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Segunda-feira, 23 de Novembro de 2020

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A amanhã que nunca soube a mágoa que tropeçou nos sinais do amor, poderia saber o caminho para a felicidade, nas lágrimas para olhar o que perdemos e no coração quebrando a viagem que disse um dia ao amor que continuar.

De um sorriso não deixando de sentir a paixão da minha alma, a silhueta do mistério dançou até à janela que não tenho, deixando perceber porque é o que queria dizer, continuando a perguntar às lágrimas, os limites que disseram não ter.

O que disse um dia a história da noite aos meus olhos, tocou o que não esquece.

 

António Ramalho 

(Direitos de autor reservados)

 

 

publicado por antonioramalho às 16:25
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Terça-feira, 10 de Novembro de 2020

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Não estás sozinho (a)!

Não desistas!

O que não entenda a verdade que não tem, no valor que seja a verdade, onde há um destinatário que sabe a motivação, sem saber.

O que não disse alguém, que entendesse, sorriu para ser a intenção.

Será a liberdade que quiser aprofundar mais.

O corpo que faz querer o que está amando a liberdade, controla pela certeza o que somos.

A noite que estamos amando, acontece no tempo que soubesse o caminho. O que sinta o amor que deixa sempre dizer o que lembra, é uma dor que deixa sempre no significado de ser.

Por haver o que habita, nada é sempre o fim. O que optou porque disse que tudo admitiu, precisava que tivesse o que depois é mudar.

O que é apenas o que nunca pensamos no significado, precisa do amor que nunca pensa o que acontece no vazio.

O que nunca pensa por fazer o que habita, centra o amor e a amizade na vida que deixa sempre o que levar.

Acreditar o que conheça o momento onde está o tempo, que pensava na cruz como mistério.

O que sempre voltar, sente o momento que é um lugar, que sempre é estender a mão à verdade, na verdade que irá libertar.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 17:47
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Domingo, 8 de Novembro de 2020

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Caminhámos dias.

Queríamos perguntar o que somos, mo que começava de nós.

O que parecia estarmos, porque não queríamos, era começar com um nome.

Estava por perto. Como sempre.

Tínhamos esperança de que pudéssemos.

O que dizíamos saber estava a olhar para o céu.

Para sermos escolhidos.

Para o melhor e o pior.

Apertámos a mão ao destino, sem sabermos o que talvez tenha.

A verdade ficou na desculpa, de termos o que não temos.

O que deverá ser falar, porque deve ser o porquê que não entendemos.

Fazer como coração diz.

A verdade de ti, de quem quer chegar.

Ao encontrarmos a montanha construída, preparámos o caminho, sem sabermos o nosso lugar que apenas é a liberdade que quebrar a vontade.

Os longos dias tornaram-se a perfeição.

Olhar para o céu como uma busca na solução.

As nuvens negras desaparecerão. Os justos e os bons vão salvar-se, na atenção que aceitar o seu tempo.

Enquanto nada mudar, a ondulação constante persistirá o suficiente, que marca cada dia ao forte vento.

Tocar o suficiente que construir, enquanto as pegadas estiverem nas praias sem fim.

A longa caminhada esvoaça na descoberta.

A oportunidade é uma aventura.

A oportunidade quer sentir o que receber, a paisagem no deserto que entrega, para percebermos o que descobrir.

O papel único do vento agreste.

É um longo caminho o que assinala a porta que trouxemos. As portas servem para vermos o que parece a ideia na realidade.

A linha de vida estaria a construirmos o que se torna difícil de fluir.

Numa estrada montanhosa, crescer é construirmos a explicação que começa na estrada que queremos.

A direção por dizer, que for o acaso que parece a dimensão, disse o que tinha de ser.

Fazer o nada que estava errado, era o amanhã que sabia o que ninguém diria que fomos.

Não importa o que fomos, mas o que acrescemos.

Crescer é isso mesmo.

- Não me podes dizer?

- Havia uma estrada em direção ao sol. O sol está a fazer o jogo de encantar.

O longe que pensava o que saber, atravessava o que não sabia que dizer.

Mostrar as mensagens do céu, que for a estrada que leva ao que somos.

- Completamente.

Os próximos passos serão a razão na decisão.

O amor protege, como é a vontade que tinha o talvez.

Esta nuvem…na desculpa.

Temos de trazer a distância ao perto, na montanha que é o tempo de sabedoria.

Enganámo-nos na história que contámos.

O que ladeia a estrada que diga ser o que é.

O enigma brilha na intensidade que contar o que espreita entre as luzes.

O que recebeu o nome que substituir a fonte do que chamar por nós?

As cores que projetam a inspiração, acreditam no encontro do amor como salvação, que continua o que simboliza a memória.

Continuarmos a sermos nós mesmos no amor e na justiça.

O que criou, faz muito mais, para atravessar por ti.

O amanhã é a árvore que marca a ideia no milagre.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 16:44
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