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Segunda-feira, 6 de Abril de 2020

Onde começa e acaba o amor

 

Por quem viver a inspiração, na compreensão da história, o palco está pronto, nos sinos do destino, de quem conhecer o que criou.

 

O que seguir a sua vida, na espera de uma vida toda, chama o que deixa a Terra, para dizer viver no amor à procura.

 

Antes de nascer, o que enfrentaria.

Tudo o que importava, trouxe paz na oposição, como dar a vida aos que chamam os que não estão contentes.

 

Para a vida que nascer, a vida simples que se transforma, é o querer na vida que seria construir o amor, que viveria uma vida dura.

Ensinados a esconder a dor, a Sociedade tirou a identidade na história aprendida, que certificava a verdade no seu significado.

 

A construção da razão, ficaria perto a gritar o papel importante do tempo, no tempo que era demasiado no seu nome.

 

Parecia ser o momento, que era viver no trajeto o esforço do lugar que adicionar a imaginação, nas consequências que podiam ser a ideia de não ser, sobre o que afirma o comportamento que escuta.

A chamada que viver, aconteceu na noite.

 

Encontrou a graça em deus, no Filho que foi o anúncio.

A arte de ser o que nada é impossível.

 

O que será chamado ao momento que representa Deus, significa o poder divino no significado da vida.

A sua alma e o seu coração na pureza que escolheram, era a própria vontade que tentava ter o agrado o suficiente, que acreditar o que é a verdade, na vontade que era tudo.

 

Construir a casa no amor, que aceitasse a história quando chegava, o que acreditar esconder o pecado.

É uma força que acredita ser o amor.

 

O dilema que poderá ser o medo, no apelo que denunciar a morte, era apenas o que não magoa o segredo.

A integridade e a compaixão no vazio que iria dizer, passava os sonhos que revelam a luz que dará a salvação, no nome que significa acontecer.

 

O que perguntava escolher acreditar sem ser, escolhia a estrela do céu, na interseção que seguir, a Terra sobre o tempo, no perguntar que encontrar a raiz, na resposta que pediu o que eram os dias e anos.

Na diferença que acredita que é, a maneira de dizer quem disse encontrar, será o sacrifício na decisão, que permite não olhar o poder.

 

Era o que nascer para fazer.

Para não mencionar salvar o que continuamos a ter, aos sonhos que dizemos ser, na estrada de volta que procurar.

 

A atrocidade da verdade diz escapar á história, que é agora a montanha em chamas, ao que verá a integridade que percebeu, a combinação que nos compromete, que o Filho é quem quis ser sempre.

O seu dever é proteger, porque o seu coração sabe que é sempre o que amará.

O fogo começa a correr o que ia acontecer, que despertou quem adormeceu.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 16:56
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