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Terça-feira, 1 de Dezembro de 2020

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Um abraço, um beijo, um aperto de mão,

tudo pensámos não ter valor,

achávamos que eramos intocáveis,

que éramos melhores que os outros,

para avançar bastámos ultrapassar,

na cortina de fogo que começar,

espalhámos ter para fazermos,

sem respeito ao que estávamos a empurrar,

fomos agrupados,

para não conseguirmos ser o que não vimos,

e seguimos

deixando de pensar,

atrás do fogo, éramos o que significava a dor,

o que não podíamos ouvir o que não percebíamos ser.

 

O arame farpado era a medida do que não aprendemos,

fomos o que tivemos,

que disparámos o que não vimos,

esquecendo as cartas para nós,

mas viver era um momento para refletir,

o que sentimos que não quisemos saber,

esquecemos que a vida é curta

e que não temos tempo para pensar

sobre o que estávamos a fazer, que a amente é um inferno

quando começamos a chorar

ao encontro do que é difícil de explicar.

 

O dia que nasceu

que estávamos assutados,

era a mina no medo que tínhamos,

no descanso que esperava olhando,

a resposta que foi

o que ninguém tinha feito

no tempo que nos foi tirado.

Aí percebemos que era o momento.

Subir as escadas e vivermos.

Não corríamos, mas havia silêncio.

Continuámos a andar na direção que não percebemos.

E de repetente caímos. E continuámos a avançar.

O olhar de medo atravessou o caminho.

O que fazia a verdadeira razão?

E nós continuávamos, pensando que íamos viver, pura e simplesmente.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 10:06
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Segunda-feira, 23 de Novembro de 2020

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A amanhã que nunca soube a mágoa que tropeçou nos sinais do amor, poderia saber o caminho para a felicidade, nas lágrimas para olhar o que perdemos e no coração quebrando a viagem que disse um dia ao amor que continuar.

De um sorriso não deixando de sentir a paixão da minha alma, a silhueta do mistério dançou até à janela que não tenho, deixando perceber porque é o que queria dizer, continuando a perguntar às lágrimas, os limites que disseram não ter.

O que disse um dia a história da noite aos meus olhos, tocou o que não esquece.

 

António Ramalho 

(Direitos de autor reservados)

 

 

publicado por antonioramalho às 16:25
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Terça-feira, 10 de Novembro de 2020

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Não estás sozinho (a)!

Não desistas!

O que não entenda a verdade que não tem, no valor que seja a verdade, onde há um destinatário que sabe a motivação, sem saber.

O que não disse alguém, que entendesse, sorriu para ser a intenção.

Será a liberdade que quiser aprofundar mais.

O corpo que faz querer o que está amando a liberdade, controla pela certeza o que somos.

A noite que estamos amando, acontece no tempo que soubesse o caminho. O que sinta o amor que deixa sempre dizer o que lembra, é uma dor que deixa sempre no significado de ser.

Por haver o que habita, nada é sempre o fim. O que optou porque disse que tudo admitiu, precisava que tivesse o que depois é mudar.

O que é apenas o que nunca pensamos no significado, precisa do amor que nunca pensa o que acontece no vazio.

O que nunca pensa por fazer o que habita, centra o amor e a amizade na vida que deixa sempre o que levar.

Acreditar o que conheça o momento onde está o tempo, que pensava na cruz como mistério.

O que sempre voltar, sente o momento que é um lugar, que sempre é estender a mão à verdade, na verdade que irá libertar.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 17:47
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Domingo, 8 de Novembro de 2020

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Caminhámos dias.

Queríamos perguntar o que somos, mo que começava de nós.

O que parecia estarmos, porque não queríamos, era começar com um nome.

Estava por perto. Como sempre.

Tínhamos esperança de que pudéssemos.

O que dizíamos saber estava a olhar para o céu.

Para sermos escolhidos.

Para o melhor e o pior.

Apertámos a mão ao destino, sem sabermos o que talvez tenha.

A verdade ficou na desculpa, de termos o que não temos.

O que deverá ser falar, porque deve ser o porquê que não entendemos.

Fazer como coração diz.

A verdade de ti, de quem quer chegar.

Ao encontrarmos a montanha construída, preparámos o caminho, sem sabermos o nosso lugar que apenas é a liberdade que quebrar a vontade.

Os longos dias tornaram-se a perfeição.

Olhar para o céu como uma busca na solução.

As nuvens negras desaparecerão. Os justos e os bons vão salvar-se, na atenção que aceitar o seu tempo.

Enquanto nada mudar, a ondulação constante persistirá o suficiente, que marca cada dia ao forte vento.

Tocar o suficiente que construir, enquanto as pegadas estiverem nas praias sem fim.

A longa caminhada esvoaça na descoberta.

A oportunidade é uma aventura.

A oportunidade quer sentir o que receber, a paisagem no deserto que entrega, para percebermos o que descobrir.

O papel único do vento agreste.

É um longo caminho o que assinala a porta que trouxemos. As portas servem para vermos o que parece a ideia na realidade.

A linha de vida estaria a construirmos o que se torna difícil de fluir.

Numa estrada montanhosa, crescer é construirmos a explicação que começa na estrada que queremos.

A direção por dizer, que for o acaso que parece a dimensão, disse o que tinha de ser.

Fazer o nada que estava errado, era o amanhã que sabia o que ninguém diria que fomos.

Não importa o que fomos, mas o que acrescemos.

Crescer é isso mesmo.

- Não me podes dizer?

- Havia uma estrada em direção ao sol. O sol está a fazer o jogo de encantar.

O longe que pensava o que saber, atravessava o que não sabia que dizer.

Mostrar as mensagens do céu, que for a estrada que leva ao que somos.

- Completamente.

Os próximos passos serão a razão na decisão.

O amor protege, como é a vontade que tinha o talvez.

Esta nuvem…na desculpa.

Temos de trazer a distância ao perto, na montanha que é o tempo de sabedoria.

Enganámo-nos na história que contámos.

O que ladeia a estrada que diga ser o que é.

O enigma brilha na intensidade que contar o que espreita entre as luzes.

O que recebeu o nome que substituir a fonte do que chamar por nós?

As cores que projetam a inspiração, acreditam no encontro do amor como salvação, que continua o que simboliza a memória.

Continuarmos a sermos nós mesmos no amor e na justiça.

O que criou, faz muito mais, para atravessar por ti.

O amanhã é a árvore que marca a ideia no milagre.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 16:44
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Terça-feira, 20 de Outubro de 2020

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Porque chora o céu?

Para além do que pedira o céu, porque são lágrimas na canção,

a entrega que é a inspiração

na chuva que cai intensamente,

é a intenção na imperfeição

o que entrega o que começa

e o final.

que é tanta a dor

que deixa confusa a razão.

Porque chora tanto o céu?

Abrir a porta o suficiente,

para passar a dor

quanto chora a canção,

na poesia da chuva quer estava na vontade,

na dor

que é o que é demasiado.

É chuva,

são lágrimas, são dias que se perdem na poesia, porque a vida é mais

na necessidade de pintura.

O dia do poeta chora na inspiração.

Porque chora tanto a vida, na chuva que cai?

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 15:50
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Terça-feira, 29 de Setembro de 2020

Esses olhos

 

 

Esses olhos

que me devoram

em cada olhar.

 

Esses olhos

no encontro do prazer,

são carícias de um querer,

em meus sonhos

como essência no sentido de viver.

 

Esses olhos

são fogo no caminho,

onde eu quero arder em chamas,

são o vento de ser

no tempo que parou a espreitar.

 

Esses olhos

são o amor que eu quero preencher.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Sexta-feira, 4 de Setembro de 2020

...

A sensação na sedução

que me entrega na inspiração,

satisfaz o desejo no prazer,

de sentir e viver

o que realmente é o amor,

no gesto que encontra a ternura,

a diferença do coração

ao teu toque,

que guardava os laços visíveis,

ao dia que te possa dar uma flor.

publicado por antonioramalho às 08:13
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Domingo, 2 de Agosto de 2020

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Porque não consigo esquecer-te

na história que sempre sorri,

ao jogo que sempre pergunta,

o que aparecerá no amanhã

sem pensar

o que esquecer,

que deixei voltar para a montanha,

a solidão de outrora,

a olhar de volta a madrugada,

antes do dia nascer.

 

O que é saber apenas

o que deveria saber o que é,

o que somos nós,

apreciar o que sentir,

que somos apenas o que chamar a quem.

 

Eu não consigo viver sem ti,

aos ventos que gritam na noite

que o fogo é a chama,

que deve ser

alguém que está,

que não possa mais viver a solidão sem ti.

 

Sem o teu abraço,

sem o teu calor,

não consigo mais entrada na montanha da vida,

que não consiga esquecer que és tu

a minha história que assina,

sem rumo no olhar,

que perguntar para onde vais,

que disseste não saber.

 

Encontrar a porta que ficou invisível

sem nunca perceber as lágrimas que apareceram,

é também,

o que era seguir na diferença,

a verdade

que não possa não querer

o que não consiga viver sem ti.

 

O que diga que é,

conseguir passar no querer,

assinei

o desconhecido sem ti,

que é o não

na caminhada que dá

o meu número à vida que não vivo.

 

Sem ti,

não consigo chamar o tempo,

ao tempo que está

nos teus olhos sem mim.

 

Nos teus olhos imaginei o céu

que senti de ti,

o que sou

sem olhar como o vento,

o amor que estou sentindo

ao mesmo tempo que havia,

o que começou na entrega,

que esqueci o meu lenço nas lágrimas que caem.

O tempo começou…

 

Que sou teu,

no destino que é saber

o fim da viagem

ao que é o céu que havia,

na diferença que está

no teu olhar sem mim.

 

E eu quero-te. Amo-te.

O que diz importar o que sempre será.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Dançando comigo

o amor,

quando o coração acredita,

ser teu

na porta que esqueceu as lágrimas,

que só existe uma maneira de olhar o mar,

na luz que viver dançando,

atravessando a distância entre nós,

a vida que o infinito traz,

que é só dizer sentir

o amor,

mais de mim,

ao tempo que a vida vestir.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Sábado, 1 de Agosto de 2020

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O reflexo no êxtase

que o tempo aceitou,

é a fronteira na nudez do teu corpo

ao toque das minhas mãos,

a chama escondida

que traz o desejo em mim,

como uma vontade que está escrevendo no coração,

a verdade que é

o que constrói o significado do amor,

que não há mais o tempo que ser,

na diferença que conheça o que é.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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