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Quinta-feira, 8 de Fevereiro de 2018

Carta não entregue

A coragem que significa escutar o tempo no deserto do eu no meu coração, parece construir o olhar que faz folhear a profundidade como ser.

O que não é o meu caminho, como palavras que estão à porta do que não está, a linguagem que se torna chuva, a transcrever as lágrimas, no amanhã onde a luz faz esperar o meu coração.

O tempo que preciso esperar para saber de novo o que disse a impressão, perante o que escreve o teu amor, são histórias de trazer o que digam de ti. É uma realidade que reinventa a imaginação, em linhas que reconhecem o pensamento que olha para ti.

À procura do teu amor, eu estarei no invisível como caminho, que se torna o que percorremos e que podem ser as expetativas que parecem o que não deve ter ido longe, no nosso amor.

Construiremos o que conseguimos ultrapassar, para recomeçar na eternidade, como sentido guardando a auréola da noite que deveria partir do que é a alma no amor, que é nosso, simplesmente.

No ser que se cruzou no tempo, erguendo as sombras a partir da luz, em todo o caminho que faz o poema da paixão, estava a pensar o que descobrimos na poesia, e explica como sabia onde estávamos.

A poesia que dá a voz à porta que continua amando o teu despertar, acompanha um instante no destino, em cada palavra, no pôr-do-sol que satisfaz a distância irreal sobre o coração, em cada poema para ti.

Através do que trata a verdade, no sentido do invisível, despertou o segredo do olhar na estrela da noite, profunda, que nos pode encontrar, no bater do coração que leva ao encontro do impossível.

Algemei o fogo na solidão do meu ser, como ilusão que dança no teu caminho.

As palavras que são amor, no encontro que escreve a realidade, para te amar, no verdadeiro amor, escreve e pronuncia o teu rosto em mim, que leva a força da poesia envolvida, na vida que tem o significado em ti.

O que penso, como um outra realidade, em todos os dias, no olhar a percorrer as palavras do coração, aproximo a diferença que faz, descer à vida que satisfaz o que está a arder no desejo, em chamas que brilham no papel do êxtase.

Na essência da eternidade de um sol que deveria ter outra razão, no próprio corpo de quem é o meu sangue, percorro o que indica o meu destino que és, sobre os lábios do silêncio, que canta cada palavra, na inocência como realidade do amor.

publicado por antonioramalho às 23:10
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