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Sábado, 26 de Outubro de 2019

Acreditar no amor/ não acreditar no amor

 

 

O que era querer. Talvez exista. Talvez não exista.

O que gostaríamos de ficar nas sílabas do tempo. Talvez seja. Talvez não seja.

O que é um poema neste dia. Buscar o tempo ou acreditar no amor, dizer ficar a quem diga amar.

Aprender sempre. Não desistir de acreditar. O que há em troca? É bom? Dá felicidade? Dá bem-estar?

Porque virá a verdade. E que encontra?

Pela verdade que é um poema, há quem acredite, ao saber que temos, na intenção, na imagem que pergunta à madrugada.

Os momentos de querer ou de prazer serão suficientes, ou será o que o vento levará?

Acordar a perder, será deixar de ser. Acordar pela manhã a desacreditar será não escrever o dia.

Acordar na dor, será não poder dizer o que é viver.

O que tem perdido o acordar? O que tem perdido o amor?

A opção de quem diga não acreditar, no que tenha perdido, levou ao cansaço, ao desânimo e à apatia, que podia dizer o silêncio sem luz. Não acreditar será quanto é estar na sombra, não querendo ver que o sonho pode ser real.

O que pensar ser, que será apenas o que não tentar.

A tentação de não conseguir ser o que não é ter.

No esforço que leva ao que estamos a pensar, seremos alguém que não queremos, sabendo que a vida é curta demais. Onde terminará o caminho?

O amor será apenas dos poetas, dos poemas? Ou será a essência do que devemos entender?

A teoria sobre o amor, não é o que a vida exige. A vida exige luta e acreditar. A vida é querer.

O fascínio de escrever sobre o amor, não é apenas um reflexo. Vem de dentro. Vem da alma. Chamar o que ultrapassa o que é simples, deixa o pensamento na vida que exige.

É querer algo de pensar ou de sentir?

Porquê desistir?

Porquê deixar de sentir?

Quando a vida se nos escapa entre os dedos das mãos, pensaremos que teremos perdido a chama, pensaremos o porquê de não termos, pensaremos que agimos sempre de modo errado, atraindo o errado e não vivendo.

Quando a vida se nos escapar, o que teremos para viver?

O que chama a natureza é amar. O que chama o que queremos, é amar.

O que respondemos? Que é manhã cedo, no acordar que dizemos não acreditar.

A tentação de sermos o que não queremos, em alguém que não queremos, vive a responder o que teremos.

Para sermos a luz, na interrogação que atinge o despertar, seremos o sentido que está na compreensão. O que só terá o acreditar que dirá a manhã.

De quem serão os momentos no abandono? De quem será a vida que desperdiçamos?

O cenário do que somos, tem a certeza no que pensarmos que somos.

A plenitude só acontecerá como vontade de ter, o que é dizer a coragem.

Acreditar ou não acreditar no amor, eis a questão!

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 16:05
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