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Domingo, 2 de Junho de 2019

A lua encantada

 

 

Na oportunidade de te ver,

em cada dia,

na terra, fogo e mar,

nos jardins secretos para te amar,

que ainda sentem os sonhos

na passagem de mais tempo a querer-te,

no meu próprio céu,

no mesmo sol que te canta

à janela dos afetos,

o que chega em cada flor que te ofereço,

na explicação da imagem

no tempo suficiente

como lua no coração,

que se abre ao amor,

que seja desnudar o silêncio,

em cada imagem tua,

na beleza que impressiona

que é única,

como arte que acorda o sentimento,

em cada manhã

aninhada nas montanhas

que se abrem o mar, ao que se tornou uma ilha,

na imaginação da palavra

que acreditava no halo de luz,

como horizonte da lembrança de ti,

a caminhar non encantamento

e a erguer-se na paisagem,

como perspetiva de tempo, que decide a saudade

ao que seremos,

na sedução da satisfação,

que pensarmos estar juntos,

na perfeição do sentir, do demasiado que é verdade

quando chegar a linha do horizonte

ao que é o toque como carícia,

no poema que escrevo para ti,

acordando no teu abraço,

a querer dizer o quanto te quero,

na sombra que procura o mar

nos traços da tua silhueta que é beleza

perfumada de amor,

como uma miragem

na terra dos sonhos,

que parece ter o mar e o vento,

nas ondas a bater no teu corpo

como estrada que quero cantar,

no espelho que atravessa as lágrimas

como viagem

que esculpe o meu amor

no teu olhar, que seria guiar o sol

na paisagem inimaginável, a acontecer

no que revela a natureza,

como labirinto dos teus contornos,

nas muralhas que se abrem na areia

a recordar a tua beleza como fogo, nos gestos

que constroem a entrega,

no meu pensamento,

que continua

a refletir para ti,

a viver em harmonia

a luz que assinala

o luar

construindo uma passagem para ti,

a correr ao vento,

no esplendor do momento

que envolve o mistério,

na sombra como limite

a falar com beijos

no trilho que atravessa o desejo,

que tem a paisagem do eterno.

publicado por antonioramalho às 15:38
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