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Quarta-feira, 25 de Abril de 2018

O que realmente podemos fazer

A ilusão que existe na ignorância, é uma parte da vida que funciona a desejar ter, vivendo no conceito para não dizer a verdade, no propósito do amor, que chama uma realidade, no espaço que pareça o que não tenta fazer de si, a sua alma.

O que revela a diferença que nós somos, no poder de mudar, como uma nova maneira de entender a vida, nos passos para ser feliz.

O que revela a diferença que nós somos no poder de mudar, como uma maneira de entender a vida, nos diferentes passos para ser felizes.

Não satisfazer o que não estaríamos atentos, na exigência espiritual como consciência a partir do que queremos ou precisamos realmente.

Fundamentar aquilo em que acreditamos, questionando sempre o que fizemos na iniciativa que permite o que possa explicar.

O que pode ser difícil na mensagem que ficava em algo simples, com os valores fundamentais da realidade, como ensinamentos estruturais a dizer o que está no absoluto.

A ideia de acordo com a coragem disposta a proporcionar o mistério onde viveríamos como um tempo que podíamos haver, a continuar na escolha da dignidade como ferramenta com os outros.

O resultado que pode fazer o que seria por nós, o conceito da nova verdade, como razão que sabemos na verdade, na nova maneira de sentir o universo.

O que continuava nas ideias como forma do que se passa, olhamos a humanidade no conflito das possibilidades que nos esperam.

Considerar o que aprendemos nos seus ensinamentos, tem de ser a perfeição a considerar a experiência pessoa suficiente, na partilha como propósito de vida.

As palavras que dizem a nossa maneira de estar, como tarefa que revê a mudança do que acreditamos, virando a atenção para a mudança a ficar pelo medo, a aparecer na resposta que descreve a compaixão e a compreensão.

O que precisamos no sentir que renasce na espera, é a descoberta do conhecimento dentro de nós, a reconhecer a viagem que está a avançar, no nosso entendimento para sabermos o que há para saber.

Voltarmos a entrar no significado que perdemos, iniciando como é o amor em nós, indicando o que pertence aos objetivos de ajudarmos os outros.

Como queremos ver, o que realmente podemos fazer.

publicado por antonioramalho às 17:57
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