar no necessário.

Sabia tocar violino nas cores do segredo, a viver na sensação que parecia inegável.

Deixou-se encontrar no olhar. trazendo o impossível, na sinfonia da verdade, que ouviu o momento para tentar.

O que poderia pensar num abraço, que soubesse desafiar o que era aquele rosto de mulher, nas palavras que podia desfrutar, conquistando o que soltou no brilho, que perdera a noite, à espera de ser.

O que fossem os dias, que sabia encontrar, como uma sombra.

 

publicado por antonioramalho às 15:36
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Domingo, 1 de Janeiro de 2017

Oferecer a porta do perdão

Poder dizer o que oferece a porta do perdão, no muito de viver para fechar o eterno, a pouco mais da compreensão que pode forçar as situações que temos dessa maneira, que se tornam o que pode voltar a ser um compromisso que estamos a ser no que repetimos erradamente e construímos simplesmente.

Ensombrar o que sentíamos no que começa a mudar, na escolha do pensamento que afeta o que ficou e nunca conhecemos.

A limitação profunda que flui, a brilhar na luz do amor, influencia o resultado das críticas que não funcionam, porque vivem por um caso.

- O que fazemos aqui?

O que fizemos realmente diferente, funciona por não fazermos o que foi difícil convencer, em troca do que não funciona.

Agradecer o que adoramos ser, sem ser o que pudemos viver, merece muito mais, o que não houve as minhas palavras nos pensamentos que não fossem o que envolve e que gostaríamos de fazer.

publicado por antonioramalho às 10:45
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Quinta-feira, 10 de Novembro de 2016

O nome que chama o esquecimento

Olhando para um nome que se chamava há pouco um esquecimento, não era nada do que se via, na estrada que começava no que importa.

À luz do luar de uma lágrima, deveria ser a realidade da discussão que houve, olhando o nome que dormia, esperando conseguir ter razão.

Olhar para trás, na estrada de árvores de um Outuno espalhado em todos os ângulos, na realidade de uma foto que deslizava naquela ocasião

O que lhes tinha agradecido, na demasiada alegria que não tinha, queria que chegasse para saber o que soube, num instante a recusar sempre.

Enraizar a apreensão que faz aparecer no adro da recordação dos olhos verdes apaixonados, de afirmação.

Muitas vezes, o pouco que tinha no que nem sequer diria uma palavra, estava a pensar, enquanto esperavam ser e ponderar o silêncio.

Reconhecer indistintamente, em silêncio, o que sente e que lhe resta através dele.

publicado por antonioramalho às 21:51
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Segunda-feira, 17 de Outubro de 2016

Um amor sentado nas lágrimas infelizes.

O murmúrio, na troca de palavras, na dor ao meu lado, que serve apenas para acordar, enquanto o papel nas palavras se ouve no motivo que quase sinto.

Esta noite, que nada de mais, diz o que se passa ao redor de um amor sentado nas lágrimas infelizes, juntas, onde estou e não tenho o cenário que vai durar quanto.

Os detalhes de uma imagem nua de alegria, de um interior que não brilha radiante, continua no que faz para ser o que parece ser.

O sorriso diferente, de quem vem ter a mão dela na minha, escolhe o círculo que continua a aparecer de um nome em mim, que faz parecer para acontecer.

publicado por antonioramalho às 13:21
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Quinta-feira, 29 de Setembro de 2016

Cartas de amor (5) para um lugar em ti

O que inclui o amor que podia haver, indivisível, no que se encontra sistematicamente, surge em algo por uma imaginação que combina o desejo na distância do desafio.

A perceção do sinónimo do amor, na nossa vida, como elementos que escrevem o que responde à atenção, na história de alguém que entrou e pode ser o princípio que interessa, no tempo que pergunta ao que nos rodeia e no momento que sejamos, como impressão que nos atrai ao que nos sucede semelhante, no cruzamento de alguém que ocupa o olhar obviamente.

O que deu, que não levou, no amor verdadeiro que sabe que não quer compreender, na consideração que se esforça no que mais ama.

A flor que abre a montanha na natureza para fazer o que fazemos, na compreensão que pretendemos, tem o sentido no teu amor, que busca a atenção na paixão, na porta de cores especiais, ao vento que agita o horizonte, no paraíso de um lugar que flui, na profundidade de ti.

publicado por antonioramalho às 11:38
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Domingo, 23 de Agosto de 2015

Uma beleza exterior estonteante.....e nada mais....

Era uma vez uma donzela de beleza estonteante....Linda!

Cabelos da côr-do-Sol. Pele angelical.

Estonteante de cada vez que tocava o vento...em todo o seu ser...

Uma beleza mágica que desconcertava ...Uma beleza que não conseguia viver consigo mesma...

Irradiava uma luz enebriante que hipnotizava...Era tudo o que tinha....

A donzela apaixonou-se pela própria beleza ...quis humilhar as outras mulheres e ridicularizar os homens.

Em lado nenhum conhecemos verdadeiramente...a beleza interior....

Um olhar que fixava......para lá do que vemos....

Esqueceu-se de se conhecer...........

Cruzou-se com a superficialidade....

Quis ser mais bela do que o Sol...Quis transformar a sua beleza em perfume de coração....

Olhos nos olhos sem pestanejar....e enfrentou o Sol!

Mai uma vez...e outra vez!...

O Sol, impertubável, não percebeu bem o que aquela donzela estava a fazer...e continuou a irradiar luz a calor para todos, como sempre o fez...

Enganou-se a ela própria....

E ela cegou.....sem ter conhecido a vida....

A donzela tornou-se um erro...a luz tornou-se escura... e ela permaneceu errada!...

Retiraram-lhe a única coisa que tinha....

Cegou pela própria beleza....

 

publicado por antonioramalho às 16:06
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Domingo, 16 de Agosto de 2015

A carta encantada...........

Escondemos o tempo das memórias na orientação do que precisamos.

Não somos nada ou somos muito pouco. Não nos deixaram construir o suficiente.

Porque lutamos e continuamos a lutar desconhecendo sempre como a dor nos afecta.

Adoramos as cores, mas podia estar mais quente.

A carta encantada não provou a virtude. A confusão da sobrevivência esfumou-se nas escolhas que não esperam.

Havia falta de estrelas na noite de Verão. As nódoas do sucesso fecham as portas do momento.

O significado não funciona nos problemas e na esperança. O risco importa sempre no pensamento.

A partilha da situação no risco do coração.

Esperar a fé nas oportunidades que fazem viver a história.

Conseguimos sempre demonstrar na vida o encantamento do amor valorizando o que recebemos.

O rumo que seguimos esbate-se nas personagens sem controle que desconhecemos.

Há sempre uma imaginação obrigatória na fantasia da ideia.

Há sempre uma poesia que interroga.

publicado por antonioramalho às 10:59
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Sexta-feira, 31 de Julho de 2015

O barco sem rumo...

Um barco pequeno que navega para outra terra.

Alguém não aprendeu a interpretar sinais. Alguém que tapou os olhos e não quis ver.

O vento que parece levar tudo à frente. O movimento. As ondas. A água que mexe e remexe.

Imagens ligadas entre si e que estão ali. Mas não as conseguem ver. Embora estejam ali.

O problemas das decisões.

O vento trouxe mudanças. O tempo avançou. O barco que navega. E o Sol que se esconde.

Não compreendia o seu papel, para que mudem mais.

Importa que possam escolher a sua vida.

Transmitir a sua mensagem com palavras simples.

O barco sem destino que não olha para trás.

Ponto e contraponto. E o leme que está bloqueado.

E se não voltar?

Precisávamos de espaço.

Nunca viram antes e não viam agora...

Com base no que não conseguiram ver, não decidiram.

É uma forma comum de ver o Mundo....

E o barco que não pára de navegar...

Perdeu o contacto visual. Perdeu a Terra. Perdeu a felicidade.

Não conseguiu ver o que estava mesmo ali à sua frente.

Quando acordou, o barco estava no mar alto, perdido, na terra de ninguém...

Era demasiado tarde para voltar a terra.

 

 

publicado por antonioramalho às 20:14
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Segunda-feira, 27 de Julho de 2015

Aprisionar o amor...

A sorte de ter...a sorte de encontrar...

Tantas palavras invisíveis...tanta vida a entrar...

Encontrar o que desejaríamos ver...e sentir...

Tudo o que se procura...tudo o que se encontra...

Apanhar o elevador...estender a mão e sonhar...

È apenas o amor...

Cíumes, medo de perder, medo de errar, medo de mudar...medo de...

O amor na mão e mão no amor...

Mão aberta. Mão a viver liberdade, em liberdade...

O perfume de quem tem e deixa de ser....

Convencer-se que era demais...que não merecia... que não era seu...

Amor total,, amor verdadeiro, amor simples...

A mão e o amor tornaram-se erros eles mesmos...

A pressão, o medo e o pânico....

A mão que o viu, a mão que o sentiu...a mão que o segurou...foi a mão que o prendeu e aprisionou...

O amor , entrelaçado e asfixiado por entre os dedos fortes...

Fazer uma escolha sem resposta algures...

A mão que apanhou...foi a mão que fechou...

O tesouro que tudo teve...desviou a atenção....

Encontrou a importância de não ser....

.....e..ficou na imaginação...

publicado por antonioramalho às 21:18
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