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Domingo, 5 de Julho de 2020

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Nova reflexão (1)

 

O que não é o vento na distância do tempo, é a evidência do que o ser humano dá lugar à sabedoria ou não, quando o medo não está fechado.

Para além da Pandemia, o ser humano deveria ter a sabedoria de....uma visão para além do óbvio…e não tem.

O ser humano habituou-se a ver no imediato, sem pensar nos porquês. Não se interessa minimamente pela génese, pela evidência dos factos.. Para ele a vida é o imediato e pouco mais.

Ver para além da Pandemia é fundamental e necessário.

Ao longo da Pandemia dei dois conselhos nas primeiras reflexões, um dia 14 de março, onde afirmei que o uso de máscara era fundamental. Nessa altura poucos ligaram. A DGS dizia que não. Poucos, mas mesmo poucos, perceberam que só havia um caminho.

Depois dei um novo conselho, que consistia na necessidade de as pessoas não facilitarem. Facilitar é sempre um erro.

Aconteceu o desconfinamento e o que fizeram as pessoas? Facilitaram. O que aconteceu à Pandemia? Está à vista de todos.

Agora venho dar um novo conselho ao ser humano: ACORDA!

A Pandemia deve ser entendida para além dela própria.

Que existe um Universo não tenho dúvidas nenhumas. Que existe uma entidade superior a nós, também não tenho nenhuma dúvida.

Serão os cataclismos uma correção ou um limar dos erros dos Homens? O Homem, no seu livre-arbítrio, tem caminhado ao longo da história por um rumo errado, onde os valores e as virtudes são ultrapassados pelo egoísmo, superficialidade e pela falta de respeito para com o próximo.

Ao longo dos séculos, o ser humano sofreu diversas hecatombes. Se entendermos a espiritualidade como a existência de um Universo, poderemos pensar na lei da causa-efeito. As ações do Homem têm consequências. Consequências no evoluir da Humanidade e consequência sobre a Terra.

Entre outras ações o Homem fez e participou numa desflorestação maciça, alterando o ciclo da natureza. Os animais selvagens tiveram que invadir o território dos homens, porque destruíram o seu habitat. Esta nova simbiose permitiu o perigo de contágio de micro-organismos que até aí não contatavam com os Homens.

Que consequências terão estas ações para o Homem? O presente e o futuro dirão até onde chegará esta ação.

A outra ação perniciosa sobre o meio ambiente consiste na exploração do petróleo. Novamente uma ação com consequências sobre a temperatura ambiental e o meio ambiente. O que tem feito o Homem para mudar?

Ou seja, em ambas as ações, o homem contribuiu para o desequilíbrio do meio ambiente. E é esse mesmo desequilíbrio que vai gerar as doenças novas. A saúde do ser humano e da Terra, é sempre o reflexo de um equilibrio.

Por outro lado, pensando em termos de Espiritualidade, a missão do Homem na Terra será basicamente a evolução como ser humano.

O Homem deveria ter a capacidade de evoluir sem sofrimento. Mas isso é muito complicado e mais difícil. E o que acontece? Há sempre a necessidade de sofrimento para “obrigar” o ser humano a evoluir e crescer.

O que aconteceu com esta Pandemia? Inicialmente todos falaram da necessidade de um Mundo melhor, de pessoas melhores.

O que aconteceu? As pessoas melhoraram? Evoluíram como seres humanos? Estão melhores seres humanos, mais solidários, compreensivos, generosos e com respeitos pelos outros? Há mais cuidado com a Terra, já não existe desflorestação?

Sinceramente, não vi melhoria nenhuma. As pessoas não aprenderam nada. Não perceberam o nexo da casualidade. Não perceberam o porquê.

Que poderei dizer ao ser humano?

QUE ACORDE!

Ver para além do óbvio, permite viver o tempo, na dimensão da realidade que sente o que sabe o instante.

Porque não vê o ser humano a evidência dos factos?

Porque insiste o ser humano em sofrer?

O destino que tudo é presente, perde-se na tempestade do desconhecimento.

As aves do destino estão à espreita dos erros que o Homem ao caminhar no deserto.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 17:05
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As nossas mãos

 

A ternura que tocaram,

as nossas mãos no sentido do crepúsculo,

sentem por entre a luz,

o que não está sozinho no encanto,

que faltam em ver,

os olhos em querer

abrir a porta

ao fogo que se aproximar,

o que sabe a fantasia ao teu lado.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 10:14
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