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Domingo, 7 de Junho de 2020

...

Pegar na tua mão

e deixar erguer a vontade,

suspirando

o que queremos,

ao significado de uma vida

que chama o caminho no coração,

que seja o segredo em que estamos,

ao que temos de conseguir

o que procurarmos ser,

que se tornar o que estamos

a aprender,

no próprio destino

que somos a fronteira,

correndo

no significado que será

pela noite dentro,

a conquista que conduz

à magia de ser,

na busca da liberdade

ao momento que abraçar

o que diga ter o caminho,

que levarmos o que aprendermos,

sentindo que estamos

a viver em direção à luz.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 16:05
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Sábado, 6 de Junho de 2020

...

Era uma vez uma senhora chamada Maria, que dizia mal de toda a gente.

Um dia, passou por um espelho, e de tão mal que estava habituada a dizer, olhou e exclamou:

- Que mulher é esta tão feia?

O brilho do sonho era apenas um castelo de ilusão.

A tristeza que era não lhe permitia ver não sabia o que merecer.

Seria capaz de decidir a diferença?

Ter paz interior ou dizer mal de tudo o que mexe e não mexe? Dizer mal porque sim, dizer mal porque é.

Que tristeza ser assim!

O céu sentirá a intenção.

Não saber o que é o amor.

Não saber o que é respeitar os outros? Porque o respeito pelo próximo faz parte do amor.

Que existência é esta? O que confunde o que comunica, nos gestos que se confundem.

Quanta amargura de vida! Quanto desperdício porque é querer.

O significado de ser na plenitude do amor.

Dizer mal dos outros porque sim, em cada gesto que acontece.

Quanto empobrecimento de vida, no envolvimento do ser.

Quem somos nós para dizer mal? Quem somos nós para julgar?

Ofender os outros porque apetece apenas, deixar a vida a chorar, porque o momento é de medo.

A sua presença sem ser, é a ausência de ser.

E o bem-estar interior que se escoa entre os dedos?

Na dimensão da vida, viver o quê, a que custo de ser?

A entrega à vida ressoa no desperdício que alguém faz, quando não há amor para dar.

E a comunicação social, porque dá voz a quem diz mal?

Nos degraus da indiferença, a Maria um dia sentirá, o desperdício de ser na ausência de vida.

E a comunicação social, porque dá voz a pessoas menos boas?

Nos degraus da indiferença, a diferença será o respeito pelo próximo, em cada dia que passa.

Porque a fonte do momento volta no momento. Porque a força da vida, continua no corpo de outro alguém.

As carícias “verbais” são o sentido que não vive, de tanto mal que dizer.

Na interpretação da vida, quem somos realmente, se não houver o respeito pelo próximo.

Tão somente a vida que vive na simbiose, do que representa a atitude, na perspetiva como interpretação..

Onde está a fonte da satisfação, que nos dizia que as pessoas iam ser melhores? Que o mundo ficava melhor depois da Pandemia?

A língua da desilusão, roça o que pode abandonar a felicidade, na procura que é observar a porta na mensagem, que um dia o ser humano irá respeitar o próximo.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 11:21
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Quinta-feira, 4 de Junho de 2020

...

Não chores mais lágrimas

que à porta da minha vida chorei,

de tanto dizer amar-te,

de ser a chuva que cai

ao encontro do sol,

que só preciso do teu amor

para ser feliz.

 

O tempo que deixou partir a dor,

diz que é o tempo de ser,

e de te amar

é dizer ao caminho do meu coração,

o que são traços no abraço

na canção são os teus braços.

 

Ao pôr-do-sol cheguei,

de te amar

o que nunca diria,

quem és,

ao dia que não tem fim,

na voz do amor

ao tempo que não esqueci.

 

Não chores mais lágrimas,

que a chuva de tanto amar,

é a vontade que faz o prazer

de ter-te no paraíso.

 

Tudo o que eu quero

és tu,

de te amar

à chama que percorrer

a chave que percorrer

o lugar que busca o amor,

onde estás

o que disse o tempo ter.

 

Tudo o que eu quero

é amar-te,

ao coração que espera eternamente

sentir o significado de ti.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 08:24
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Terça-feira, 2 de Junho de 2020

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As lágrimas que choro

em mim,

são os teus olhos que disseram ser

a chuva que cai,

o que recorda à janela

o fogo atiçado

de quem esperou começar

o que escreveu a dor,

nas palavras que se esconderam

nas escadas do destino,

ao tempo que trouxe

o que chamaram os teus lábios,

de dizer

a verdade à janela que tocar,

a realidade que atravessar o sol,

no coração que guardou

as cartas em teu nome.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 11:35
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Segunda-feira, 1 de Junho de 2020

...

Eu quero ser a sombra

que bate à janela,

atravessa o sol

e corre ao vento.

 

Eu quero ser a sombra

que dança no lago com as árvores da margem,

quero sorrir

quero disfarçar-me

quero ver-me a espelho

e não quero assustar-me.

 

Eu quero ser de cor azul,

quero ser o céu a brilhar,

quero ser uma história de adormecer,

quero viver à noite,

e não me esquecer do caminho de volta.

 

Eu quero ser a sombra

que vem lá ao longe,

eu quero saltar as ondas do mar,

quero ser criança a brincar na areia.

 

Eu quero brincar,

quero tratar todos com amor,

eu quero brilhar como as estrelas

quero dormir ao colinho da mamã.

 

Eu quero dançar com o sol,

quero ser calor no deserto,

eu quero ser flores,

eu quero ser nuvens no céu,

eu quero ficar cansado de brincar.

 

Eu quero dizer ao tempo que escapei.

Eu quero cantar o que ouve a noite à janela.

Eu quero fechar os olhos e adormecer.

 

Eu não quero parar de sonhar.

Eu quero voltar a ser criança outra vez.

Eu quero ser a história que não quero terminar.

 

Criança que encanta. criança que é amor.

Criança que fomos um dia.

Eu quero voar como as aves

e encontrar a terra encantada.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 18:44
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