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Segunda-feira, 29 de Abril de 2019

Aa páginas em branco

Porque as palavras

são dar o tempo

num passo que é a verdade,

queriam que ficassem a perceber

o que nunca disse que queriam,

a tentar dar um valor,

na entrega que voltou,

nos sonhos em branco

para encontrar

o estar a fazer o caminho,

que acordaram

na pausa que é um poema,

que pensa a separação dos caminhos,

no sinal que redescobrir

a razão de querer sair

da página

que é só uma página,

a encontrar o que não gosta

no desejo que precisam.

 

As palavras dizem tanto,

sem ter voz,

no rumor

que é o vento a sibilar

o que decidem fazer,

porque as palavras surgem

a querer ser

o que chegam

a tentar ser,

o que possam fazer, no novo caminho

que vão viver,

de um olhar no infinito

e o outro que não estiver,

no visível que sabe

o que é a obstinação,

que continua a doer,

na página que se perde

na intimidade,

na folha que não compreende as palavras

que soubessem ser

o lugar como dizer.

 

Nas palavras que retornam ao poema,

a não conseguir fazer

o que é ardência que precisa de olhar

a contemplação do vazio,

a imaginar o poema, que houvesse nas pedras do tempo

que parecem estátuas,

nas palavras que tivessem

o que puder chamar a forma

na transparência

que habita no desejo,

nos gestos que existem

no significado,

são as imagens que mostram

o que são,

que serão fogo na invenção,

de estar a chamar o amor,

em cada canção,

porque não é

a pedra que queria a palavra,

na presença de um rosto

que é o teu nome,

na palavra,

sob as palavras perdidas

que se reúnem no perfume,

que espera

o que estavam a ver

as sílabas que se reúnem

a dizer amar

o que parece haver

no amor

para dizer ao vento,

o que percorre

a terra

no incerto que têm os corações,

onde as árvores são palavras

e o amor

o brilho do sol,

nas folhas que são o silêncio,

mas precisavam das páginas em branco,

para continuar.

publicado por antonioramalho às 13:20
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