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Quarta-feira, 5 de Junho de 2019

Esse olhar…

 

O coração partido,

no sonho sonhado

que se desfez, nos dias

impossíveis de escrever

o que não são palavras

na realidade

das minhas lágrimas,

de onde seremos o que traçamos,

porque o mar

é terra do outro lado

e o sol chama as nuvens

quando a chuva tiver a desolação,

que está em mim,

que sou nada sem ti,

o que é viver

na impressão

das páginas sem cores

que traçam a primavera

por haver,

quando o sol desperta o seu brilho,

na minha alma, que passará

o que estava pensando, como acordarei

o que serás,

nos símbolos dos teus olhos

que não me olham,

de pensar a minha realidade,

que é de ti, sem mim,

por te amar

na nossa verdade, no sonho à janela

a escrever

o que é viver, que somos na paisagem

o que vivemos,

sobre a plenitude de várias cores,

porque há a força do despertar,

dos teus sonhos, que é estar

ao que pudesse crer ser eu,

o nome que sente a janela fechada,

por entre as flores que desconheço,

no interior da dúvida

em que creio

quem fui, quem sou

quem te diria o momento,

em que nada me dói, no momento

nas lágrimas sem nome que deixaram

o meu coração chorar de desamor,

na canção que os meus olhos sentem

o que o meu coração não sabe tocar

ao piano,

do silêncio que fecha a dor que vem,

no tempo que não sou uma certeza, de te querer chamar,

no meu ser,

de escrever um poema extenso,

de tanto tempo na razão que olha,

o que já não sei sentir,

de tanto sentir por ti,

na proximidade em cada desejo,

que seja a porta que é irreal,

que viu o espelho,

na luz sem sombras que enchem o dia,

de não ter,

o que está em ti,

que sou eu,

no infinito de nada,

segundo o pensamento,

de não partires de mim,

no desejo impossível

porque te quero,

nos meus poemas

para escrever, o que sentir profundo,

a mostrar o que interrompe a dor,

na janela que passei a ser,

esperando…

publicado por antonioramalho às 17:30
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