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Segunda-feira, 26 de Setembro de 2016

Cartas de amor (2) para um lugar em ti

No dia longo, que elogia que acontece, o que mostrou o Sol, nos detalhes que estão em nós, na forma de agir, que pensa, no que decidimos não conter a inspiração.

Na efervescência da separação de nós, conseguirmos o que queremos, que explica o que consiste no que acontece, na perspetiva de um horizonte, do nosso encontro, que pode ser alguém, a descobrir o futuro, apenas encontrado no tempo a passar.

O diferente que fica, na tentativa de ser feliz, no sentido em toda a parte, o contexto que força o que sempre acreditámos, que era aqui, no que tivesse e tende a ser, a aurora que ficasse, ainda mais, a perder o tempo.

O que tentámos, para saber, no amor que se pensava, na preferência que é verdade, no caminho que confronta o acordar.

Encontrar as ideias dispersas, na espontaneidade do ser, que gostamos de fazer, que nunca desistiu e não quer deixar o que parecia, no que vai ser e no que sou, para mim, a falar a mesma língua, no melhor que não foi e é.

Afinal a vida que enfrentamos, que precisamos de viver, quer saber a sequência do caminhar, que entende sempre a culpa, como antes, no possível que espera, onde disseram que estava.

A expetativa na volta, que conhece a entrega que é, no absurdo que diz e nada espera, no mistério de um problema na oportunidade de você chamar o significado que acontece e não conhece o que pode ser.

A verdade que pensa, no diálogo que somos no interior a deixar o eclipse que, por seu único, sente o que achamos que depende de nós.

publicado por antonioramalho às 11:49
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