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Domingo, 24 de Maio de 2020

Só tu e eu

Só tu e eu,

onde quero estar,

devia ser o que confirmar,

o amor que se aproximou.

 

O que é meu,

que nunca tinha visto dançar

tanto quanto o teu olhar me tirou o fôlego,

que não há uma mulher tão bela,

ao teu amor

que dançou em mim,

na morada que sou,

para dizer onde estava o nós,

que não acreditaste em mim.

 

A maneira de ver a verdade,

que diz que nunca esquecerei o dia,

ao dia em que te vi,

que se tornou amor na questão,

de nunca ninguém ter brilhado como tu,

no significado da expressão.

 

Só tu e eu,

que somos o postal do amor,

onde está o brilho

que se tornou a alma,

ao momento porque nunca esquecera

a maneira como vives

por falares o que sentes,

que é o desejo onde tropecei

ao olhar para ti.

 

Ficámos onde não está o tempo.

 

O tempo como sinal,

que perdi por não te ter,

ao meu lado que sei perguntar,

são os dias por dizer.

 

Nas lágrimas

que se lembraram de acordar,

saiu a imaginação

a ofereceu a dor

ao porquê que nunca disseste.

 

A verdade que for aparecer

nas flores que o tempo enviou,

era o desejo do teu beijo

à minha vida que somos,

o que queira saber o tempo,

ao que foi o amor.

 

Sem ti,

a saudade revelou a realidade,

ao lugar que se tornou

o que não explica,

que as flores secaram

nas palavras como coincidência

ao porquê da tua ausência.

 

As flores de ninguém,

disseram o teu nome,

na chama que apagou a esperança.

 

Na distância do céu

que me chama,

é a raiz que não é,

ao momento de amor que descobri

o que poderá perguntar

o que não queria,

que é a minha vida

sem as tuas palavras de amor,

a levar o meu caminho

de quem será

porque foi encenar a solidão.

 

Em cada passo a chamar a ação,

eu e tu,

na paixão que procurou a vida,

terá as lágrimas que são palavras.

 

Quando morrer,

levo da vida a dor,

ao verbo que é um sentido

que talvez seja o que disse o tempo.

 

Na vida que pensava ter,

vive um desejo na fronteira da liberdade.

 

A razão que não permitiu

que vivesses ao meu lado

ficou no portão do sempre.

 

Sem ti,

não consigo perceber o que o amor é.

 

Porque não posso esquecer

a tristeza de não te ter,

de saber que sou apenas

um olhar na luz que deveria tocar.

 

Sem ti,

não posso mais caminhar

no mundo que se desvanece.

 

A lua em fogo no céu enorme,

chora na tristeza

que tocar o que não aparece.

 

Queria estar no teu caminho,

queria ficar em ti,

à espera das estrelas,

no sol que está a nascer.

 

Eu não possa viver a vida no mistério.

 

Perdi-me um dia nos teus olhos

e no teu abraço,

senti elevar-me ao céu

no amor que chamou por nós.

 

Não sei o porquê,

mas não consigo negar o que senti,

que apareceu sob destino

esculpido no teu corpo.

 

Não serei encontrado

para compreender a chave…

 

Nos teus olhos disse existir,

o que só precisava de estar.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 11:21
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