.posts recentes

. Na minha imaginação

. Querer ter

. Reflexão sobre…o sucesso

. O azul negro

. A cada passo fica mais pe...

. A tua presença na ausênci...

. O que oculta o tempo

. Musa? Alma gémea?

. Por te ver

. O canto que passa em ti

. Na sombra da ilusão

. O que não é apenas

. Haverá sempre montanhas p...

. Mãe terra, mãe pátria

. Sentado à tua porta

. A solidão do tempo

. As lágrimas que arrepiam

. Aa páginas em branco

. Não sabem o caminho

. Um pouco mais

.arquivos

. Maio 2019

. Abril 2019

. Dezembro 2018

. Junho 2018

. Maio 2018

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Janeiro 2014

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Março 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

Quarta-feira, 24 de Abril de 2019

O que tenha dito o olhar

O desimaginar do caminho

que não sei perguntar

o que era conversa,

no destino que ninguém lembrava,

dissera a alguém

o que decidiu jogar,

por um momento apenas,

o que não diga a vida

no óbvio que seguia das frases feitas,

que dissera lembrar

o meu espírito,

que tenha sido a existência,

a lembrar as chaves

que ninguém perguntava,

o que era preciso no silêncio,

que começar a olhar

o que ninguém falava,

que não sabia esculpir

o coração que prende,

o olhar abandonado,

para além da vida que muda

o que perguntasse a outra casa

o que acolher

os livros que faltavam,

na apresentação de uma porta

na obra inacabada,

que fora o que tínhamos,

que esperava que dissesse

o que se chama destino

na certeza

que não tenha a certeza,

que espera de nós

o que tem sido o desapontamento

a acreditar

que cruzar o coração que mudou,

na razão entrando pela janela,

o que libertava o mistério,

porque se atreveu a sonhar

o não sentido

nas palavras que soltam o que não começou,

quando pensamos o que é

o porquê

porque começou,

na palavra de um olhar

que não disse

o que sentia,

na emoção que diga

o que não diga,

porque os olhos disseram o que as palavras não,

porque pensava que era um sonho,

por não dito,

no sentido

que te esculpiu para mim,

pela janela de um sonho

sem espaço e sem tempo,

na decisão,

porque amar a sombra num sonho,

no espaço e no tempo

de um lugar,

fez amar a ferida sem fim

as palavras sem palavras,

que podiam ver

pelo caminho,

a verdade no meu corpo

que chama o saber

que sabia que era o papel

de um sonho

por um lugar no coração

de não ter,

o dizer que encontrei

talvez demasiado tarde para viver

publicado por antonioramalho às 09:42
link do post | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Maio 2019

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
20
25
26
27
28
29
30
31

.links

.Visitantes desde Junho de 2010