.posts recentes

. O que tenha dito o olhar

. Como poderei esquecer

. Por uma flor

. E tu?

. No silêncio do olhar

. O amor que vemos

. Por ti sonhei

. A brisa e o vento

. A luz não é só uma luz

. Vestir a vida

. Perceber o que fazemos, p...

. Feliz Ano 2019

. A luz na cor do silêncio

. Como tu

. O labirinto das emoções

. A sombra do que é a luz

. O que pode ter quem é

. O que diga por lágrimas

. O que realmente podemos f...

. LIVRO DE POESIA

.arquivos

. Abril 2019

. Dezembro 2018

. Junho 2018

. Maio 2018

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Janeiro 2014

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Março 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

Quarta-feira, 24 de Abril de 2019

O que tenha dito o olhar

O desimaginar do caminho

que não sei perguntar

o que era conversa,

no destino que ninguém lembrava,

dissera a alguém

o que decidiu jogar,

por um momento apenas,

o que não diga a vida

no óbvio que seguia das frases feitas,

que dissera lembrar

o meu espírito,

que tenha sido a existência,

a lembrar as chaves

que ninguém perguntava,

o que era preciso no silêncio,

que começar a olhar

o que ninguém falava,

que não sabia esculpir

o coração que prende,

o olhar abandonado,

para além da vida que muda

o que perguntasse a outra casa

o que acolher

os livros que faltavam,

na apresentação de uma porta

na obra inacabada,

que fora o que tínhamos,

que esperava que dissesse

o que se chama destino

na certeza

que não tenha a certeza,

que espera de nós

o que tem sido o desapontamento

a acreditar

que cruzar o coração que mudou,

na razão entrando pela janela,

o que libertava o mistério,

porque se atreveu a sonhar

o não sentido

nas palavras que soltam o que não começou,

quando pensamos o que é

o porquê

porque começou,

na palavra de um olhar

que não disse

o que sentia,

na emoção que diga

o que não diga,

porque os olhos disseram o que as palavras não,

porque pensava que era um sonho,

por não dito,

no sentido

que te esculpiu para mim,

pela janela de um sonho

sem espaço e sem tempo,

na decisão,

porque amar a sombra num sonho,

no espaço e no tempo

de um lugar,

fez amar a ferida sem fim

as palavras sem palavras,

que podiam ver

pelo caminho,

a verdade no meu corpo

que chama o saber

que sabia que era o papel

de um sonho

por um lugar no coração

de não ter,

o dizer que encontrei

talvez demasiado tarde para viver

publicado por antonioramalho às 09:42
link do post | favorito

Como poderei esquecer

A razão

que se importa de dar

uma vida que diria

o que não chegaria,

por te ver

o que era um sinal

na razão que tinha,

que talvez devesse não ter,

o que lembram os sonhos

para viver,

haverá uma vida

a mudar as palavras que amar,

que disse escolher,

ao que foi dito que é

uma maneira de dizer

o que é correr o tempo,

no modo que se faz tarde,

aos dias que não possam dizer

o sentido que talvez seja

uma vida,

na razão a perceber

a coincidência que quer,

a transparência que percebeu

o que quer jogar a luz, de não saber o que é a esperança,

no medo que tenha a importância,

a querer saber o que seja,

o que reaprender a chorar,

a pensar no espírito

como a própria face na verdade,

que precisa de alguém,

que se amam,

no nome verdadeiro que é

o que ama a certeza

o querer dar,

que possa aceitar a dúvida,

que suceda

na imagem que deve fazer

o tempo que dura

o que olha,

por te ver

que fosse a noite que não temos

porque desamarra o sentido a ajudar,

a recordação no sentido,

de um sonho sem imagens,

na noção da tarde

de alguém

que tenha o incompreensível,

sem compreender

o que queria que soubesses

o que acontecia no destino.

 

A minha vida que era,

o que dependia dos meus olhos,

por te ver,

soltou o que dependia,

no vazio sem resposta,

o silêncio na diferença,

que é ser

o que deixou sonhar

como sabe amar

o que queria dizer,

a quem é a ideia

que devemos esculpir,

a aprender a ver

o que se transformou na memória,

na própria dor

que se reergue,

diante da escuridão que regressa

ao que que disseste amar,

sem me dizer,

em quem voltámos na espera,

de um vazio no silêncio,

porque compreenda

ninguém,

o que possa ser perder,

se o tempo não me traz

a tua companhia,

de ter como vai ser

o que disse sentar

a escuridão

na vida que se desmorona

ao que tivesse sonhado,

por dançar o acordar

porque queria dizer

amar.

publicado por antonioramalho às 09:24
link do post | favorito
Segunda-feira, 22 de Abril de 2019

Por uma flor

O que diz a noite

ao sorriso que escolheu

o tempo

que disse precisar,

adormeceu na coragem

de um sonho de amor

que se deitou

a olhar o teto,

que recordaria os teus lábios,

na vontade de ser

a porta do silêncio,

que aceitar o lugar

ao que aconteceu na procura de nós,

que devesse aceitar

a noite, que recordaria

o que chegara mesmo a tempo

das lágrimas que achavam importante

a procura

na ocorrência que chegara,

ao que era

não deixar de pensar,

o que tentou recordar,

que teria o motivo,

na pergunta inesperada

que olhou e corou,

de não gostar do que disse à janela,

na decisão que soubera

merecer o amor, que precisava dizer

o que sentir

nas opções que querem trocar

na verdadeira paixão, que era amor

a reescrever

por ninguém,

o que fora desviar o olhar,

que havia por resolver,

porque não estava destinada a amar,

o que o amor

lhe quis dar.

 

O que olhava para ela,

na expressão

que deixava suspirar,

não sabia

o que não percebera que havia,

na certeza

de que o gesto na expressão,

olhou na forma

que não parecia gostar,

e desviou o olhar.

 

Também não sabia,

o que não era o acaso,

para continuar

o que não tivesse vontade,

porque sabia o que estava a olhar,

que não respondia

ao que recordava,

esboçou um sorriso

atraente,

naquela noite sem dar a oportunidade,

quando aprendera os limites,

que demorava a acontecer,

nos passos da decisão, sem entender o que devia ter,

no ser que era

o que tivesse,

por continuar,

o que pareceu não ser.

 

O que disse que não gostaria,

quando voltou a olhar,

não viu

o que queria ver,

o amor que nasceu para ser,

o que não pensou que se chamava,

e deixou escapar,

para perseguir o sonho,

o que desviou o olhar.

publicado por antonioramalho às 16:21
link do post | favorito
Domingo, 21 de Abril de 2019

E tu?

O que vi em ti,

no véu do encanto

que ama a poesia,

inventa a terra

que é ter o amor,

na entrega

a caminhar

na libertação,

nos dias que passam

na fronteira que escolheu

o que estiver,

entre nós,

que será chegarmos,

ao próprio amor

que será em nós,

o que não seremos na ausência,

a querer o ser,

que se apaixona no olhar,

porque a flor que dizia admirar,

parece a profundeza, que segue

o que tinha

o que veremos, a querer dizer o que descreve,

o canto que faz chorar,

no fado

que julga as flores

no amor que não ama o que conhece,

porque é sofrer,

que seja depois

não perceber

o que precisamos de saber

que não estamos sozinhos,

porque falar de amor

escolhe o bem,

na rima que salta as barreiras

onde conhecemos,

as luzes sem máscara

que disse que tinha,

o que não há na memória para ouvir,

que criou

o que a vida nos dá,

no apego

que nos consome o ter,

na cor que refletem as estrelas,

a encontrar o fogo ardente

que se espalha,

porque o amor encanta

quem é,

no espírito do porquê

que vimos na união,

em cada canto que encontrarmos

as lágrimas perdidas no amor,

que precisa afastar

as sílabas

que não são poesia,

pela dor que acorda

o beijo de nada mais,

que é o pensamento no olhar,

nas palavras

sempre e nunca,

que traçam a cor purpura

no sol,

desenhando a história

que não está

no tempo que não há,

porque o amor

é uma grandeza da beleza,

de quem se inspira

no querer dar e receber,

que será dizer

o que sente a natureza, que espera mudar

o que se esconde,

no porque não possa eu

amar,

em nome do que é

a prosa que não rima,

na força de um momento

que é acordar,

de uma tristeza que prende o coração

por não amarmos,

no tempo que nos ouvia,

na resposta que é o medo do poema,

que não tenha sido

o tu e eu.

publicado por antonioramalho às 19:53
link do post | favorito

No silêncio do olhar

A pátria do tempo

porque está a passar,

o que disseram aquelas palavras,

no silêncio da vida

que é a pátria da tristeza,

sobre a fonte do vazio,

que fica entre o infinito,

e o caminho dos sonhos,

começo a desenhar

no esforço

que parece estar

na perfeição do teu corpo,

na espera

sob as sombras da montanha

ao que acende o sol

o amanhecer,

na nudez que percorre

o que desfaz o vento,

que sabe que pode acontecer

apenas na verdade do amor,

no tempo

que sempre fez

o que ficou à espera,

porque o amanhã partirá

em ti,

no vento sôfrego

de emoção

onde as aves nunca falham

em encontrar

a volta

que espera à sombra do calor,

a respiração nua

sobre os campos,

que alinham o sol num outro dia,

na chamada do olhar

que queria saber como estás,

pelo rosto

que faço no papel,

para te ver,

na silhueta

de uma escultura

nas minhas mãos,

a flutuar nua no papel

que esquece o céu no caminho,

onde o amor

se abre aos olhos adormecidos

sob os seus passos,

dia e noite,

erguendo as palavras

em cada página,

para te ver,

na distância que nasce

na minha imaginação.

publicado por antonioramalho às 11:15
link do post | favorito
Sábado, 20 de Abril de 2019

O amor que vemos

Mais do que imagina

a sombra,

e a alma que aproveita o tempo,

encontramos a cortina que vive

na voz

a guardar o segredo no quotidiano,

na vida interior, que pode ser

o que é demasiado,

que parecia de nós, algo na cor

que vestimos,

o que respondemos a cantar,

o que aprendemos

na verdade, e que cremos, que ensinam as lágrimas,

para saber viver

no caminho,

como vemos o que há

na liberdade, que tiver

o que seria a força,

porque faz o prazer que terá a dificuldade,

a querer a felicidade,

que tentar de novo

a verdade, por receber

a necessidade que não perde tempo,

a seguir quem canta,

no encontro que significa

o oceano no tempo,

como aurora a entender

o que desconhece o destino,

no amor que é

o que pensamos,

verdadeiramente,

para trazer

a manhã que seja florescer

a parecer ver

a consciência,

na vida que nos ensina a ser

nós mesmos

no espírito que amadurecer

o que também é estar na paixão,

na tua palavra

na ideia que deve dar,

conhecer

o que compreender,

para saber que existe

um caminho

que necessita de pouca palavras,

nas ideias para saber

o que dirige

os pensamentos,

no sonho que queremos viver.

publicado por antonioramalho às 18:07
link do post | favorito
Quinta-feira, 18 de Abril de 2019

Por ti sonhei

Na transparência do azul

encontrei um dia,

a tocar o horizonte,

que sonhava ser a noite, mas não queria a cor escura.

 

Sonho que sonho,

o que não sonho, que será

o que não é,

porque sonhar demasiado a realidade,

que não viva,

realmente,

porque vai continuar,

o que será sonhar,

o que quero ser, por não ter,

o que sonha sem parar.

 

A chuva que cai,

no olhar de um dia,

contempla o sol a brilhar,

na noite sem estrelas,

sem ser a noite no dia,

que quer sonhar.

 

São gotas de lágrimas, que escorrem das nuvens,

no sonho que quer ser o amor, que se nega

na conquista,

que é o passar do tempo

que continua sem passar,

na cortina que acenava,

à silhueta ao luar.

 

O disfarce de um voo

na imaginação,

sem igual,

no querer

que não quer,

na busca que tem de viver,

o esconder-se na escuridão

que encanta

o que não tem à janela,

no escuro

que não pode ver

a saída

que tivessem as perguntas,

no amanhã que liberta a saudades

que transformam

o tempo que passa.

 

O que nada mudou,

nas flores que haverá no amor,

na mulher que tivesse

o corpo que é

como o tempo

na chegada de um lugar,

que pensar ter,

o silêncio,

na distância entre nós,

a procura o mar que enfeitiça

a linha do horizonte,

no respirar que é o tempo no fogo da luz,

que se esvai no que não temos,

o nada que fazer.

 

É o vazio

que voltou, ao que tem

o sentir de ti,

como viver

o que saberá a primavera,

que faria sorrir as flores,

no perfume na noite,

no desejo de um beijo

a procurar os teus lábios,

nos cabelos no deserto,

a esvoaçar ao vento,

como um abraço,

que não deixa de olhar,

o vestido do instante

na acontecerá na cor do nada,

sem ti.

 

O que tenha

o que não tenha,

sonhar no meu grito de solidão,

toca à porta que há

no azul, que nunca quis o escuro,

onde os espinhos não veem o amanhã,

a querer dizer

que a neve não brilha sem ti,

no amanhecer

como se faz o infinito,

no anoitecer que amarra a verdade no desejo.

 

O que tem o caminho,

nas montanhas a abrir o céu,

como um passo na eternidade,

é a mulher

que é a vontade de sonhar,

nas saudades de ter

o amor,

que é o ser

que será ecoar,

o que sonho em ti.

publicado por antonioramalho às 16:58
link do post | favorito
Sábado, 13 de Abril de 2019

A brisa e o vento

No tempo que é

o mesmo,

lado a lado, de mão dada,

o eu encontrou o tu,

por estar no seu sorriso,

que aproximou

o que traz o acreditar,

que visse o que dizia,

a passear,

o que eram na diferença,

que eram a cor na imaginação, a entender as suas ações,

no entusiasmo de uma carta de amor,

que podia ser amar,

na expressão que soubesse o que possa esperar,

que seja a beleza no olhar,

a considerar a opção

no regresso na atitude,

que seja conhecer o amor

ao momento que consegue dizer tudo,

um com o outro,

não dizendo nada,

que tem o silêncio no caminho do coração,

na certeza que estivesse junto,

a saber o que sentiam

nas respostas que não tinham,

mas que tinham de atravessar,

como viagem que é a razão,

nas emoções

porque sintam o que se tornaram,

por destino,

a anunciar o que poderá ser

o amor verdadeiro,

como sendo um amor impossível,

que entrou de madrugada

na forma de uma história

como mistério,

como realidade incontornável

que se aperta nos obstáculos,

na reflexão sem tempo para viver,

que partilha o interior,

no caminho que chegou,

ao amor que é a sua alma,

nas palavras

que definem o objetivo de viver,

no desejo que é eternamente deles,

no coração que não duvida,

o que esteja na coragem,

que possa caminhar errante,

ao acordar nos seus pensamentos, que chamou o presente

a quem não se esconder a noite, que assinou o resultado,

na inspiração que seja o seu rosto,

no destino que se tornou

o mesmo tempo,

que veem e falam, e beijam,

a correr a distância

que tem de ser o mesmo tempo na relação,

que imprime o acordar, na canção que espera realizar

o sonho da felicidade

e a perguntar:

- Quando a brisa encontra o vento, será o momento? Será o amor?

publicado por antonioramalho às 15:00
link do post | favorito
Segunda-feira, 8 de Abril de 2019

A luz não é só uma luz

Abrir a porta ao que precisamos de saber, à história por …

- Tenta outra vez!

Abrir a porta ao infinito, na hipótese que sabe o nome do impossível, que tenha de ir na expressão das ações, olha para nós no recanto da compreensão, nas perguntas sem respostas.

O que é verdade, na missão que temos, não temo que foi capaz de dizer, para responder ao que precisamos de responder.

O presente, que dá sempre a cara, chama o que se passa, que não venha na luz, na certeza do Eu..

Cuidar do que é, o que devemos conhecer, no esforço que será recompensado, olha o espelho na assinatura de alguém que sabe a mudança que queremos.

Lembrar as palavras pintadas no quere ser a mudança, combina a oportunidade que tenhamos, que dissemos querer mudar, na coragem para não receber em troca, o que não admiramos na contradição do desejo, que faça o que é melhor, como pensa fazer.

- Mas eu..

Mais do que possamos imaginar a luz está lá, no parecer uma razão, na confiança que se baseia em ficar, para percebermos o seu significado.

À procura do que estamos, o tempo não consegue ser o que nos pertence, no desejo porque quer passar, ao que consideramos olhar o que não temos.

O que possui o amor, na medida das lágrimas que tivermos, não rejeita o sorriso na contemplação, por razões que busca o momento, no beijo das flores que fizeram ser um pássaro, continuar nos raios de sol, como consciência da porta por abrir.

- É o amanhecer!

publicado por antonioramalho às 14:46
link do post | favorito
Sábado, 6 de Abril de 2019

Vestir a vida

Se a vida fosse o que tinha o se calhar, não semeávamos o que acrescentar, de vestir o nosso corpo, porque não chega à extensão do que alimenta a vida, ao não quer ir ao que vai, no amanhã a seguir.

Porque vestimos uns pensamentos e não outros?

O que esperamos resolver o que descobrir, a descrever outro sentido na confiança que pensar em si próprio, fazemos o aqui, nas malas que deixamos à porta.

Porque vestimos a vida que não queremos?

O que adormeceu na espera, que verá o tempo para fazer, será a melhor direção dos nossos pensamentos, que têm de confiar, no Eu que expressamos para controlar os pensamentos, que se tornam preocupações.

A certeza pode entrar no não gosto, que somos a sentir a desarrumação, como está o porquê, nas portas que não nos pertencem e que forçam a esperança, alcançando a vida que parecer o que é a presença do tempo.

Aconteça o que acontecer, nós somos…

O que sabemos como é, veste o conforto no escuro.

Porque vestimos transparências, perante as sombras?

Enquanto aguardamos a fronteira, no ter lugar nas dificuldades, que respondem ao que seguimos, pelo que fizemos, acerca do que será percorrer a compreensão, são os dias que fazem ascender as dúvidas, na viagem por um caminho.

Vestir os problemas que nos disseram onde estamos, de fazer o testemunho, que viu a presença chamada na conquista, renova o nosso ser, na presença que confia nas imperfeições.

O que pareça o bem a cantar, no tempo que começar nos objetivos, enfrenta o que não sabemos, onde pensamos ir buscar o compreender o amor, que refletirá o que é o mesmo, na bondade que alegra o que continua a sintonizar o despertar.

Porque vestimos o que não queremos?

A medida que é possível, nas circunstâncias que são o fruto do rosto que refletimos,

canta sem cessar as atitudes de quem possamos parecer, e não ser o que quer dizer o verdadeiro eu, na realidade, o mais longe possível.

Porque vestimos o que não queremos, só para mostrar aos outros, no parecer, que é a manifestação de não viver?

Desperdiçar a sabedoria, que trata o que não sabemos, na estrada que descreveu o voltar para trás, na direção que não veja o tempo que não demora, onde encontramos a história verdadeira que começou nos pensamentos que cuidam de nós, a desfrutar do termos que pensa o que ficar, a confiar o que se chama o que não tenhamos de voltar.

Vestir o entusiasmo que guarda a presença, que habita no que queremos, pensa em renovar o primeiro dia, no resto das nossas vidas, sobre o fazer ao nosso corpo, na vida que habita ao que possui uma luz.

A cortina do que somos, na razão para pensar o que ajuda os pensamentos, desfruta do que realmente veste a vida, no exaltar o testemunho que entende, o que prometemos ficar atentos, nas chaves que permanecem na videira, de todo o coração, a confiar onde permanecemos, e onde vamos, na força que dá o que vai acontecer.

Ninguém sabe ao certo o que vestir.

Os escudos não podem dar fruto. A nossa força permanece nos ramos, por não ser o medo que esteja nas expetativas, que acontecem a controlar o que podemos parecer.

Não temos o quê?

Só queremos vestir uma roupa....

O momento que seja não aguentarmos, protege o fundamental na diferença que fica no desejo.

A luz não espera no escudo.

publicado por antonioramalho às 10:58
link do post | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Abril 2019

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
14
15
16
17
19
25
26
27
28
29
30

.links

.Visitantes desde Junho de 2010