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Sexta-feira, 31 de Julho de 2020

...

No mar aberto dos teus braços

senti o tempo que faltava,

na certeza de um lugar

que nunca imaginei,

o amor que descobrir que é

em cada silêncio que devia ser,

a música e dança na chama que acontecer,

o caminho que talvez cruzar

os nossos corpos na nudez,

que pensar o que nunca se sabe acontecer.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Quarta-feira, 29 de Julho de 2020

...

Olhando as estrelas

nos teus braços,

enquanto amor,

é o coração que se perde em ti,

de ser a realidade nas cores da fantasia,

a certeza que somos mais

para compreender

a mudança sabendo aceitar,

o que estava a perguntar o amor.

 

O que é ver-te na madrugada

o que é apenas o que possa esperar,

cantando o tempo

em todos os momentos,

é a forma na certeza das luzes que vimos

por ser o que nós somos,

ao amor esperando o lugar.

 

O que disse que vira,

que pudesse dizer que era,

tinha uma carta a dizer o momento,

que imaginar

caminharmos de mãos dadas

a ver o sol,

dizem descobrir o que fazia.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Terça-feira, 28 de Julho de 2020

...

Onde estejas

quero estar,

continuando a tentar,

tocando a nossa canção

em cada dia que vivo,

na noite que pode chegar,

a lembrar o filme que fico sonhando,

nas luzes que perguntam à alegria

como foi a melodia a dois,

o que será a emoção de estar nos teus braços,

a amar,

perto de nós

que diga sempre estar

o tempo em ti que deixa o sol ser a vida.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 18:23
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...

Os castelos que dançam

dizem fazer o que é uma realidade,

nos pássaros que cantam

a tocar o pensamento em ti.

Sopra um vento

que estou a ser,

o que me faz senti assim,

que houve o que é necessário saber

pronunciar o amor

nas palavras que não se esquecem.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Segunda-feira, 27 de Julho de 2020

...

Tenho o que dizer,

acordar o sonho,

olhando o que sentir,

o meu tempo que és tu

vendo o sol

aos dias que passarem no horizonte.

 

Esperando por ti,

persiste o limite chamando

o que é um sinal,

na passagem das palavras

a cada dia,

dizendo que estou nos teus braços,

debaixo do amor

a beijar as estrelas.

 

O que estou pensando,

o meu coração esperando,

onde estamos

está o amor,

nos sonhos realizando.

 

Por que está

de acordar o que ficar,

na luz sem ser esconder

o nada no desejo que também é de mim,

que lembrar o que seguir,

porque ficarei.

 

Encontrei o amor em ti,

que abraçar o olhar,

o amor que pode

o que eu sei,

esperar até chamar.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 17:21
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...

Todos os dias,

o tempo que era meu,

que aparece de ti mesmo,

é o coração que eu sinto

no meu castelo,

o sol e a lua que deixa ver

a canção que tocar para ti,

nas páginas da entrega,

que ficar sempre ao teu lado

será a luz que precisa de ver

o que o amor é.

 

Ver o mar contigo

que pudesse ser uma manhã,

na razão que irá ecoar

para pintar o azul do céu

que nos oferecer a vida,

é a chama que diria sentir o sol

ao tempo que ainda não partiu,

na palavra para descrever o que é viver,

que sabia o que procurava.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Domingo, 26 de Julho de 2020

Novas reflexões – 2

 

A propósito das listas vermelhas

 

O Covid Sars 2 tem revelado o pior do ser humano, o pior dos países e o pior da Humanidade.

O pior do ser humano porque exaltou, se é que havia dúvidas, o egoísmo ao extremo. "A mim primeiro, a mim primeiro….e só a mim nalgumas coisas".

Revelou o pior de determinadas organizações responsáveis pela saúde, através dos seus líderes, através da desorientação de normas e orientações. Se essas entidades não tinham dados científicos que suportassem as suas ações e atitudes, então não deveriam compartilhar os dados que tinham, por não ter. Às vezes, quando não sabemos algo cientificamente, temos que ir pela evidência.

O pior dos países porque revelou o pior através das listas vermelhas.

As listas vermelhas que desaconselham a ida de turistas para determinados países como se tivessem lepra. Mas, pior ainda, revela o poder do dinheiro sobre a saúde e sobre a humanidade.

A bélgica e a Holanda, entre outros países, colocaram Portugal e recentemente a Espanha na lista vermelha. O que é a união europeia? Isso existe? Onde está o interessa da união europeia? Onde está a solidariedade entre países? ZERO!

E mais, a Bélgica e a Holanda apresentam índices de gravidade muito superiores a Portugal. Pela lógica, seria Portugal a não permitir a entrada desses cidadãos.

Mas não fez nada disso, e muito bem. Como exemplo de humanidade? Ou como receio das consequências económicas?

E Reino Unido, que é descaradíssimo, e revela o verdadeiro poder do dinheiro. Toda as pessoas preocupadas porque o Reino Unido colocou Portugal na lista vermelha. O Reino Unido é dos piores países do mundo em termos de Covid. Se a lógica fosse como a que existe, quem deveria proibir quem de entrar nos outros países?

Será que o Universo não está a mandar uma mensagem a Portugal? Que consequências em termos de saúde se ocorresse a afluência maciça de turistas ingleses como nos outros anos? Alguém já pensou nisso?

Será que não é bom não virem os turistas maciçamente?

Portugal, na minha opinião, é um oásis em termos de Covid. Um dia talvez se saiba porquê. Tivemos a sorte de ter uma segunda vaga (parece que é mesmo) nesta altura do ano, e anteriormente aos outros países. O vírus perdeu agressividade devido ao calor.

Os restantes países vão piorar. E alguns, piorar muito.

Os Estados Unidos querem ter acesso exclusivo à primeira vacina, única e exclusivamente para os seus cidadãos. O egoísmo levado ao extremo. E o resto do mundo não conta? Será que sabem que estão incluídos na Humanidade?

A arrogância e a petulância das pessoas e dos países através dos seus líderes têm sempre um efeito de retorno. Onde irá parar? Será que as pessoas vão aprender alguma coisa?

A pandemia vai piorar e piorar muito. Portugal é um oásis em termos de Pandemia. Como podem colocar na lista vermelha determinados países, se nem sequer sabem o que vem aí? E a que propósito a criação dessas listas na união europeia?

Será que pensam que são os senhores do Universo?

O que aprendeu, realmente, o ser humano com esta Pandemia?

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 16:37
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Sábado, 25 de Julho de 2020

...

O prazer que não se saciou

num momento apenas,

escreveu amor no tempo

de ser,

o sentimento que nos une,

o lugar na distância

construindo emoções na profundeza do que acontece.

Nos teus braços fiquei…

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 16:41
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...

Pensar que és

por querer ter,

guarda o que mudou

no momento que vivemos,

ao tempo de ser,

que pareceu

o brilho sobre a montanha por aproximar,

a luz que chamou

os nossos corpos a abraçar

o tempo que olha

o sinal que tem,

por ser o amor

no encontro que foi.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Quarta-feira, 22 de Julho de 2020

As palavras…

 

 

As palavras são verdadeiras. São falsas. Existem.

As palavras disseram ou não disseram.

As palavras dão para sentir.

As palavras transformam, jogam, amam, baralham e até são uma inspiração.

As palavras podem cortar-se, acrescentar no porquê que ficar a pensar.

As palavras chamam, constroem frases nas relações.

As palavras olham o dia que nascer, sabendo até ficar no silêncio.

As palavras fazem a história, fazem viver.

As palavras podem significar muito ou significar pouco.

As palavras dizem muito ou dizem pouco.

As palavras têm emoções e transmitem emoções e, às vezes, são apenas o que precisamos no consolo e no conforto.

As palavras até são o que querem ser.

Chamando por chamar ou chamando sem querer.

As palavras deviam ser mais…

As palavras adivinham o que perguntar, que disseram que estavam na morada que parecera.

As palavras sentem a espera. sobre o que disseram esquecer e sobre o que constroem.

As palavras são essenciais na vida, tratam-nos por tu e fazem da modéstia uma virtude.

As palavras dizem verdades ou espalham mentiras.

As palavras fazem pensar, acontecem e estão mesmo em nós.

As palavras procuram os sentimentos para dizer a verdade.

As palavras são poemas, são textos, são doçura, são ira.

As palavras sabem fazer o que os Homens muitas vezes não sabem.

Se estivessem lá estado…em tantas situações.

Quantos erros cometemos por elas não aparecerem?

As palavras são vida, são nada, são o que quisermos que sejam.

As palavras guardam segredos e melhoram as atitudes.

As palavras podem ser únicas ou não.

No amor e no perdão as palavras são essenciais.

As palavras são o que falar o olhar, mesmo em silêncio.

As palavras tentam convencer e acreditam ser o que podiam ser.

As palavras seduzem e partilham o tempo.

As palavras não sabem o que são, mas começam sempre o que é possível.

 

As palavras

a não ser o tempo que resta,

percebem sempre o que tentar,

no esforço de mais….

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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