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Domingo, 28 de Abril de 2019

Não sabem o caminho

As palavras que vemos,

na sombra

que não escreveu a noite,

sabem

que talvez seja o momento,

no caminho que não sabem,

nas pedras únicas que procuram

os dias

que dirão às palavras,

ao olhar que chama

a resposta, nesse dia

que precisa de ver a noite,

na terra que são sombras

de um outro dia, quando era o que vai dar

nas palavras

sobre o teu rosto,

que traçam a vida

na noite que escrevemos.

 

No propósito que travou

a procura,

na escolha que interrogou

o que queria levar

ao que posamos fazer

e que disseram,

na coincidência do silêncio,

as palavras ressequidas

escolhem

a nudez da claridade,

nas sombras que se despem

sem sol,

como passar

o poema sem palavras,

a atravessar a página sem música,

que corre na água do rio,

a cada passo,

no abraço sob o rumor, além das sombras,

que há no olhar

de outro nome,

no vazio dos muros

que renascem,

nas letras que percorrem

a diferença entre o sol e a sombra,

como distância,

no instante

que veja a cegueira

na busca que soluça

na terra

o que despe as letras,

de quem persiste no corpo único da dúvida,

entre a vida e a página deserta,

sobre as árvores que são frias,

a trazer

os terrenos na cópia da esperança,

que se transforma em vento

a quem deixou,

a orquestra do infinito

nas palavras que são a forma

ao que pensou o jogo,

o que possa fazer,

que se envolve

no grito

que escreve palavras

no silêncio,

em nome de um corpo

que busca a figura no rosto,

na palavra sobre as sombras

que não podiam ter

o que pode ter

a imagem,

que persiste a chamar

o que se torna o desejo, que talvez seja o que persiste,

onde as palavras são o momento

no impulso

que nada veem.

São traços…

olham apenas.

 

publicado por antonioramalho às 15:58
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