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Sábado, 20 de Agosto de 2016

O sentido das lágrimas...

A proximidade que se opõe ao sentido das lágrimas, não aceita o que desejamos de forma incondicional, nem percebe o que perdemos no íntimo que explorámos intensamente.

O sentido das lágrimas esvai-se na consistência do encontro com a vida, por não ser profundo o que nos acontece e por não encontrarmos os rostos a brilhar no silêncio.

Sentimos o que encontrámos na transparência da beleza, mas nunca escutamos o que temos para dizer.

A verdade que é apenas...um ponto de vista. Afinal estava ali, a dizer o que começou em nós e não quisemos aceitar.

A verdade começou na preocupação por não termos e por sermos.....por não pertencermos ao outro eu....de ocuparmos o tempo que nos destinaram.

Não escutámos o coração, não interessava o desejo. A atenção fracassou no que não lhe demos....

Magoámos as situações e as disposições.

Não pudemos ir ao significado das coisas e não tivemos coragem.

Perdemo-nos nas alternativas dissipadas. Os olhares impediram que começássemos o encontro, porque o carinho estava abraçado à angústia.

No encontro com a vida, estava a distinção e a diferença.

Não a vimos!

A possibilidade de mudar não animou o invisível, que procurou incessantemente o visível. Na arrecadação repleta de esforço, o visível não justifica a atitude. A confiança estaria no espaço por fazer e que tivesse.

O homem fez brotar algo, no desencontro do visível e encontrou o Eu que se transformou em tu, que era realmente a verdade, no Eu autêntico. Era mais fácil descartar o invisível.

Será que ainda existe o invisível? Onde?

publicado por antonioramalho às 18:27
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4 comentários:
De fashion a 20 de Agosto de 2016 às 19:24
Existe naquele lugar para onde não conseguimos olhar, verdadeiramente. Adorei o texto!
De Anónimo a 20 de Agosto de 2016 às 23:02
O seu sentido? Descem e acariciam a face. Todas as decisoes envolvem riscos. Por vezes, e apesar das reflexoes, provocam tempestades. O espelho nao reflete nas duas faces. Afinal a intençao nao está ao alcance da compreensao. Expor o eu e a sua evoluçao. As sementes brotam afinal no sentido errado. Provavelmente a imobilidade teria sido o mais seguro mas tambem o mais comum. Com tempo, esforço e dedicaçao, a confiança cresce. Mas ha tempos diferentes. Uma leve brisa torna mais uma vez a queda previsivel. A atitude de mostrar apenas o invisivel pode tornar-se mais um erro. A pressa torna-se um obstaculo que pode ser definitivo. Mas: "Eles estão a caminhar e a aprender, tal como nós!..." Pode ser mais facil descartar o invisivel.
De Anónimo a 21 de Agosto de 2016 às 00:48
“Dizem que a vida é para quem sabe viver, mas ninguém nasce pronto. A vida é para quem é corajoso o suficiente para se arriscar e humilde o bastante para aprender.”
Clarice Lispector
De Anónimo a 22 de Agosto de 2016 às 15:59
Somos bagagem. Somos feitos de coisas que trazemos da vida. Carregamos connosco todas as alegrias e desventuras que ja conhecemos.
Todas as lagrimas choradas e todos os risos sinceros. Todos os tombos que demos e as nodoas negras que os recordam.
Todas as vitorias conseguidas e o suor que as fez alcançarem.

Todos somos bagagem. Pedaços de coisa que conquistamos. Fragmentos de experiencias. Pecas de um todo, que sozinhas nao fazem sentido.

Todos trazemos bagagem. Malas cheias de sonhos. Caixas com sorrisos. Pacotes de Tristezas. Sacos com saudades. Caixotes com conquistas.
Todos temos bagagem. Emocional. Material. Sensorial.

Somos bagagem. E precisamos de que o outro esteja disponivel para nos ajudar a desempacotar caixotes. Mas, antes disso, precisamos de estar disponiveis para aceitar a bagagem do outro.

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