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Quarta-feira, 22 de Abril de 2020

O rio está demasiado longe?

 

 

Algo na essência da vida.

Para os fracos…onde é quase impossível… também chegam ao rio…

É uma rota muito delicada…

Reafirmar os seus laços, que continuar a existir…

Ignorar simplesmente um pavio aceso…Sobreaquecer ao sol, pelo calor escaldante…

Deixando apenas algo a fluir novamente, numa corrente de espera, que fica a ver o que pode confirmar o que acontece.

Num único dia, restaurar o equilíbrio, unindo a paisagem desértica.

O fogo deixa a sua marca, a acreditar que podíamos mudar. As chamas germinam as sementes.

Quando chega finalmente a chuva, a vida floresce, nos sinais de uma vida nova.

Em direção à brisa, o deserto árido podia vir a ser uma dádiva no desafio.

Só precisamos de aproximar o suficiente, e descobrir a maneira para conseguir.

Resta-lhes esperar. Esse é o forte dos vencedores.

Vamos avançar. Podemos pensar que não há energia do sol. Mas o mar recupera.

Chegar ao lago, na água que é necessária à vida.

Aprendemos algo importante na unidade, para um objetivo de sentido comum.

O que flutua na vida depende da paixão, ao vermos o que ficou. Entender a vida.

O azul sem dúvida. Dá-nos uma visão nova. devemos tudo a este mar.

Quando procuramos o essencial.

O que nos dá a vida?

Para escalar.

O que sentimos que voamos, que se assemelha ao continuar a subir.

Quero continuar a subir. Onde esteve exposto, porque é fácil de ser.

Para passar a palavra que gostaria.

Mostrar o caminho a seguir. O meu sonho é…

Temos de agir agora.

Quando vemos a paisagem de cima, verificamos que estamos num lugar que é possível que seja o que continua a fluir.

Com o passar do tempo, a diferença dissolve-se.

Podemos ver o mundo, sabendo o que vemos.

A vida surge porque se torna interessante.

Ajudar a compreender o que acontece, construindo o nosso mundo.

O que se torna vida, que nos diz misturar a imaginação.

O que é ter o que adiciona ao que nos tornamos, é começar o dia na verdade que há.

O que pode percorrer o corpo, a tudo o que é humano.

Mas há algo mais. O que parece o que comunicamos, uns com os outros.

As lágrimas não caem. Era a vida necessária para começar.

A fonte como havia na chuva que tinha o mar agitado.

A vida seria muito diferente. No silêncio que acontece num só lugar.

Tudo o que foi um lugar de nós, pensando na origem, no princípio que foi.

O que descobrimos que há…

O ciclo de vida como princípio e fim.

Chegar ao lugar certo para descobrirmos o que é a transformação.

Na chama que é essencial, torna-se vida para entender porque é.

Pode associar-se ao infinito para criar.

Imaginar algo mais forte do que o aço e mais flexível do que o elástico. O interior na união do amor que nos ajuda a manter o que nos torna únicos.

Um mar interminável para compreender o interior.

Fala-se do túnel da morte, que transforma um rio.

O mistério que é, pode ter surgido na vida que pode ter a viagem do que podemos imaginar que depende do deserto. O que fomos construir, ao que não conseguimos sobreviver, chama-se criar a vida que avança.

Quando entramos na escuridão, nunca sabemos se continuaremos.

O espaço apertado na espera, fica aonde temos de passar.

Os sinais que podemos imaginar como primordiais, vivem nos confins do universo, na força em cada um de nós.

O que nos tornaremos na distância?

Em muito lugares, a energia encontra uma lua gelada. Se olharmos além, acreditamos que é possível encontrar o que parecera diferente.

Porque é a nossa casa, no momento frágil onde a vida começa e acaba.

Porque em todos os outonos ocorre o inevitável. As folhas caem.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 14:37
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