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Domingo, 29 de Setembro de 2019

Queria ser

 

Quem o teu amor olhasse,

como gostava,

ao espelho de estar contigo,

a poder entender o que distinga a cor do teu abraço,

que beija o teu rosto

na mulher para ter,

o abraço que emoldurar a doçura,

a sonhar no teu encanto,

que nos beijemos apenas.

Queria ser

tudo o que esquecesse,

para ecoar em mim o teu amor,

ao som dos corpos nus que se envolvem,

na lua que dança para nós,

que é sempre o meu olhar.

Queria perder-me em ti

na chama que tenha o amor,

que morar na hora sem pausas,

que dissera o sorriso ter,

de quem é o corpo que me abraça,

enquanto espelho,

que devia ser o meu amor por ti.

Queria dar-te o luar,

aconchegando o calor,

sonhando na noite das estrelas cintilantes,

a cruzar as mãos que não se desprendem,

num suspiro bem fundo.

Queria ser os teus passos na transparência das cores,

que os meus dedos dizem não haver distância entre nós,

que ficam tocando os dias em ti,

na nossa própria vida

que se debruça e canta o verbo amar.

São as minhas mãos no teu corpo

deslizando, nas letras como beleza na harmonia,

a escrever a razão no coração,

de tanto acreditar sentir

de um olhar por ninguém.

Queria ser o que faça correr

o meu pensamento

no amor eterno,

que gostaria de despir a ousadia,

nos versos que ninguém diz,

nas linhas do teu corpo que percorri

até sempre, a desenhar as emoções

em verdade no encontro que não foi,

o que fosse querer a paixão que saiba compreender

o que daria a minha vida,

pelos traços do meu amor que tens.

Queria ser teu

nas flores que imaginei dar,

nos olhos para lá do infinito

tocando o amor em cada olhar.

Queria ser a nossa casa, que dançar contigo,

no acaso de um gesto que aprofunda

os gestos de seres uma mulher que atravessa os meus passos,

caminhando ao sol, que guardasse o que fosse

o gosto que deveria ser,

a alma que devia ter.

Queria ter-te aqui

ao meu lado,

de tudo ousar ao desejo da minha boca,

como um sol nos braços que se estendem para ti,

por tão pouco

que lembra o meu olhar em ti,

ao vento de quem disse querer muito ter.

Queria ser a noite que se avizinha,

no teu abraço apertado que pedir para continuar,

aonde está o céu no teu rosto,

a tocar as minhas mãos que te encontraram.

Queria ser a vida inteira que amar-te,

a querer amar, por amar

o teu nome que cantar, a dizer que nada existe

para além do amor,

na sede dos beijos que não demos, no meu corpo a procurar-te,

cantando palavras belas ao luar.

Esperei por ti tanto tempo, no meu coração que sente,

naquele dia quente,

e não apareceste….

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 10:48
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