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Segunda-feira, 27 de Julho de 2015

Aprisionar o amor...

A sorte de ter...a sorte de encontrar...

Tantas palavras invisíveis...tanta vida a entrar...

Encontrar o que desejaríamos ver...e sentir...

Tudo o que se procura...tudo o que se encontra...

Apanhar o elevador...estender a mão e sonhar...

È apenas o amor...

Cíumes, medo de perder, medo de errar, medo de mudar...medo de...

O amor na mão e mão no amor...

Mão aberta. Mão a viver liberdade, em liberdade...

O perfume de quem tem e deixa de ser....

Convencer-se que era demais...que não merecia... que não era seu...

Amor total,, amor verdadeiro, amor simples...

A mão e o amor tornaram-se erros eles mesmos...

A pressão, o medo e o pânico....

A mão que o viu, a mão que o sentiu...a mão que o segurou...foi a mão que o prendeu e aprisionou...

O amor , entrelaçado e asfixiado por entre os dedos fortes...

Fazer uma escolha sem resposta algures...

A mão que apanhou...foi a mão que fechou...

O tesouro que tudo teve...desviou a atenção....

Encontrou a importância de não ser....

.....e..ficou na imaginação...

publicado por antonioramalho às 21:18
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1 comentário:
De Anónimo a 3 de Agosto de 2015 às 22:29
Sento me no meio do nada. Gotas fugidias direccionam o fluxo de agua que se precipita da montanha. Um crescente de vibracoes puras faz jorrar as ideias cristalinas que se apoderam de uma infima parte do meu cerebro, o unico que ainda vibra, pulsa sem contradicoes sensoriais.
Nao reprimo o cansaco da mente ou o descontrolo emocional dos dedos. Ajusto a passividade do tempo, o gosto pela descoberta, o desconsolo fisico do simples acto. Tento ser democraticamente acessivel ao desempenho da historia, avessa ao conjunto de metaforas escondidas, amarga e doce quanto baste.
Nao sobra pitada dentro de mim. Exteriorizo para nao morrer, elimino para sobreviver, liberto para viver. A escrita e o grito da alma sobre o silencio do papel, que a arvore um dia gemeu ao ser cortada.

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