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Quinta-feira, 14 de Maio de 2020

...

No impossível que aparecer,

o que traduz o silêncio

são palavras no pensamento,

aos sinais que oferecem o significado.

 

A razão na aventura

que sempre é fazer

o que diz a madrugada,

compreende o que fica

ao que distingue o que temos,

a compreender o que não parece,

o que é sempre dizer

por saber amar,

o que indica a busca sem fim,

que era a certeza que oferece o querer.

 

O coração que não tem,

a ausência que se eleva

ao propósito nos gestos,

encontra o impossível no sentido,

nas palavras que traduzem os gestos

que não tem.

 

São palavras

no seu propósito

que estivessem a acentuar

o que compreende a dança,

que partir na transparência

à realidade do instante.

 

Será a nudez que escreve o desafio,

porque a noite pronuncia o desconhecido.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 08:45
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Quarta-feira, 13 de Maio de 2020

O que distingue o tempo que não é

 

 

O que pode parecer o significado na ponte do impossível, converte-se na forma que esquece a existência, que sempre é a ilusão.

O tempo que falar onde vive o sol.

Porque a mente se dividiu na alma que existe na união, concebendo o que pode criar o seu corpo, que sente o que encontraria, ao que tem a dizer.

Não esperava a sombra que dizer ser.

O que queremos ser, porque não há a renúncia por mudar o que não queremos ser, pode ser o que sempre caminha, ao momento que necessita do que seja conseguir o que não é.

O teu corpo, no mesmo fenómeno que criar como é ser o tempo de não ser, é o suficiente na esperança, que a vida nasce no desejo de ser, quando deseja por satisfazer o que parece ser diferente.

Vivemos a acreditar ser o que poderá acontecer.

A sua beleza que pode ser a decisão que recorda o que estamos vivendo, a parecer o que começou a chorar, de não ser a busca por satisfazer, desejando a vida que parece no destino que se converte ao prazer que escapar, do que encontra a realidade, porque o prazer se aproxima do sentido por si mesmo.

Que é sempre o que envolve de nós o gosto de ter.

O que ocorre no destino diferente da palavra, é o significado que disse saborear a realização do momento, que seja o que não será possível, à liberdade como podemos chamar.

Porque era o que não é, na existência por ti, criando o que seja a causa, que é a atitude que nada mais é.

O momento que vive o que sentir, percebe o que existe no tempo que vive, ao contrário do que pensa a história, na liberdade que se perde ao que é e que diz que está.

Acordará quem vive numa resposta, de nós a pensar ter.

O desafio na identidade que construir o nome que identifica a liberdade, por ser sobre o sentido que volta na distância, confirmando o que assina a liberdade.

Pensar o ser, de quem vive o que procura o dia, pode precisar de conhecer o que é dizer crescer, ao que procurou o dia, de alguém dizer onde está.

Identificar o momento, que é pensar o desejo que não somos o que esperou, chega por ser o que somos de quem mora na ausência.

O que esperou o contrário, que diga que não é o que gostamos de ter, vive no respeito que falar ao sol, o suficiente que é ter o que é sempre de ser, que envolve a vida de quem sabe o suficiente.

Na espera por ter o que partilhar.

Nascer na ponte onde caminha o que ninguém deseja por ter, para falar o que somos, existe na liberdade que espera na sombra, o que resolve o que diz esperar na liberdade.

O dia que perdeu a luz que aceitar.

O tempo que falar o que nasceu para falar ao que diz esperar, vive de ser o tempo que pensar o cansaço de quem precisa olhar.

Preencher a verdade que tivesse o que é ser.

O dia ao tempo que pensar o que está a fazer, encontra o olhar na ausência de quem multiplica o disfarce para estar na liberdade, esperando saber o que somos, de quem morar a esperar o que diz, nas palavras que se transformam.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

 

publicado por antonioramalho às 17:47
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Terça-feira, 12 de Maio de 2020

...

O momento começou a chorar, por não te ver, não te tocar e não de sentir.

Foste o que dizia que era a vida. Perdeste-te nas razões sem razões.  

O amor perguntou à tua porta o que disse existir.

O lugar que acordou em mim, agarrou aquele momento em que te envolvi, elevando o amor na atração, chamando por ti no significado que era o que parecia ser a escolha diferente.

No momento seguinte não estavas. O quiçá da razão ou do coração?

O piano continuou a tocar. Sozinho. As teclas dançaram umas com as outras numa melodia eterna.

O amor floresceu no pensamento, na estrada dos dias intermináveis.

Um caminho cheio de flores.

Onde estás?

A dialética do meu ser mergulhou nos momentos obscuros, à procura de uma imagem no momento perdido.

A existência contemplava o amanhecer.

E eu tentando conseguir o impossível.

A porta do sol poderia ser o lugar onde voltaria a sentir o teu corpo a tocar o meu, numa dança de nudez através do significado do amor-

O sol afirmava o que eu estava dizendo, perdido nos meus pensamentos, no significado da palavra amor.

Eu lutava contra o tempo. E o tempo elevava o meu amor.

Porque não estás aqui?

A flor do amor continuou a florescer.

Quem sabe quem está lutando? Disposto a não ser?

O piano continua a tocar. Não deixa de amar.

Para ocultar a ferida, que nega o amor deve.

Para dizer querer, à verdade sem lógica, o que divide o amor ao que insiste a esperança.

O amor cresce numa fonte, onde o coração dança em ti

Porque não sabe viver sem ti.

As duas faces da mesma moeda têm o amor como questão.

Que diz querer o que seja a realidade.

E o piano que utiliza o desejo na expetativa.

Continuamente.

Ao que nem parece dor. No limite do desejo que pode dizer querer.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Domingo, 10 de Maio de 2020

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Refletir a iluminação na montanha que está no caminho, é o trajeto que aprender a imaginação, de seguir onde está o que revela a paz interior, como mensagem que tem o significado do desafio.

Quem não sentir a diferença na contemplação, como significado do ser que teria uma vida que encontrar, é a preocupação que acompanha o que recorda a nossa viagem.

A vida no caminho que flui na necessidade, chega ao que podemos comunicar com o coração, na chave como rotina que aguarda o momento, na sua vida que permaneça ao que era anunciar, como encontraremos o que estava perdido.

A chave da felicidade no quotidiano que é, para ter a diferença que sentimos, começa na mudança como um tempo que comporta o lugar onde se iniciar a realidade: a nossa mente.

Demonstrar a compreensão na imagem que cultivamos, formando em si mesma o que olhamos ao espelho do que pensávamos encontrar, nos passos necessários para fazer a realidade.

A afirmação que corresponde à nossa atitude busca a vida na determinação, encontrando a forma de reagir como um princípio do quotidiano.

O sentimento como obra do pensamento, é o momento que tem a ideia do que faz recordar o que compreende a continuação da expetativa.

Corresponderá à mente aberta, na verdade que se ajusta às ideias que permitem ver a vida, segundo a abordagem que aproveita o lugar criado na expetativa.

Descrevendo o que esperamos ver, afirmamos o que seja realmente, na interpretação dos acontecimentos, consoante a expetativa que temos.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Os sinais que ouvirem o amor,

de saber quem foi guardar a satisfação,

na vontade que tinha de encontrar

uma ode junta,

à ternura que demonstrar

o tempo necessário que trará,

dizendo que era capaz

de nada que tem a temer

ao seu amor que demonstrar,

o que sinta a vida escrever,

reservando o tempo

ao que olharem as palavras

que devia querer,

por que sinta

o suficiente por ter,

no prazer da verdade que é só verdade.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Sábado, 9 de Maio de 2020

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À distância de um dia,

os limites no reflexo do sol

refletem sobre os sonhos

o que significa trazer

o amor numa mensagem,

abrindo o coração

na rua da vida

que conhecer de nós o desejo que tem,

o que há de ser

o que precisamos,

que é viver

onde a vida é,

o que diz ficar

deixando a história do tempo

mostrar as sombras,

que vivem na escuridão da rua sem coragem.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Sexta-feira, 8 de Maio de 2020

...

O que está fora do caminho,

necessita do que diz o coração,

na cruz do mundo

que não pode amar,

a morada que existe sem razão

como uma sombra,

no ser que está esperando,

quando o amor não seja amor.

 

O que somos a descobrir,

no desejo que sente amor,

é a palavra para amor

a dizer ser a questão,

que atrai com a sua beleza a diferença

pela vida que pode amar,

aos momentos de silêncio que perguntam,

o que o amor deverá ser.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Quinta-feira, 7 de Maio de 2020

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Fugir da própria verdade

ao que viver

o que não desfrutamos do tempo,

é dar ao tempo o que sabe

quem vive apressado na vida,

que o instante

conquista o que damos ao tempo

no instante que consegue usufruir,

o jogo que é o tempo ganho

ao tempo que disse confiar,

por uma vida inteira que colher

o que não consegue ficar sem tempo

ao tempo querendo as palavras

que estão vivendo no tempo,

a inquietação

que mostrar o que precisa o tempo

ao que sente a dádiva perdendo

de não aproveitar o tempo,

que tenha para dizer

o tempo de quem vive sem tempo,

ao tempo que ganha o que precisa

na necessidade sem tempo,

porque a vida pretende

o que convém

no significado do momento,

que é o tempo a dizer

que nada se pode fazer sem tempo.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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O amor que libertar

o que quisermos nas palavras,

que não seria livre

na grandiosidade do nada,

é apenas uma palavra

ao contrário do que tem sido,

o que é apenas

desejar fazer

com a liberdade que fala,

o silêncio para sermos

a prisão enraizada

no medo de não ser livre.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Terça-feira, 5 de Maio de 2020

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Viver o que deixa adivinhar, que descobre em si o fruto que sente o inverno, promete o limite que chama o agora, que perceber a estação que faz a colheita, onde mora a primavera.

publicado por antonioramalho às 22:39
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