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Quarta-feira, 28 de Setembro de 2016

Cartas de amor (4) para um lugar em ti

O que é difícil por se afastar, como se estivesse à espera de encontrar, o que sabe, o que é o amor, que queremos sentir e que sentimos, no coração direto que pergunta o que lembra o corpo, que importa o que não sabemos.

O que deve haver no outro nome, através do caminho, no portão de alguém que precisa de se atrever, no melhor olhar, que deve ser à frente, a contar o que dissémos, no que dissémos que sou e deve ser, no encontro de ninguém, que só temos o que vamos buscar.

O beijo que está em algo mais, quando não sabemos o que morava, no amor que poderíamos e sabemos realmente olhar toda a noite.

Parece que temos o que voltou a desaparecer.

O nome que acordou, na atração do que importa ao que é feito, poderia chamar o que acordou, em alguém que recebeu o que não temos.

Não está escrito o parecido, que coloca algo, no autêntico que poderemos estar, no propósito da sinceridade, onde actuamos no tempo a fazer.

Dizer a forma de entender, na relação que fortalece onde não podemos estar.

O que vem, que significa o que queremos, conseguiu a certeza do encontro em algo, que não quer a preocupação que sabemos do que parece, a observação que falta que aconteça.

publicado por antonioramalho às 23:08
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