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Terça-feira, 24 de Setembro de 2019

Consegues sentir o amor?

 

A forma que é a palavra,

que não diga uma palavra,

que assume o poema que acaba sempre em dor,

precisa de ser pintada, porque

é uma palavra no mas…que sonhei,

que acreditava que as palavras não são emoções,

mas teriam gostado

das emoções que escrevem a vida,

que é apenas a dor no desamor,

na cor que vá misturar

o que estava à espera do sim, na ilusão que somos ao luar.

 

Descrever o amor

que implica que mudamos,

que espera o amanhã

que não conseguimos pronunciar uma única palavra,

no encontro que não aconteceu,

é melhor ter

o que parece que está,

no nada que é ter,

que foi atender a chamada,

atrás de ti, sem me veres,

como se fosse a ideia que imagina pintar, que é o nome que não disseste,

que tocar em vez de falar,

prefere imaginar o que quiseres, o que deixar querer,

que eu também sim.

 

O que não queiras

até os lábios se tocarem,

não percebe porque é amor, que não diz o teu nome,

que podemos fazer a primavera,

no momento como vertigem

que tivemos, o que não aconteceu,

mos teus olhos que vão dizer querer,

o que ainda está a querer entrar no poema,

quando quiseres, na ilusão a descansar,

como mensagem sob o vento que sabe a noite que vaguear à tua porta,

em verdade que encerra

o ser sem saber, a perder o controlo, que a poesia seria

o meu corpo no teu corpo,

a pintar o tu que seria o eu, a viver o que ninguém mais teria,

que é o amor

por toda a vida, num dia de perfeição olhando o céu,

o que é ter o amor,

que viver em ti, por toda a eternidade,

um coração ao sol, onde palpitasse o luar,

de tanto esperar.

Consegues sentir o amor?

A pintar....ao luar...

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 15:01
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