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Domingo, 9 de Agosto de 2015

A última gota de chuva...

A última gota de chuva ficou exausta.

A realidade de um dia no deserto. O sentido de uma visão.

Um grupo de sobreviventes que se prepara.

O alcance de uma oportunidade não se move depressa.

Evitam andar.

A ameaça de um perigo na areia. As cores fáceis de uma presa.

O Sol de uma noite à espera. É necessário nascer e é necessário viver.

Renovar a esperança nos trilhos da seca. Os trilhos vivos de uma casa por alugar.

A aventura a nascer de um Pôr-do-Sol. A característica perdida de uma verdade que queremos.

É difícil escolher uma vida fácil de perigos.

A dureza da vida que se detém na escrita.

É preciso iniciar a experiência.

publicado por antonioramalho às 20:01
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2 comentários:
De nuvemperdida a 15 de Agosto de 2015 às 13:11
Exausta!... Muito!
Nascer? Não sei como se faz!
Em todas as direções há ventos fortes que destroem.
Não consigo permanecer de pé muito tempo.
Há dias em que sinto!…Muito!...
Um turbilhão de sensações, uma respiração acelerada…
Uma invasão total em todos os poros.
Explosões de sentimentos.
Mão na mão, sei como é
A sua respiração, sinto-a
O seu beijo. Sinto-o em mim, em todo o meu corpo
O seu perfume invade-me
Noites a fio, sinto-o como se estivesse comigo
O que eu penso que ele pensa, agrada-me
Sinto-o e gosto e amo
Mas ainda não encontro liberdade total quando dois seres se cruzam,
Porque o universo esmaga, julga, exige condições, espera que dês o que se espera…
Não quero dar o que se espera.
Quero apenas dar, ser e estar
Momentos
Sem condições
Sentir
O que vem depois?
Expectativas?
Não quero ter
Não tenho
Julgamentos?
Não os faço
Não os quero ter
Alguém os tem, para comigo
São inevitáveis
Mas isso mata por dentro
Egoísmo? Talvez.
Aprender? Precisa-se.
O novelo não se desenrola. Tem nós.
Não quero magoar. Mas sei que isso é inevitável quando a nuvem tropeça
E isso acontece tanto…
Ela está cheia de outras nuvens que a sufocam
Parentes, amigos, problemas, intransigências, e pior que tudo:
Não saber dizer NÂO!
Eu preciso de mim…
Não me encontro.
Encontro-te a ti
Mas hoje não é amanha, e tudo muda
E não me afirmo
Quero estar bem com tudo e todos
E isso não é possível
E assim perco-me
Moldo-me a tudo menos a mim
A desculpa tem a ver também com descendentes
Não posso fazer isto ou aquilo porque….
Há sempre um porque…
Apetece-me virar tudo de cabeça para baixo.
Sair para uma ilha deserta.
Sim quero fugir
Não sei lidar com tudo isto
O sol fica melhor sem mim? Sim, provavelmente.
Complicada? Sim
Perdida? Sim
Eu não sei………nada
De Anónimo a 16 de Agosto de 2015 às 16:52
Parabéns pelo estilo místico, poético, profético...
Um abracinho

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