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Terça-feira, 18 de Junho de 2019

Por ver as lágrimas

 

Aprender a voar,

pintando o céu,

pelo medo do impossível,

no desejo que tivesse,

disse cruzar a vida,

porque irá pertencer

ao que perder,

que contar a história,

que seria o tempo,

que achou que seria,

a arte

na razão para explicar,

que possa ser um sonho,

que certamente o sol

possa estar,

quem perceber

que somos iguais,

a dizer a mesma coisa,

por ter conhecido

a certeza que chegar,

que alguém explique,

à nossa volta,

o que somos,

que possa ser apenas um sonho,

que chegará,

um dia

em que não estaremos,

a dizer a mesma coisa,

aos pensamentos que perguntam

o que somos

realmente,

porque somos iguais,

ao que irão descobrir,

quando refletirem,

o que o mundo significa

que é envolver a alma,

na nova busca,

que é preciso manter o corpo, que está presente,

porque o movimento,

em paralelo,

não está a dizer o que somos,

na direção diferente,

que é abraçar

os alicerces incertos,

de uma direção que começa a refletir,

porque havemos de agarrar

a filosofia,

na vida que é transformar,

no certo

que é mudar para alguém

a construir a estrada,

em si mesmo,

todos nós que chegamos,

na direção que avançar,

porque é

querer viver,

nas perguntas que surgem

o que somos

realmente,

enquanto estamos a construir,

o propósito

no significado,

que se torna a direção da alma.

publicado por antonioramalho às 15:39
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Segunda-feira, 17 de Junho de 2019

O que não conseguimos ver

Sobre

a cama dos meus lábios,

que têm uma janela de ti,

desenhei a certeza

de não esquecer o que estava

em teu nome,

que quisesse murmurar,

identificando o olhar

na muralha da distância,

que é uma impressão

num terreno de poeiras,

que não sabíamos

o que contemplam as sombras

no silêncio para saber,

o aproximar que afastam as cortinas,

ao descobrimos no sol

que abandona a entrega da máscara

que somos,

em cada porta que desafiamos,

por dizer

o que se escondem nos retratos

no labirinto da esperança,

que voa,

falhando o que não está,

nos olhos

que não sabem ver na escuridão,

sem saber que aparece

o que não conseguimos,

que seria perceber,

abrindo os olhos

ao que nunca aconteceu,

como se chama

o que é uma impressão,

que não bateu à porta

sobre a dança da vida,

no corpo

que sente respirar o dia

que ascende no silêncio,

ao que recebe de nós,

em cada momento,

o que não conseguimos ver.

 

 

publicado por antonioramalho às 22:19
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Sexta-feira, 14 de Junho de 2019

O fogo que tem

 

Nas lágrimas

como espelho,

o teu corpo leva-me ao céu,

na espera que pensa o desejo,

como certeza no teu olhar

para encontrar os meus gestos,

na fronteira do momento que procura ser

o não ser,

que é amor

onde há

o que acende em mim,

os dias que partem sem ti,

que soma o que ultrapassa o vazio,

que é esconder

a imagem na história,

nos versos que entendem

o florir

a quem a solidão é a porta,

na afirmação de ninguém,

sobre a realidade que conseguimos erguer

no silêncio que seria o teu nome,

que tivesse o que semeia o amor,

juntos,

que não sei o momento,

a descobrir o sonho

no significado do instante

como emoção que constrói

a profundidade que se esquece a pensar,

no tempo do deserto

que é a tua ausência,

nas linhas do pensamento

como imaginação

que diria de ti

o tempo que estarei a escrever

na sugestão como palavras,

que é o caminho de trazer

a luz que faz o poema

que é nosso,

guardando a expectativa como caminho,

no invisível que procura o teu amor.

publicado por antonioramalho às 18:55
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Sobre a distância do coração

 

A dança do meu caminho

no ser como ilusão, é a tua presença no impossível,

no olhar despertado

em cada palavra,

que satisfaz a poesia que dá

o bater do coração,

sobre a sombra ao pôr-do-sol

que algema

o fogo da solidão,

na ausência de ti.

publicado por antonioramalho às 12:43
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Sábado, 8 de Junho de 2019

À sombra de um olhar

 

A verdade

à sombra de um olhar,

encontra o sentido que faz viver,

no incerto

olhando o momento,

na chama que a vida dá

ao que vivemos,

no que somos de ninguém,

em que não esquecemos,

o que erguer

o que é sonhar e esperar

de ter,

o nada que seguir

a cantar,

no silêncio que me deixa ouvir

o que pode ver a intenção,

de um amor que brilha

na razão que toca

o tempo e o espaço,

no mar que trouxe

o que tenha o tempo de sentir,

de quem era o coração,

verdadeiramente,

à sombra de um olhar.

publicado por antonioramalho às 13:52
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Sexta-feira, 7 de Junho de 2019

Com um beijo de amor

 

O que fechou os olhos

como um beijo de amor,

para trocar contigo,

quando senti o vento nas noites que pareciam ter

a força ardente no afago,

que olhou as estrelas

em todas as lágrimas que secam

a natureza que rasgar

a tua nudez, como palavras onde crepitava a felicidade

na imagem que são cores

dançando na doçura

das sombras que tentam as flores,

desenhando o céu

nos teus passos

que trazem o prazer pelo teu corpo,

a contar uma história linda,

com um olhar, no sentido

que faria o que é,

unindo a sombra ao sol,

na tua vontade que encontrar

o meu coração,

no fascínio do caminho

que me leva a ti, como uma flor na paisagem,

desde o primeiro dia em que te vi,

que tenha a dança nas palavras

que buscam

encontrar-te, quando dançares para mim

o que tenta um olhar.

publicado por antonioramalho às 23:18
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Quarta-feira, 5 de Junho de 2019

Esse olhar…

 

O coração partido,

no sonho sonhado

que se desfez, nos dias

impossíveis de escrever

o que não são palavras

na realidade

das minhas lágrimas,

de onde seremos o que traçamos,

porque o mar

é terra do outro lado

e o sol chama as nuvens

quando a chuva tiver a desolação,

que está em mim,

que sou nada sem ti,

o que é viver

na impressão

das páginas sem cores

que traçam a primavera

por haver,

quando o sol desperta o seu brilho,

na minha alma, que passará

o que estava pensando, como acordarei

o que serás,

nos símbolos dos teus olhos

que não me olham,

de pensar a minha realidade,

que é de ti, sem mim,

por te amar

na nossa verdade, no sonho à janela

a escrever

o que é viver, que somos na paisagem

o que vivemos,

sobre a plenitude de várias cores,

porque há a força do despertar,

dos teus sonhos, que é estar

ao que pudesse crer ser eu,

o nome que sente a janela fechada,

por entre as flores que desconheço,

no interior da dúvida

em que creio

quem fui, quem sou

quem te diria o momento,

em que nada me dói, no momento

nas lágrimas sem nome que deixaram

o meu coração chorar de desamor,

na canção que os meus olhos sentem

o que o meu coração não sabe tocar

ao piano,

do silêncio que fecha a dor que vem,

no tempo que não sou uma certeza, de te querer chamar,

no meu ser,

de escrever um poema extenso,

de tanto tempo na razão que olha,

o que já não sei sentir,

de tanto sentir por ti,

na proximidade em cada desejo,

que seja a porta que é irreal,

que viu o espelho,

na luz sem sombras que enchem o dia,

de não ter,

o que está em ti,

que sou eu,

no infinito de nada,

segundo o pensamento,

de não partires de mim,

no desejo impossível

porque te quero,

nos meus poemas

para escrever, o que sentir profundo,

a mostrar o que interrompe a dor,

na janela que passei a ser,

esperando…

publicado por antonioramalho às 17:30
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Terça-feira, 4 de Junho de 2019

O teu coração a amar

 

O que era a estrada que falha o piano

com um sorriso,

no silêncio das tuas mãos,

eternamente em mim,

na memória que tenha

o que acolher o longe,

através das lágrimas,

olhando onde ficasse

para um canto, o meu coração

que é o destino

do teu olhar em silêncio,

onde ficasse uma janela que somos,

tocando o que existe,

onde há

o que não sou,

quando tocavas para mim,

a melodia eterna,

do teu coração a amar,

nas páginas irreais que se voltam,

no recanto que dorme a ouvir,

o raciocínio subtil, que deixa estar o eterno,

ao som que vem de longe,

a tocar o horizonte,

onde o meu coração sonha

amar profundamente

onde está o baloiçar

que deixa pensar a ilusão,

de quem sabe a saudade

de sonhar contigo

à janela do momento,

no conforto das emoções,

sentindo onde está o amor,

a ouvir a serenata ao piano, que toco para ti,

ao luar do pensamento,

que te vejo

onde não esqueço,

o teu corpo e o teu olhar,

numa dança que tinha

uma cor de encanto,

na minha alma que vivia

no sal das lágrimas,

que esperavam por ti.

publicado por antonioramalho às 16:03
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Domingo, 2 de Junho de 2019

A lua encantada

 

 

Na oportunidade de te ver,

em cada dia,

na terra, fogo e mar,

nos jardins secretos para te amar,

que ainda sentem os sonhos

na passagem de mais tempo a querer-te,

no meu próprio céu,

no mesmo sol que te canta

à janela dos afetos,

o que chega em cada flor que te ofereço,

na explicação da imagem

no tempo suficiente

como lua no coração,

que se abre ao amor,

que seja desnudar o silêncio,

em cada imagem tua,

na beleza que impressiona

que é única,

como arte que acorda o sentimento,

em cada manhã

aninhada nas montanhas

que se abrem o mar, ao que se tornou uma ilha,

na imaginação da palavra

que acreditava no halo de luz,

como horizonte da lembrança de ti,

a caminhar non encantamento

e a erguer-se na paisagem,

como perspetiva de tempo, que decide a saudade

ao que seremos,

na sedução da satisfação,

que pensarmos estar juntos,

na perfeição do sentir, do demasiado que é verdade

quando chegar a linha do horizonte

ao que é o toque como carícia,

no poema que escrevo para ti,

acordando no teu abraço,

a querer dizer o quanto te quero,

na sombra que procura o mar

nos traços da tua silhueta que é beleza

perfumada de amor,

como uma miragem

na terra dos sonhos,

que parece ter o mar e o vento,

nas ondas a bater no teu corpo

como estrada que quero cantar,

no espelho que atravessa as lágrimas

como viagem

que esculpe o meu amor

no teu olhar, que seria guiar o sol

na paisagem inimaginável, a acontecer

no que revela a natureza,

como labirinto dos teus contornos,

nas muralhas que se abrem na areia

a recordar a tua beleza como fogo, nos gestos

que constroem a entrega,

no meu pensamento,

que continua

a refletir para ti,

a viver em harmonia

a luz que assinala

o luar

construindo uma passagem para ti,

a correr ao vento,

no esplendor do momento

que envolve o mistério,

na sombra como limite

a falar com beijos

no trilho que atravessa o desejo,

que tem a paisagem do eterno.

publicado por antonioramalho às 15:38
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Sábado, 1 de Junho de 2019

O amor sem aviso

 

Por te ver,

o amor

tocou à porta, abriu o livro celeste,

as páginas esvoaçaram no olhar

e nos rios que se tornaram versos,

a esperança

cruzou os braços,

no seu pensamento o amor

apanhou de surpresa o que sentir,

que queria,

no gosto de alguém que aprendeu

a pintar o tempo,

que tivesse os versos

segundo o poema escondido,

na escolha para cantar

os teus gestos

a seta eterna

que tomasse o seu olhar,

no caminho que seria estar

esperando

a arte e o engenho

que se contentava dizendo

aproximar demasiado,

nas lindas flores que te ofereço,

como um sol que se perde na luz,

que disse à sua maneira,

percorrer os rios e as montanhas,

no olhar que vira o tempo sorrindo,

para te encontrar,

na transparência do teu coração,

que quero amar,

de quem fala o que é,

nas flores que se tornam amor,

que o tempo é um fogo

que se queima no amor,

na impaciência que vence o dia,

que ardia na minha alma

para alcançar o desejo,

de nos esquecermos de viver,

de mão dada, ao pôr-do-sol

que foi fazer a verdade,

na cor da magia,

que se perdia em ti

a dizer amar

o que mostrou o coração

que merecia o que fosse

a ousadia,

de começar a servir o destino,

em cada dia,

de ser o céu na esperança de um dia

te amar,

sorrindo de viver o amor,

na música quanto sente ser

o que marcou a seta,

de te encontrar,

porque era a oportunidade

de rasgar a saudade.

publicado por antonioramalho às 16:18
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