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Domingo, 3 de Maio de 2020

DIA DA MÃE

Mãe que partiste,

mãe presente, mãe ausente,

mão que és, mãe que foste,

serás sempre o querer

o escutar, o ter, o ser

o abraço e o colo,

serás sempre o tempo de ser

o que oferecer,

sem nada pedir em troca.

 

Foste sempre amor,

sempre deste um beijinho

na mensagem, na chamada

o querer

que mostrou ser a mulher,

a mãe e o amor,

uma e outra vez,

a mãe que eu sempre quis ter.

 

Ouvir a tua voz

no conforto

como eco do amor,

de seres a primeira que olhou para mim

quando eu nasci.

De seres a primeira

que me abraçou

e disse amar,

abraçando o meu choro

num simples olhar,

e num afago que passaste no meu rosto.

 

Quanto partiste,

não me despedi,

nem sequer te disse obrigado.

 

No significado

de retribuir o abraço

à mãe que queria voltar a ver,

nem que esse dia fosse

um momento de apenas um segundo,

adoraria

trocar o tempo ao tempo

para dar um último abraço

e dizer o quanto sou

pelo que me ensinaste.

 

Onde estiveres,

obrigado por teres sido a minha mãe!

Um beijinho grande.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 15:00
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À janela de ti,

fechando os olhos,

disse saber as palavras que precisava de dizer.

 

Os meus lábios cruzaram os teus,

num aceno que era a realidade,

num jogo de admiração.

Seduziste o dia

na noite que chegou.

 

O jogo de tentar

na própria excitação

o tempo que pensara que tivesse,

ao que conhecera o tempo,

lançava o prazer na chama

para tornar o sentimento,

nos dedos que tocaram o teu corpo,

a razão

no convite como tenha sido

a emoção,

ao corpo que arquejou,

na necessidade de satisfação.

 

O desenho da minha mão

no teu gemido regressando,

estava acelerando a respiração

ao movimento que falava,

para dizer

o que parava o tempo,

ao tempo como respiração.

 

O desejo aumentado

ao toque da tua pele,

não se perdeu no olhar,

nem nas palavras

como explicação,

mas suavizou o que estava a envolver,

no despertar debruçado,

ao que apontou a noite

na sedução.

 

Dentro de ti,

a sensualidade lenta,

beijou o que provocou nos lençóis,

deslizando o que vacilou

na ideia que descobriu o mapa,

como olhar à janela

o que era apenas o que tocou.

 

A dança dos meus dedos

continuou à janela de ti,

ao passo das palavras sem resposta,

para saber o que desejara.

 

Debruçado à janela,

onde estavas

na pressa sem pressas,

olhava o que trouxe

como um limite que seria

a noite toda que acariciou,

o olhar que parecia,

gritar ao calor que chamou,

no desejo do corpo que beijara.

 

O desafio de olhar

o que encontrou o mapa,

era a intensidade em chamas

na sensação de ter,

o prazer demasiado

ao toque do que queria ser.

 

O momento que envolveu as palavras,

no prazer que beijar o teu corpo,

era a sensação que tivesse,

o não ter que era ter

ao encontro do que olhou

o que queria

que não tentasse.

 

O que tu és,

no corpo a latejar,

aflorou nos meus lábios

o que soubesse

a palavra amor,

ecoando na intensidade do prazer,

a sensação demasiada no olhar.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 09:01
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