.posts recentes

. Só tu e eu

. ...

. ...

. ...

. ...

. ...

. ...

. ...

. O que distingue o tempo q...

. ...

. ...

. ...

. ...

. ...

. ...

. ...

. ...

. O sentido para a vida

. O amor é vida

. DIA DA MÃE

.arquivos

. Maio 2020

. Abril 2020

. Março 2020

. Fevereiro 2020

. Janeiro 2020

. Dezembro 2019

. Novembro 2019

. Outubro 2019

. Setembro 2019

. Agosto 2019

. Julho 2019

. Junho 2019

. Maio 2019

. Abril 2019

. Dezembro 2018

. Junho 2018

. Maio 2018

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Janeiro 2014

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Março 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

Terça-feira, 31 de Março de 2020

Construir pontes na distância

 

 

No coração gelado pela dor, tudo o que é quando o frio chega despido no gelo que mantém.

O que não há apenas sacrifício, na neve que recorda a vantagem, pode parecer pequenos passos que vejam um pouco mais, além da distância.

Para enfrentarmos a estação..

O que pode demorar o que guardar a primavera, na tensão que tem o sinal das flores que não há.

Estamos a tentar perceber o presente.

A dor está a fazer-se notar.

- Se durar muito!

A natureza perdeu o que se aproximava nos limites, caminhando na história diferente.

Mas há uma ponte a ser construída na intenção…

Para substituir o que…

No outro lado a segurança.

O risco de estar perto.

Somos afastados pela razão, que pode ter escolhido o que fica longe.

O inverno fez mais. Passou os últimos raios de sol, esperando…

Deve ser chamar a confusão, na vantagem que encontra a procura dos dias, que pode não parecer…a família estar finalmente unida.

O perigo sempre presente.

O que não se desvia na direção, para afirmar.

O frio já devia ter cessado. Ainda esperamos que o tempo melhore.

O gelo começa a desaparecer quando começamos a construir pontes na distância.

Acaba de acordar, a distância que encontra as raízes.

Teremos de começar a atravessar a ponte.

O vento agreste percorre a distância da ponte, aceitando o que diz que é, na vida que é difícil de viver.

O inverno tem de chegar ao fim. Rumo ao mar, tem de fazer a viagem, deixando uma lição valiosa.

A linha de horizonte espreita ao longe.

O seu destino é uma ideia, de passaremos juntos na coragem.

Temos de enfrentar o que se esconde.

Um salto para o desconhecido no limite da sobrevivência.

Ficar por perto aos ventos ciclónicos que se aproximaram, de um modo desconcertante.

Passar o tempo na importância de crescer.

O sinal de esperança é um desafio constante, que avança muito lentamente.

É um momento para mais uma pausa, medindo a fronteira na procura.

Os tempos serão bons novamente.

Olhos nos olhos uns dos outros, construímos pontes, no longo jogo da espera.

Quando emergir a primavera, as raízes do presente percorrerão a vida que procramos realmente. Não dura muito tempo.

Agora, o melhor é ficar longe, manter uma distância segura.

À espera do momento certo.

Solidão e abrigo. Neste momento a segurança supera qualquer outro aspeto.

Não há outro lugar para aprender como a dor.

Quando o sol voltar a brilhar, deixaremos de pé as pontes que construímos na distância?

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 17:53
link do post | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Maio 2020

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
11
15
16
17
22
25
26
27
28
29
30
31

.links

.Visitantes desde Junho de 2010