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Sexta-feira, 3 de Abril de 2020

A vida, às vezes, dá-nos uma dor

 

 

O que não tenha palavras…

que é viver apenas…

….com esperança.

É assim…

…para aguentarmos o inverno.

que ainda está, de vez em quando

o que importa,

o que precisarmos de ficar à espera

que o tempo passe,

Eu ajudo-te!

Estava no caminho, o que procuramos

e o que devia estar..

É capaz de ser.

Os tempos estão a mudar.

Usufruamos,

..se queremos continuar.

Encontramo-nos…

..vou escolher….o que temos de ter

Olha só…estamos sós…

Não te queres juntar a nós? Dançar na rua…

Chama-se imaginação!

O toque que devia ser.

O que preciso…que não está a ser o que chega.

Devolver o que se diz, perdoando o que não compreendemos…

Por me preocupar contigo..

A viagem que tentar…

O abandono do conforto…

O amor diretamente…no mistério que temos.

O que atrai o teu olhar..

O sentido que….o que faz estremecer o desejo

O que esperamos? É agora!

Mas antes…Viver apenas…

É compreender o que temos de ser

O que não temos de fazer e o que temos de ser..

O instante que…A decisão que é verdade

…porque o bem-estar é importante.

O que não perceber o nada, que diz não querer o que diz agora….

Chamava a animação suspensa....Abre muitas portas na mente.

É diferente!

Não te preocupes comigo.

O que parece que não tenha…para entregar.

Os livros, a música, o amor…que mais pode um Homem desejar?

Parecia chamar o sonho…

..no tempo que reflete o que começa a ser.

Do cume vê-se tudo. Não queres subir?

O meu coração nunca estará longe.

Acreditando mais, porque existe uma razão para viver.

O que tenho sido…como estar, o que aprendi….

……que o amor é ilimitado..

Onde está o teu acampamento? De que raio andas a fugir?

Volta à estrada.

Vamos escalar.

Para não dizer que não foi..

Será de pensar…O que olha a certeza no querer…

A interrogação que disse não trazer o que não tenha..

O desafio no significado do olhar..

Mudar a forma como vemos as coisas...para compreendermos o significado.

E, quando se ama...

O que encontrei de te encontrar….

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 07:38
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