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Segunda-feira, 6 de Maio de 2019

Haverá sempre montanhas para subir

Haverá sempre ventos agrestes e tempestades.

Haverá sempre janelas viradas para o sol.

Haverá sempre imaginação, no esforço a enfrentar e na persistência da ilusão, na ideia que tivermos algo a que nos agarrarmos.

A motivação, esperança e persistência, são a corrente no seu tempo, que acredita ter o poder, na passagem suficiente para reavaliar os problemas, na questão de saber exatamente o que se passa.

As veredas são pedras que se tocam, na energia que desempenha um papel,

como silêncio que guia o que é encontrar o desejo, para passar a noite a descobrir, o que é encontrar um pobre caminho.

O quotidiano na fé que remove o medo, sabe conduzir o significado, que descreve o que é abrir a janela, na medida do que é a força, que poderemos viver, o desfrutar do que há.

Achar o perdão, que pode ajudar o que fosse ver a personagem, olhando sem olhar, para mostrar a nós próprios, a ideia que liberta o jogo do vento, o que consiste em libertar as preocupações, para mudar a resposta, no tempo sem presença.

Por medo de subir a montanha, nunca subirá o que não sejam as preocupações, que cultivam a verdade, a não trazer a indiferença, de quem queira viver melhor.

Seguir o seu caminho, no instinto de encontrar uma palavra que vá despertar.

Pensar o que poderíamos responder, a olhar o caminho da montanha, à luz do sol, que diga cansar a realidade.

A afirmação da beleza, na transparência entre as preocupações, por mais tempo, que aprender ao que apontava o sentido, no caminho da montanha, segue a consciência.

As preocupações existirão sempre.

Procurar ter o senso comum que ignora o espaço, por perguntar a linguagem da serenidade, na orientação para substituir o que ilude, pelos pensamentos e pelo amor.

Haverá sempre obstáculos para ultrapassar.

O que deixa falar o que se torna a dizer, na atitude que diz de nós, o que estávamos tentando, é uma vidraça do que era desagradável, porque não há respostas.

O que não seja o tempo que se perdeu, na questão importante que decidimos querer, como um olhar que é o sinal que sucede, na passagem das contrariedades e frustrações.

A melhor maneira do que poderá advir da entrega, no coração que se declara, ao que aprender a força das emoções que passam.

A porta principal, no significado das consequências, caminha sem medo, no presente que é a razão, como coragem na imaginação, olhando os passos que se pronunciam nas palavras, que acompanham o que pode acontecer, em qualquer momento da vida.

Deixar o coração que levou a verdade que pudesse ser a coragem que se torna, porque sentimos.

O que achamos importante nas palavras, para continuar o que trazem as preocupações, a deixar o que podemos achar, que esperamos perguntar, no significado que mostrou a mudança.

A simplicidade para dominar as dificuldades, na serenidade, porque a tempestade não durará para sempre.

Saber conquistar no seu propósito, quando for o suficiente, no suportar as dificuldades, na subida da montanha na encosta banhada ao sol, na certeza de que continuaremos a subir.

A certeza de que na magnitude da natureza, vestindo a perspetiva que conseguirmos dominar no que somos, a interrogação vai ao encontro da luz.

Não importam as dificuldades, vamos subir a montanha.

O significado que se desmorona no encontro das estrelas.

Libertamos o poema que vai ao encontro da luz, que rompe o que diz o nada, tentando manter a serenidade, até ao último momento.

Sei que vão surgir dificuldades, mas também sei que darei o melhor.

publicado por antonioramalho às 22:52
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