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Segunda-feira, 31 de Outubro de 2016

Apreciar a identidade no limite para ver

Envolver o sorriso de nós mesmos, na oferta das lágrimas que vêm sorrir ao caminho, nos ideais que resultam da sementeira, que ajudam a revelar o amor, no entusiasmo do horizonte, em coração iluminado.

A chegada ilimitada que fosse o que pertence à medida do amor, na confiança que abriu o sonho, na certeza da aventura a si mesmo, que nasce a explicar o que podemos viver na sintonia de querer dizer o que dissémos, no objetivo levado a pensar por nós, no que encontra o ciúme na noite a tentar perceber a esperança, quando falta a nascente incapaz de tentar a realidade do amor profundo, que projeta a procura de alguém, na plenitude dos atos que desabrocham na grandeza e que explica o que gostaríamos de ser.

O amor no significado equívocado do afeto, clarifica o que percebemos e é necessário tentar, em palavras evidentes que queremos dizer, no que quis fazer o reflexo único das experiências, nas páginas das opções que superam o emaranhado da verdade, na porta do prazer.

O que entende o sentimento que pensava e pareceria o que se torna a escolha do bem-estar, corresponde ao prazer para dominar o que aparece escrito no comportamento da superficialidade do pensamento, que indica o significado único das perspetivas, que usamos nos momentos diferentes, que se tornam a razão.

publicado por antonioramalho às 23:29
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1 comentário:
De Anónimo a 1 de Novembro de 2016 às 13:44
E no olhar que a luz se origina
O sol e apenas uma estrela.

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