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Sábado, 28 de Março de 2020

O nada que tem o olhar

 

Porque estou o que não era,

o que pensávamos que não conseguíamos ver,

foi a sensação vestindo o que diria que há,

de quem recebe o que não escolheu,

acreditando que seja

a mensagem porque chega a ser, o que não vive

a escrever o que entrega a vida,

mudando as pegadas que Deus ensinou,

na atração que sente a liberdade,

que foi uma luta na sinceridade

como parte de nós a ajudar, o nada que a vida gerou.

 

O que tem o olhar que disse não,

ao crer que toda a vida era,

vê em simultâneo o passado, o presente e o futuro,

que quiser saber salvar-se,

o nada que tem o olhar

onde está o que viu o amor,

na ameaça que temos,

como recordação que fará o encontro

do que sabe de nós, o que é um lugar na contemplação,

que seja um sinal do tempo

que será a sua imagem,

no coração que ainda bate.

 

A história que pode dizer a razão,

que tem o que foi a vida,

encontra a certeza que era

onde estava o corpo que sentimos perder, o que temos

ao lugar que seja o que morrer,

na história que espera como graça,

o que é o nada que tem o olhar,

nas vidas inanimadas que chegarem

na solidão de partir.

 

Evitar o que não é verdade, o vazio que acaba por ser

o tempo a descobrir

que há vidas na confusão, o que está a ver

o que estamos sempre a encontrar,

a esperança que seja

onde estamos, que parece que não,

o que pensei que estava a olhar

o nada que não quer esperar,

o que foram as pegadas na areia,

na criação de si mesmo,

o sonho enganado nos degraus a perderem o caminho,

a forma de fazer

o que nunca é ter o que observa o olhar.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 10:55
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