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Quinta-feira, 27 de Junho de 2019

Quando lá chegarmos

 

A estrada que haja, enquanto somos o lugar, que nem

pergunto o que não responde, por te amar, de mais nada,

no capricho que diz trazer a minha vida em ti, nos meus

versos, que são a vontade a chamar por ti, sabendo o que

sentir o vento que corre em nós, nas palavras de quem é a

realidade, como uma estrada que chegar, com o céu que

perdeu o poema, olhando o nada, na tua ausência.

Não quero partir sem ti,

na estrada que haja, como ideia que sabe o que sentir, que

chegar em estrada nenhuma, para além dos poemas,

são a sensação que sonha caminhar no amor, a não querer

acordar, no pensamento que diga imaginar, estar em ti, por

viver como palavras, quanto desejo.

publicado por antonioramalho às 16:50
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