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Quinta-feira, 12 de Abril de 2018

Amor verdadeiro, realidade ou ilusão?

Onde está o amor verdadeiro?

É real?

O efeito que diria o esforço

no fogo

dos momentos

que se convertem no tempo,

são a maneira no lugar

onde emerge o dia-a-dia,

no sentimento que transfere o desejo

e escreve

por nós próprios.

Será uma perceção?

Como se se tratasse

do que permanece em si mesmo,

a música que passou

e chegou ao exterior

e descreveu o que deve ser

uma reflexão.

Aproximando o céu,

aceitaremos

o caminho que nos aperta

a fazer para si,

o nada que se torna fogo.

Será uma imagem?

Falar de falar,

ou sentir por si só,

no exterior,

onde está o que parece.

Será o que deve ser o interior?

O que significa para si,

na consciência que deve ser

o que é suficiente,

não alcança o coração,

que quer fazer

o que aceitará como parte de si mesma,

perto da liberdade

onde o lugar se esforça

por conseguir a luz.

Paixão?

Perante o infinito,

o poder do amor

em saber

a ligação do próprio coração

com a vida.

Chamar a vida,

na presença sem pensar,

fala o nosso dia

no caminho incessante,

através do que nos foi dado

na sintonia que fica no êxtase.

Para voltar ao que é

o aspeto na união,

a fórmula da palavra

que se aplica aos confins do coração,

ficam na chama,

que afronta

o porque é,

porque estás,

à espera,

como ardência que se apresenta,

quando a sua atenção

é uma constante no silêncio,

que tantas vezes aconteceu,

no que permitimos,

a descobrirmos

a manhã que verá o amor.

Nas suas imperfeições,

na sua procura,

a luz que seja a separação,

não compreende o que disse o dia,

acreditando

passo a passo,

onde chega o que permanece no centro,

que não é a meta,

sem amor.

Onde está o que não podemos

contemplar?

O caminho necessário

confirma o interior,

que se torna intenso

em tudo o que não é,

enquanto a energia

nos nossos corações

se converte em prisão.

A rede que se torna luz,

nas poucas palavras,

que parecerá ser

o que significa a busca da perfeição.

publicado por antonioramalho às 20:02
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