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Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2016

O CÍRCULO DO AMOR

O círculo do amor começou hoje!

O que se exprime no tempo e que aconteceu no momento, à espera do que se dá e acrescenta, à vida que prometemos, quando chegarmos ao melhor que parecerá, fazermos e dizermos, nas circunstâncias que quisermos, na satisfação que se pratica no entusiasmo.

A reciprocidade de quem fica dando o que tem, naquelas palavras que mostram a transparência que seja a alegria e a vontade, que seja o que conta, no propósito das lágrimas sinceras, no sentido de cada dia dia da nossa vida.

Gostar do que cremos ser a impressão no íntimo que torna a ênfase, no que se transforma o significado que faz vibrar o encanto único que procuramos e que responde ao que pensamos.

A grandeza que haverá de ser, no que dedicamos dentro de nós mesmos, à oportunidade de começar pelo princípio do que somos e na viagem da ajuda que permite ser realmente feliz.

O que parece que veio chegar, no sinal que marcamos nas palavras e na acção, que esperávamos na bondade do ser humano, acontece por si, no sofrimento que empacota o que teria sido o decorrer da vida, enquanto partilhamos o bem, na expressão que mostrou os pensamentos egoístas na escuridão.

O que pode mudar e que ficará na acção que possui o tempo, vamos esperar na surpresa que começa na esperança que desprende o que descreve o que parece, para manter o bem, em quem perdeu a confiança no amor, para assistirmos aos sinais que encaram a realidade.

Ninguém onde está, define o que pareceu engrandecer a razão, na demora que nos envolve, na ajuda que precisamos e no segredo, passo a passo, que descreve o círculo do amor, que alguém começou, num estado de espírito.

O círculo do amor começou hoje!

Talvez um dia se saiba o que é! Talvez nunca se saiba! Sempre teremos o suficiente na actuação. Na expressão do respeito pelo outro ser humano, perfumado pelo amor e pela generosidade de um papel importante na atitude e na acção, nas mãos de quem dá!

O amor substituirá a distância, que poderá curar o que não precisamos.

publicado por antonioramalho às 13:43
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