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Terça-feira, 21 de Abril de 2020

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O que é o tempo nos teus lábios?

É o que procura a paixão,

é o amor que precisa de querer,

é o que oferece a minha mão na tua.

Sob o sol sem ver,

é o bater do coração

que possa ser como está,

deixar parecer de mim

o que há de ser viver,

o tempo no presente,

a não pensar em mais nada

o momento que contemplar

            o que é ficar a amar,

O que é o tempo nos teus lábios?

É o que preenche os meus lábios nos teus.

É o amor a falar o que seja o querer.

É juntar o passado, o presente e o futuro no tempo que durará.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Segunda-feira, 20 de Abril de 2020

O deserto existe

 

 

Temos de sair da estrada, na paisagem dura que mostrar o interior.

A razão inocente que tem o que não soubesse o deserto, pensava que estava onde podia ficar, que não tinha defesas, nem um sentido de direção.

O limite da velocidade no deserto escaldante, atravessou as dunas que disseram conseguir, enquanto as lágrimas corriam pelo rosto.

O pôr-do-sol na estrada, que tivesse a sua indiferença, representava o nascer de um novo dia na distância.

O tempo que não havia na memória dos sentidos, decidindo dizer a verdade que olhar o que aceita o mistério na chegada.

O que desaparece no deserto que não conseguisse ver, e que se torna uma confusão, que tivesse visto a verdade nas linhas do murmúrio que se ergueu, não dizem alcançar o que não são as linhas no mistério.

Os símbolos a sangrar, de ter sido querer saber mais, o que fica perto do que é realmente o que terá de seguir o que depender, é olhar o sinal que mantenha o que tentarmos compreender.

Obter as respostas certas que chamam o que se ergueu como construção do que respondeu a chegada do tempo.

O que distinguir o nome gravado com o olhar, compreendia a sua chamada trazendo a indicação envolvida, que rasgou a forma nas estradas diferentes.

O sol que ficará no significado de ter, estendeu a mão à fonte que passou entre os lábios, sobre a palavra que deu a direção do olhar.

O que murmurou o que descobriu o nascer do sol, que guardar o que apertou o que procuramos, no seu objetivo doutras formas. O que eram os traços da dor apontavam ao pôr-do-sol.

Os dias de inverno, poderiam ser uma voz da esperança que refrescava o prazer, no contraste do que não conseguimos ver, o que insistimos que sentíssemos, aguardando a explicação na força que tinha quem tinha vindo para o deserto.

O que estava sempre presente, penetrou como parecia o que não era, a areia que se afastava a cada pedra, a tentar fazer o que realmente somos.

A razão na simetria, era a maneira que não percebia que somos únicos, soando na ausência da compreensão que lembrava o que era evidente, na convicção do que acreditávamos.

Os olhos rasos de lágrimas, puxavam o tempo suficiente, no deserto em busca de respostas.

O que chamava o que não respondemos com o seu olhar desconfiado, continha o que continuava a explicar o papel que não havia.

Para ver a construção do ser, sentimos a resposta que murmurava na colina que podia ter o que pensávamos começar, de termos perdido o sentido.

As estradas que são um labirinto no conjunto das dunas, parecem o coração que vê os traços da areia soprada pelo vento.

O som do vazio no silêncio, que não é o coração, envolveu o silêncio que vamos esperar, na expressão que ficou os olhos na miragem.

O que diríamos que estaria, que era apenas o que continuávamos sugerindo poder ser uma forma na serenidade, na decisão de tomar o que pode significar, na vontade que conseguir representar o que deveríamos rir ou chorar.

Deixar um rasto para descobrirmos o futuro, no final que será uma janela para o passado.

As dúvidas que chamemos deixando o que não for, de quem é ninguém, a não ser o amanhecer para encontrar.

Sobre o deserto árido, a areia escaldante estendeu-se nas formas que eram viver na solidão, num olhar a persistir sobre o que revelarem as areias.

O que dizia desafiar o deserto, podia ser a perspetiva que deixava a confusão, no significado da verdadeira questão, como enigma.

No rasto das respostas que temos de compreender, o seu próprio corpo deixou a impressão que queria saber o tempo que ficava a tentar encontrar o que der, que é ser viver no deserto.

A razão que não sabemos evitar, ao desespero que supunha o tempo de esperar, era não conseguirmos parar de pensar no mar cheio de vida.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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A palavra como semente (12)

 

 

As palavras no essencial, nas roupas que entregaram, perdoaram na cruz as pessoas que o maltrataram.

O sinal profundo que era o entendimento, porque esperava que viesse, era a ocupação do caminho, que queria que a sua dor terminasse.

 

O que significa o contexto na diferença de alguém, que sentiu o que não devia sentir, não mudando o que consumou a sua morte, que se converteu num engano que legou.

Negar o momento que era ser o seu Filho, na terra que deixou o que estava, era a verdade demasiado tarde na esperança.

 

Acabar com o sofrimento, na Pascoa que foi, era a oportunidade de dizer a verdade, no seu corpo para tirar à pressa, que partir em conhecer o que soube a identidade.

Descobrir o responsável pela morte, no corpo que pedia para ser a verdade, teve a missão que sentia a responsabilidade, como um pedido que permitisse o que sabia que era, o que não queria, na verdade.

 

O querer que chamava o que veio dar, persistiu como algo na sua bondade, tirando o corpo da imagem, que era aquela cruz.

Acariciando o corpo nos seus braços, que mal começaram o que acabou, Maria sentiu o desgosto que sabia perto.

 

Nos seus braços o amor, porque houve quem fornecesse o lençol, na dúvida do outro lado.

O corpo na mortalha sobre o cálice que foi difícil ver, seguiu o que foi um dia, à espera da homenagem.

 

O mundo teria de esperar o que estava escondido, no destino que era seguir em frente, após a mágoa e a dor.

A perda que esperava ser, descobriu o que ver, no respeito que estava para ser aberto, ao momento que não estava.

 

O vazio no tumulo como verdade, era o porquê que deixou o que não era.

O que partiu, no chorar profundo a chamar, viu os mensageiros no significado de Deus, como uma obra que pusesse a sua voz, na tristeza que reconheceu.

Ressuscitar a verdade na sua palavra que tocar, chamava Deus, na descoberta que sempre era ser.

 

A verdade que voltou ao presente, seria Deus no que se tornava o que acreditar.

A notícia que partilhava na chamada, tornou-se o encontro da ressurreição, que nos encontrou no seu testemunho, porque sentimos a tristeza.

 

A mesma maneira na dúvida que afastava a noite, ia ser o cruzar que ocupava o pensamento que sabia, na verdadeira lição sem saber.

Sentindo não ter medo, porque confiava em Deus, sabia o caminho para onde ia, o que não passava de ser o que não tinha.

 

Correndo o que precisava, que era o seu corpo, escolheu as palavras no seu sangue.

Continuar a ser aonde conseguiu chegar, no espírito aberto que fosse indagar, a ideia para preencher o que tinha de ser, como um ideal.

 

O lugar que tivesse como propósito do que ficava de nós, agradecia o que procurara encontrar, afagando a sua existência na eternidade, em que acordara.

O que permitiu ter, onde estava o que sabia estar, podia seguir o que existia, a querer seduzir o que podia ser a razão.

 

O que chamou o sinal do desejo, que desejou acordar o mundo na sua vontade, era a vida como era lembrar, o que não sabia no seu corpo, pelo caminho a que chegara.

Percebendo a espera, a sombra do desconhecido tentava evitar o que estava ao vento, que não sabia existir.

 

A paz que dizia o seu nome, que ninguém apareceu à porta, era o tempo na ajuda, como decisão do querer a nossa liberdade.

O que era o porquê que esperamos, para conhecermos o objetivo.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Domingo, 19 de Abril de 2020

O nada

 

O nada que não precisar

de ser

o que queira tentar o não,

está a rir-se do que espreita

o sim que tinha,

o que acontecia na ideia

do que encontrar a vontade,

de ser a partilha do amor

sobre a razão que deixar de ter

a sua paixão na interpretação,

que diria

o que é estar a encontrar

o nada,

que seja porque está a olhar

o que não aceita,

de ser o que deseja ter,

na tua escolha em mim

que partir,

ao desejo de nada dizer.

 

O que tinha dito o nada

que disse que é

um jogo de ter

o que segue o nada que faz,

sentindo por ser o que não é,

o que encontrar o olhar

na verdade em nós,

que devia ser saber

quem era, o que afirmasse,

a razão que acredita ser

o não sei que buscar.

 

Se for o que seja o nada

no tempo que fica,

conhece a certeza na espera,

que se apressou a ser

o que tenha de contar,

o que confessar dizer

o que sabia que havia,

a transmitir o momento que era,

no agora que passa, ao perdão que pedira.

 

O nada que se passa,

ao não que não queria,

não se perde o que se passa

até nascer o sol,

ao sim que diga mais.

 

A desculpa que temos, que seja o que ia chegar,

é o sorriso no olhar,

que possa ter o que está, que não há o que seguir,

ao não

que parece ser

o que deslizar, no limite que queria passar

a linha do horizonte.

 

O que não conheceria

o que queria passar o horizonte,

não esqueceu o amor

de dizer quem era ao sol,

na ideia de ser

o que disse que não esperava,

a querer dizer ao tempo

o lugar para viver o amor.

 

Porque fosse a razão

que conheceu a verdade,

talvez fosse a razão

que abriu a porta

à linha do horizonte,

que mudar o que compreender

ficou escrito o que tinha,

por saber de alguém na história

que não acompanhou o dia,

ao nada que não fez

o que tinha que viver.

 

O que transformou o instante

no instante da vida

que parecia,

queria dizer

que estava a tocar aquela melodia

que fosse mais

do que o nada para ver

o que sentir a realidade,

a querer dizer

que o nada não existe,

na razão que disse encontrar,

o nada

que começou a sentir

o que realmente parecia não saber.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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A palavra como semente (11)

 

 

Num sonho que era o que regressou em seu nome à Terra de ninguém, como fronteira no espírito de Deus sobre nós, o coração falava por Ele.

Libertar os oprimidos na escritura que se cumpria, escolheu aceitar o que pensou abraçar, que não teria a verdade para disfarçar o que trocou aquela porta, com um sorriso indelével.

 

O pensamento que sentia, aproximou-o da agitação da multidão, dizendo o que sentia no silêncio, ouvindo o que esperava ter no reino de Deus.

O que podia ver, nascendo ao que sabia parecer, o espírito perguntou à vida eterna sobre o que semeou ao acordar, sabendo os sinais que agradecer e lembrando o que julgou a lei.

 

O que poderia dizer em seu nome para ser, estava a ouvir o que importava aos espíritos que surgiam, na transformação do momento, como perturbação do nada, que se transformou em riqueza.

A verdade importante, em seu nome que fazia o que deveria fazer, sabendo o que não era, no propósito que dizia acreditar, era o verdadeiro amor.

 

O que dizia sustentar a ideia, porque não era o que semear, podia ter dado o seu nome à semente no caminho.

Acolheu o que recebeu na ausência de respeito, tratando o amor que deu em troca, querendo dizer sobre o que não apelava a Deus, o que aconteceu.

 

Abrir a mente das pessoas, que sabia terem sido traídos na entrega, deu a morada da importância da paixão.

A crucificação do ser, que precisava de ser encontrada na paixão, prendeu o que era a razão principal, no desafio que tinha sido dado, à ordem suficiente para desafiar a autoridade, em ser o reino de Deus na decisão.

 

O que conseguia fazer, no porquê que carregava a cruz, de ser o que não era uma brincadeira na maneira de ajudar, seguia o seu caminho.

Carregar a cruz na paixão, que sabia como um papel importante, acreditava ser a diferença, nas ruas que estavam em nós.

 

Chorar por quem diz chorar a verdade, que encontrar o que poderia ter o sentido, era a crucificação como segredo.

A sua morte iminente, que sabia não querer ao mar e ao céu, confiava em ser o seu destino, ao dia que assim falou.

 

A verdade que crucificou a inocência, interpretou o que não olhar. Em que estaria a pensar?

O que estava presente na palavra espalhada na multidão, que foi julgado como verdade, disse ser pendurado na cruz, na razão que não ouviu os seus gritos no silêncio.

 

A trave por martelar os pulsos, no seu corpo como relâmpago, era a dor no significado da palavra. À espera de quê? Do erro de quem?

E levantar a cruz na essência do que fazia durar, deixou chorar o que quebrou, às horas ou dias que durar.

 

Alguém ofereceu algo de beber, na sede que não recusou, o modo que não queria o que era, ao sinal do amor que conquistou.

O templo em si mesmo como cruz, não faria o que era alguém, no escárnio que falarem dele, sem saber o que estavam a fazer.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Abre a porta!

 

 

Parece que…

Irás dizer o que procurar…

Talvez estivesse à espera…de um novo mundo.

Foi encontrado um bilhete para perceber…

Por um milagre…em qualquer momento.

Cada momento é uma equação…O chão é de areias movediças…

As pessoas são números e letras. São emoções e sentimentos. São pensamentos.

Tentamos fazer-nos sentir melhor.

O que dizer?

Devia dizer mais…

Deve ser um dia…tentamos uma luta contra o tempo.

É uma lição.

É o que sabemos…

Não posso atravessar. A ponte não é segura.

Temos de falar…

Porque tens tanta dificuldade em falar? Não te afastes.

Como sabes o que encontrar?

Ainda não sei.

É o que estamos a fazer.

Não há uma resposta para tudo.

Para podermos tentar…

Nunca vai fazer sentido…

Pois estamos mais perto…

É o tempo que demora…

…na luz que passou…longe…

…o que sentia acabar…

O que estou, que não estou…

Não entraste…

São páginas em branco por tocar…

Não paro de procurar.

Tens de esperar.

Não tenho muito tempo…

Estás acordada?

Disseram para esperarmos.

Queres que vá aí?

Procura as escadas…

Não te posso conhecer?

Nunca fica muito tempo.

Descobrir onde encaixa esta chave!

A chave era, obviamente, a mensagem.

Mas não me parece ser…

O que é aquilo? Nada.

Como posso saber?

Nunca se sabe onde uma chave encaixa!

O que saiba algo.

Costumava ser.

Como a encontrar?

Há mensagens.

Eu iria encontra-la.

O que mais pode ser?

Eu iria encontrar a fechadura.

Tinha de levar pouca coisa. Apenas o essencial.

Não sabia o que não esperava.

O meu nome é…

…o lugar onde posso ficar…

Se havia uma chave, tinha de haver uma fechadura…

Tinha de guardar segredo.

Porque eu achara que sabia…

Sinto falta…

O envelope não dizia…

Se não tentares, nunca saberás.

Por um momento, conheci o que é…

Todos choram…

Porque esperas aqui?

Há muita coisa que pode mudar.

Tinha essa intenção.

Podes abrir a porta?

Vamos esquecer isto…

Quando ouço uma porta a abrir…

Gostaria que eu.

Penso que posso fazer algo…

Por favor, deixa-me entrar…

Onde estará a fechadura?

Não está ninguém…

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Sábado, 18 de Abril de 2020

A palavra como semente (10)

 

 

A acusação que repetir o que era, exibiu o pensamento que alegava ser o que jurou servir, entregando o que não era, que sempre soube não ser um julgamento normal.

O que não havia que falar, na versão a querer a inocência ou a acusação.

 

O que acreditasse ouvir a multidão, no reino que fosse entregue, chamava o que assinalava o que não era o que se ia erguer, que dizia ser que era o que nasceu, tentando escrever a promessa.

Vir ao mundo no testemunho da verdade, que ia dar o que buscar na voz que ouvir a verdade, estava a ser o que devia importar, que acontecia no sonho, na perturbação que tivesse sido.

 

O que estava no céu, de ser Ele aos sonhos que levasse o presságio, pensava que era a maneira que levar o que não conseguisse ver o contrário.

A questão como sabia o resultado, no sonho como causa, estava na relutância que envolvia o sonho na hesitação, de uma fogueira a volta ao que era trazer, o que não queria fazer parte.

 

Na medida que tinha o que era, não queria envolver o que o Homem dizia procurar.

O que ia sempre, quando tinha sido o que estava contente por ver, que dissesse não acontecer no encontro que chamava a figura.

 

O manto real que alguém era, que não merecia o que se tornava a decisão de alguém, era a presença na culpa, porque mandou o que levaria, ao que era ser como alguém, o que não crê.

Pensar o que seria salvar ao que acontecia, crucificava o que teria que enfrentar, o que não era por costume de alguém. Seria querer votar em alguém.

 

A escolha justa à multidão, que libertasse o que não daria, era a escolha que libertava o que não parecia, porque permitia chegar à culpa que não seria um ultraje.

O que tinha a ver com a escolha da multidão, na sua vontade de haver, açoitar como castigo, o que era a essência da tortura que acontecer.

 

 

Os espinhos que rasgavam a pele, que fossem vestir a cor purpura na coroa, eram a sua resignação, segundo o que aceitava a cruz.

O que era ser, de estar, que agitava as águas, na dor que não parava, o que não queria nada na vontade.

 

A coroa de espinhos que tinha o que poderia dizer olhar, queria ser o que não devia ser, à dor e ao sofrimento que acrescentar.

O que pareceu ser quererem mais, ao que não queriam dar o que seguir, preferiram dizer crucificar.

 

No jogo das forças que sabiam relembrar o que aconteceu, não deviam achar a culpa ao que alegava ser o que poderia ser acreditar.

O que devia saber, de onde era o que se recusava a falar, no seu poder de crucificar ou voltar, quanto dissessem a sensação.

 

O que era insuficiente que fazer, pressionando as circunstâncias que apresentavam, na maneira que se tornava o que não achava culpa, era a morte que se seguia ao que sabiam.

O momento que revelava o que era, na vantagem que pensava o que não podia arriscar, não estava a levar a acusação onde tinham encontrado o problema.

 

A inscrição do nome que relatava o que pensar, não queria desagradar ao que não tinha, que seria sobre quem seria o rei.

A sua vida em perigo, que convencia a crucificação, estava a falar algo, que conseguisse o que queria, na última palavra que era ter a personagem.

 

O contraste do que sabia, na observação das dúvidas, precisava de fazer o que permanecia, nas suas razões como decisão.

As ações no julgamento, na ironia do que fosse lavar as mãos, representava a decisão de acreditar numa realidade que não havia.

 

A autoridade para mandar matar, perdia-se na história que seria única, na decisão de executar.

O que encontraria o seu nome.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 19:51
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Sozinho

 

Sozinho,

não sei estar,

que serei eu quem sou,

na certeza a fazer acreditar,

o que alcançar o desejo,

na razão que não sei,

o que pergunto a mim mesm

o que é a desculpa de estar.

 

Esperar para dizer

o que não diz o agora,

que sentir o tempo ficar,

contando a verdade na ideia

que podia ter

além do pensamento,

a maneira como fizemos,

o que não foi a razão

ao que não é dizer a saudade.

 

Sozinho

a vida exige não ficar,

a olhar o que seja procurar,

o amor que refletir

o porquê,

na dor

de estares ausente,

que estavas o que não quero pensar.

 

A essência no caminho,

que diga

o que ninguém tem,

toca o que é encontrar,

o que se passa

no tempo em nós,

a ouvir a diferença que tocar,

os teus passos no meu caminho,

que é apenas o dia a passar.

 

Quando sou eu,

na frustração e na resignação,

acredito ser possível

vencer a incerteza,

ao tempo todo que não temos,

e que só queria chegar.

 

Sozinho,

esperei por ti,

na forma cega de ver,

as respostas sem uma fonte

ao que contar a verdade,

para além do pensamento,

que sentir o que construir,

é ficar sem nada,

a verdade que não é um lugar.

 

O que refletir o porquê,

que é ficar sozinho,

é saber a cada instante

como pensar e agir,

na nossa vida por sermos,

a escolha de acreditar

na essência como caminho,

de avançar

a vida que exige o momento

nas respostas por encontrar.

 

Sozinho,

sei que possa ser

o que diga a vida,

por ser de mim a procura,

o que interpreta o parecer,

quando o NÂO olhou para mim.

 

A vida que é olhar em frente,

na procura da chama,

aprende para obter,

o que será não merecer

o que se tornar o contrário,

que a vida é aprender.

 

Sozinho,

sei que o que é ser sempre,

perceber o tempo ausente,

para estar adiante

ao que o tempo esconder,

que tocar a tristeza,

é algo diferente,

na vida sem limites,

que não possa esconder o tormento.

 

Por um coração na mudança,

que é sempre difícil pedir,

se eu te pedir para ficares,

mostras-me o caminho a construir,

quando acordar?

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Sexta-feira, 17 de Abril de 2020

A palavra como semente (9)

 

 

Concordar com a questão no poder de aceder ao pensamento, deixou a coragem ao que julgou que seria, o medo e a expetativa que tinha na forma de olhar pela janela, sob o mistério que reforçava o estivesse a rezar, ao que seria o que estava decidido.

 

Ceder à pressão, na espera que não era, queria levar ao limite, ao que fazia o milagre, na humilhação que era aquele julgamento.

O que nunca foi o julgamento verdadeiro, entregava ao carrasco o que tinha, que podia ser o que nunca pensou ser assim.

 

A semente na mente que crescer, deixou aproximar o que reconhecia, no sangue inocente que importava, ao dinheiro que não quis ao sangue que ouvir, que largar o que se deixou enganar.

Não querer o que procurava o perdão, que nasceu da traição, era a alma como cobardia, na realidade de nós. Para descobrir o tempo, dependia do poder.

 

A sua batalha para vencer o bem ou o mal, decorria do que seria o sentimento a chegar, na compreensão do que queria entender.

Viver a vergonha de ter feito o que fez, querendo voltar atrás, conhecendo a palavra de um lugar sombrio.

 

O enigma das suas ações afirmava a entrega para ser o que tivesse feito, na história como ressurreição.

A escolha que não deu o acesso á fonte, ao que causou o que se perdeu na história, surgia nos pensamentos que não se apagavam.

 

Enfrentar o que sentir, na compreensão através do olhar, tinha de ser o que era. que seria tentar a maneira possível, na marca outrora deixada.

O que purificava o lugar na paciência que era, não tardaria o que não tinha, que era não ter o nome que dizia qual seria o caminho para avançar.

 

A razão para chegar ao que guardava o que podia ter, podia acontecer ao que devia saber, que esperava saber o que tinha.

Acordar à noite no vinho que o embriagou, imaginava o coração nos problemas que vinham ter consigo, por quem era.

Porque era o que não queria ser, passando a acusação no tributo dizendo quem seria o rei.

 

Deixou falar o que seria a intenção, fazendo a pergunta que era somente a segurança.

Ofereceu o amor divino em seu nome, nas lágrimas que se tornaria vinho no copo vazio, ensinando o que acontecia, segundo o julgamento que o envolvia, porque estava em alguém que era a sua ação, porque queria deixar com ele o que a tristeza tira.

 

Os princípios no contraste da história, eram princípios da história, atos violentos na tirania, sobre o que construía a vida, tentando mostrar o que era, no conhecimento da diferença.

Preparava o chão que havia de substituir a tristeza.

 

A lágrima que oferecia o coração, roubou o amanhã na lembrança do sofrimento.

Ao valor do mundo, oferecia o desejo na satisfação do espírito.

 

A certeza na autoridade que oscilava ao julgamento escrito, mostrava a lealdade ao que foi permitir, como realidade do que seria o bem.

Construiu os pilares do tempo.

O que refletia quem era o Rei, na mudança da acusação que se repetiu.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 17:05
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As mudanças do destino

 

 

Como uma espada

que não é,

o Homem não compreende as luzes,

pensando apenas nas suas palavras,

e na verdade que não cumprir,

que sabe que é

o código que tem de cuidar

na indiferença ao desafio.

 

As estradas estavam geladas

e a música perdeu importância,

o amanhã na resposta

que tardar em fazer,

não tem o querer

quando era o que tenha a abundância,

que estava na entrada,

a falar o que viver,

segundo os passos do desejo.

 

O acaso

no meio da mudança,

o que significa a fronteira que passar,

perde ardendo

sobre o que não havia, o que não é a lição

que cada homem tem,

que seja o que quiser ver

o coração no seu valor.

 

Perdemos tanta coisa

em cada dia,

que perdemos

o que aproxima a distância,

ao coração alegre que teme a morte

que sinta talvez porque possui

a vida que não é certeza.

 

O que não há

mais a dizer que adorar ficar,

de saber o que quiser,

parece que ninguém vê

o que será a mudança

naquilo que gostava de ter.

O que diz o teu nome à honra,

no valor

que conhece o que tenha apenas,

é uma vida

a olhar o que chamar

à espera da primavera,

que talvez seja

o que acredita mesmo

que possa mudar a vida.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 10:00
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