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Domingo, 13 de Setembro de 2015

A chave para quem atravessa o deserto........

A vida está sempre a surpreender-nos...positiva ou negativamente...

As pessoas e as expectativas movem-se de lugar para lugar, com frequência...

...E perdemos quase sempre...o que temos diante de nós....

Estamos muitas vezes entre as estrelas, mas não significa que a conheçamos mesmo....

Quem nos deu o relógio?

Passamos o dia à janela....Podemos ter-nos cruzado.........

Atravessamos sempre o deserto a pé....no sofrimento.....

Recusamos ficar sózinhos na ponte....

Os olhares são sempre aguardados no Outono....

Foi alguém que conhecemos...

Não sabemos como chegámos....

Um passo provoca sempre outro....

Por pior que fosse seguimos sempre pensamentos falsos...

As lições são sempre valiosas...mas o sistema de clarividência falhou...

É uma longa viagem...de momentos...

Os grupos esconderam-se....e apertaram o cerco...

Podemos estar na última chamada...

Tantas vidas que se perdem no calor e nas altas temperaturas....na fome e na sede de afectos....

E a  chave que esteve sempre ali....a chave para sair do deserto...chama-se amor e fé, intrínsecamente ligados...

publicado por antonioramalho às 19:51
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6 comentários:
De Anónimo a 13 de Setembro de 2015 às 23:34
Aguça a curiosidade, de ler outro belo capítulo...
De . a 14 de Setembro de 2015 às 12:12
A lua anda devagar mas atravessa o mundo
De Anónimo a 22 de Setembro de 2015 às 14:18
Era uma vez...
Uma menina travessa,
queria voar!
Sonhava
que aquela ágil e frágil bicicleta
lhe daria asas.
Fugia com a bicicleta que não era sua,
e no jardim em que pedalava
não havia canteiros,
voava por cima das árvores
via o mundo inteiro.
Mas a flor que sonhava, estava no sonho.
Voltava a casa, com os pastinhos da seara
confundindo-se com o cabelo,
das quedas que dava.
Trrim!!... Trrim!!...
Dá-me as asas por favor!
Para que possa traçar
um oito exemplar
num conto de fadas.
Sozinha não aprendeu,
mas continua a inventar
caminhos que são seus.
De mãos dadas irá pedalar,
na ciclovia iluminada
com as estrelas de Van Gogh.
Quando um príncipe a ensinar
a ser menina outra vez...
De Anónimo a 29 de Setembro de 2015 às 22:02
O veu platonico submete as palavras ao toque da noite. Abandono as a um canto e estas rolam encosta abaixo para sussurrar na pele aquilo que o silencio jamais podera suportar do livre arbitrio.
Se ainda ha uns anos atras, ao olhar a lua, podia ler versos pendurados na luz dos meus olhos, agora confesso que a lua ja nao se perspectiva da mesma maneira.
Talvez nao deva a ela a mudanca de atitude e sim ao facto de a admirar momentaneamente, de uma forma mais fugaz.
Admito que ainda fecho os recantos as letras que teimam em formar fileiras, construindo diques de ideias, sintetizando os pensamentos longinquos, alinhavando nos labios movimentos sintaticos.
Juro nao saber para onde me dirijo, enquanto o treino militar dos meus dedos parece maquinalmente profetizar a combustao conjunta da terra e do ceu. Na lua, o tom rosaceo cristaliza os fonemas perdidos no tempo. Estico a mao, acaricio lhe a face, entro na penumbra do eclipse, regresso ao presente e a mim. A minha frente esta a vontade, o apagar da inexistencia, o abraco azul, sofrego, o sentido da realidade. A minha frente, ..
De Anónimo a 30 de Setembro de 2015 às 21:22
, tu.
De Mariana Fialho Pateiro a 25 de Outubro de 2015 às 07:53
Verdade, a vida está sempre a surpreender-nos, e ao descobrir todo este trabalho fiquei muito feliz pela qualidade que atingiu. Parabéns! Adorei. Bj

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