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Quarta-feira, 24 de Abril de 2019

Como poderei esquecer

A razão

que se importa de dar

uma vida que diria

o que não chegaria,

por te ver

o que era um sinal

na razão que tinha,

que talvez devesse não ter,

o que lembram os sonhos

para viver,

haverá uma vida

a mudar as palavras que amar,

que disse escolher,

ao que foi dito que é

uma maneira de dizer

o que é correr o tempo,

no modo que se faz tarde,

aos dias que não possam dizer

o sentido que talvez seja

uma vida,

na razão a perceber

a coincidência que quer,

a transparência que percebeu

o que quer jogar a luz, de não saber o que é a esperança,

no medo que tenha a importância,

a querer saber o que seja,

o que reaprender a chorar,

a pensar no espírito

como a própria face na verdade,

que precisa de alguém,

que se amam,

no nome verdadeiro que é

o que ama a certeza

o querer dar,

que possa aceitar a dúvida,

que suceda

na imagem que deve fazer

o tempo que dura

o que olha,

por te ver

que fosse a noite que não temos

porque desamarra o sentido a ajudar,

a recordação no sentido,

de um sonho sem imagens,

na noção da tarde

de alguém

que tenha o incompreensível,

sem compreender

o que queria que soubesses

o que acontecia no destino.

 

A minha vida que era,

o que dependia dos meus olhos,

por te ver,

soltou o que dependia,

no vazio sem resposta,

o silêncio na diferença,

que é ser

o que deixou sonhar

como sabe amar

o que queria dizer,

a quem é a ideia

que devemos esculpir,

a aprender a ver

o que se transformou na memória,

na própria dor

que se reergue,

diante da escuridão que regressa

ao que que disseste amar,

sem me dizer,

em quem voltámos na espera,

de um vazio no silêncio,

porque compreenda

ninguém,

o que possa ser perder,

se o tempo não me traz

a tua companhia,

de ter como vai ser

o que disse sentar

a escuridão

na vida que se desmorona

ao que tivesse sonhado,

por dançar o acordar

porque queria dizer

amar.

publicado por antonioramalho às 09:24
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