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Domingo, 29 de Dezembro de 2019

De onde vem a maldade?

 

 

De onde vem a maldade?

De que raiz? De que semente?

A guerra responde ao nome, na sua aproximação.

Para ser sincero…

da luz não é certamente.

O que tenha de dizer, porquê?

Seremos pós. O que fizemos?

Esperarei lá por ti. A pressão é o caminho como postal.

A carta está aberta. Ninguém escapa, o que também é a fonte de esperança e coragem.

É inaceitável.

Um coração que caminha na decisão difícil, na ideia que renasce na opção, falou do que consigamos, no ser como alma, que são lágrimas sem fim.

Em busca do que cada um é,

no fogo que é impossível, pode o mundo conter-se a atravessar as colinas?

O fogo do ódio, que não acredita na aurora,

quer dizer que não é,

a ideia do agora,

que não há razão que pudesse ser.

Avançar, que sabe o que é ser,

que tenha esquecido,

o que era o sol entre as nuvens,

é aquela porta.

Avançar!

Antes de partir, mostrou onde ir,

pediu para dizer que não sabia nada.

Mas uma palavra não está no confronto,
passou do papel que somos apenas pó, um dia.

A sua escolha?

Eu vou sozinho para o mar, abrir o caminho, na importância do caminho, que não sei o fogo que será.

O fogo será o tempo para apagar.

És a minha luz!

Havemos de conseguir!

Continuar a avançar até ao pôr-do-sol.

Um dia vais perceber! Vamos chegar.

A verdade?

Estou à procura.

Onde estiveres, vejo um navio chegar ao porto.

A raiz da maldade, que cresceu em quem está, na fotografia que não faz a diferença.

Em busca do que podemos ter de nós.

Será o sol a brilhar?

Será o tem a escuridão?

Atravessar a noite na maldade imensa?

Para onde vais Mundo?

Para onde caminhas?

O que representas? O nada.

O que é difícil de dizer, que não me parece suficiente, como for a decisão, nas trepadeiras que engolem tudo.

É tudo.

Os dias que parecem séculos, não poderiam ser vida nas margens. Perderam-se sozinhos, no significado que ainda está em realizar.

O que ainda estiver a bordo, encontrá-lo-emos.

Não sabemos o que estamos a fazer ao outro?

Começar do nada.

O que não dignifica o homem na turvação da alma.

Serás vida? serás morte?

Quero voltar.

O tempo corre demasiado depressa.

Quero permanecer, quero chegar à outra margem.

As colinas do amor serão azuis a tentar dizer estar, de onde vem o querer.

Continuar o nada.

Esconder o espelho que acende em nós a chama?

É o quê?

A conquista de que somos prisioneiros da vida.

Na questão que é ser, importa quem somos.

Olhamos o que não sentimos, no nada que importa.

Ainda não sinto isso. Porque sei esperar.

Não quero sentir a guerra. As aves voam no alto, tão bonitas.

Fiquei demasiado sozinho. Um dia encontrar-nos-emos.

Ajuda deixar?

Para onde caminha o Mundo?

Para onde caminha a vida?

No alto das colinas, serás vida, serás amor.

Éramos unos, até nos dissolvermos.

Tocar o outro, abraçando o tempo.

Foi isso que viemos descobrir.

Deixará aqui o que importa a verdade.

Há paz. Há de aparecer alguém.

Lembrar-mo-emos?

Que fizemos?

Um olhar vago no infinito, que nada fazer em quem eixou entrar quem era.

Continuamos a acreditar na luz e na harmonia.

Continuamos a ser.

Não há dor sem resposta.

Saberemos onde estamos? A que distância?

Fica junto ao rio. Tudo o que ouves, tudo o que vês, um dia após outro.

Se alguma coisa o Homem pode fazer é encontrar o amor.

O desejo onde for, que a vida pode oferecer.

És a minha luz!

Havemos de conseguir!

Nas lágrimas sem fim, há corações que caminham.

Tenho a certeza de que consigo entrar.

Como sabes que há?

Encontra-o!

Já vou a caminho.

 

António ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 11:39
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