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Quarta-feira, 1 de Abril de 2020

Fecha os olhos!

 

 

- Fecha os olhos!

- Sim, já está!

- O que vês? O que sentes? Conta-me o que aconteceu?

- Terror. Pânico. Gente aflita. Silencio. Olhares perdidos.

A fazer a diferença, disse o que trazia o tempo.

- Posso já abrir os olhos?

- Não. Deixa sentir profundamente.

- A atenção da minha vida, que era o que pensava que não era. Percorro momentos.

Só agora dou valor ao que tinha. Apreciar as flores, o nascer do sol, o mar, as planícies, as montanhas, o pôs do sol. Saber olhar. Saber escutar. Saber cheirar. E até tocar. …

- Nunca dei valor à liberdade, e agora sei o que é não ter. Nunca dei valor à natureza, e agora sei o que é não parar de a procurar na imaginação. Não sabia apreciar as conversas das pessoas, e agora estou em silêncio.

A atitude que pensava nas palavras, ilustrava a canção do momento, na oportunidade que o Homem teve e que falhou.

No princípio da mensagem sentiu medo.

- É somente…

O desafio aonde estava o que falasse guardar para si mesmo, expressava-se agora no desejo de afirmar a intimidade, quando despertasse.

- Não olhes. Não vale.

- Talvez seja melhor não dizer.

A sinceridade do tempo não gostava do que levava a vida, chamando os contrastes, na sua vontade como resposta.

- O que eu iria ver…

Estava à espera.

- Vais precisar do sentimento de ser.

A chama da vida que forma o que tivesse a determinação, queria fazer o que dava a mão..

- O que achavas ser?

- Sinto que não queria estar só. Sempre escrevi o meu nome no fogo do amor.

- És como eu!

- Podes abrir os olhos!

Beijou-a suavemente.

- Foi tão intenso! Ainda bem que era só um pesadelo. Parecia que estava em março de 2020. Havia tantas doenças e uma dor profunda em todas as pessoas. E uma solidão imensa.

- Onde estou eu?

- É tão bom viver a vida! Desfrutarmos da vida e da natureza! É tão boa a liberdade! Eu quero um abraço apertado. Naquele pesadelo ninguém se abraçava, nem beijava.

Neste momento, agora, a luz não ilumina a escuridão.

Será apenas uma chama trémula.

Abraçaram-se largos minutos. A noção de proximidade na palavra amor .

Seria pesadelo ou realidade?

- Estou tão confusa. Preciso da assinatura do tempo.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 20:10
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Viver

 

Viver é nascer.

Viver é…

Viver acontece.

É conseguimos ver, atravessando o tempo no lugar.

Viver é fácil. Viver é difícil.

Viver é dor. Viver é amor.

É o que refletem os nossos passos.

Viver é querer. Viver é ter. Viver até é, se for.

É o que não quisemos responder.

Viver é ser. Viver até é o que não sabemos ser. Viver acontece.

Viver é ter. Viver é quase tudo.

É o amor que precisamos sentir, acontecendo na espera que chegar.

As luzes da estrada surpreendem o pensamento.

Viver é ter a palavra nas palavras que a vida dá.

Viver não é o nada, porque o nada não deixa viver.

É o que podia não ter chegado, mas chegou. Mas real ou não, é viver.

Viver é procurarmos respostas e acreditarmos no espelho.

Porque não temos muito tempo. Porque a vida se escoa rapidamente.

Viver é uma busca.

Viver é escrever amor no céu e acreditar nos sonhos.

Está cheio de montanhas.

É descobrir a rota e não compreendermos porquê.

Viver é dar.

Viver é fazer a diferença, na diferença que as nossas ações são.

Por alguma razão, viver é responder às interrogações.

Viver é atitude.

Viver até é rotina. Viver é surpreender.

É ver o que não vimos…

na descoberta que revelar o que era.

Viver é falar, gostar e ver para lá da linha do horizonte.

Viver é sentir mais, quando não aprendemos.

Quando nós chegamos, o que temos é o que não continuarmos.

É o que ninguém disse, descobrir a ligação que nos envolve.

Viver é descobrir as oportunidades e respeitar os valores que sabemos dizer ser.

Viver é o que somos na luz que conhecer o bem, como projeção do desejo.

É estar um passo adiante, na determinação e no conhecimento.

São pegadas na estrada.

Viver é ter energia, no tempo que era a imaginação.

Viver é o desejo na compreensão, é lembrar aos rios o tempo que corre na vida que reflete.

Ver como seríamos capazes.

Viver é amar, ser a tentação e o desejo que tem o querer na verdade.

É o puzzle que não seremos capazes de resolver.

O condutor que nos levou, quando levou…

Viver é agradecer cada momento no coração em ação, que somos a mensagem na diferença.

Viver é fogo. Viver é o caminho, sentir o desafio que fica no silêncio.

Devíamos ter o tempo que não temos.

Para quem quiser encontrar.

Viver é lembrar, é sentir as emoções e encontrar uma razão em nós.

Viver é encontrar o significado em si mesmo, na espera da vontade.

É conquistar o nosso rumo na paixão que sentimos.

A natureza envolvente.

Viver é levar o que a vida nos oferece.

Viver é tão bom.

É a verdade mais cedo.

O céu que parece aproximar-se na manifestação do espaço.

Viver é viajar muito e não passarmos os dias na nostalgia.

Viver é desejar saber.

Com a experiência, começa-se…para dizer não ser.

É o nome que se tornou.

Viver é guardar o que esquecemos, nas lágrimas da fantasia.

É sugerir o endereço do interior, continuar a ser o que acontece.

Os mitos não substituem.

Viver é deixar pegadas dos nossos passos.

Viver é sentir a paixão.

É a resposta que queremos no tempo de ser.

Viver é querer continuar a crescer.

Viver é escutar os sonhos, no destino que é ter a distância, perto do que somos nós.

É deixar adivinhar o tempo, na manhã que parece acordar.

Há uma arte.

Viver é encontrarmos o que nos pertence.

Viver é chegar ao fim do caminho, olharmos para trás e sorrirmos…porque a luz nos disse o sentido do lugar que foi nosso.

Viver não é morrer.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 16:19
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Reescrever a palavra Amor

 

 

Numa data que viverá no porquê, o tempo que tem nos sinais da procura.

Sentir a emoção escondida na certeza.

O amor é uma palavra bonita e poderosa. É um sinal nas emoções presas na escuridão.

Como o que acontecera, a saber mais no significado da verdade que chegara.

As pessoas não estavam unidas. Seguiam uma linha que disse levar o dia que sofria.

O amor não queria aparecer.

O que podia fazer?

Aliviar a tensão que sentia, no tempo entre tudo, na vida que era uma fonte.

Tentar conseguir um alívio.

Também era um Homem. O que poderia ter feito?

Sabemos que era o que pintar a noite que era difícil dizer, que parecia haver quanto conseguia sentir.

Nunca saberemos até a dor acabar, enquanto está.

A mensagem do amor num momento grave da história, não sabendo o que enfrentando.

O amor era diferente na mensagem que estabeleceu, chamando o Homem para entrar em ação.

Não podemos escapar ao coração em ação, o que aproximava a palavra que continuou, devido ao fogo da vida, que o amor retratou na imagem que parecia perdida.

Naquele momento, a dor manteve a união. Se é que dá para acreditar!

Correndo contra o tempo agreste, o amor anunciou o amanhã que voltará. O coronavírus apareceu de repente, e de repente se irá.

Ou ficar sem amor?

No tempo que sabe a resposta, descobrimos que foi o que ficou sempre a arder.

O amor continuava pelo fogo.

O amor queria ser o que achava ser.

Queria saber se tinha o direito de recomeçar, chamando a indiferença.

O amor foi quem transformou a diferença.

Todos sabemos os limites que não tem.

O Homem foi apanhado desprevenido, que era o que costumava fazer.

A palavra amor dizia que era importante. Como sempre, tinha razão!

O amor não tinha tido respostas na mensagem.

Agora era um estado de descrença e desespero. Como podia o Homem ter feito isto?

O amor deve ter sido inspirado na verdade.

O Homem está preocupado. recebe a mensagem do amor, mas não lhe liga de volta.

Aproveitou para dizer, precisamos de mais?

O amor deve dizer mais, ouvir mais, sentir mais….

A justificação suficiente chegava com a dor, na espera que contava o que dizer.

O que aconteceu diz que há bastantes danos. O Homem entra em pânico e choque.

Como pode isto ter acontecido? Ninguém soube responder, nem tentou compreender.

O amor diz que gostaria de falar! Foi a voz que se tornou.

O amor começou a falar, e falou…

Enviou uma mensagem de serenidade, de compreensão e esperança.

O Homem tornou-se o que estava pronto a ser.

O Homem estava num túnel, do qual não via o fim.

A mensagem urgente! O amor está ansioso por voltar a aparecer!

O amor vestia a diferença, escrevendo a força no propósito, para ficar firme ao encontrar a escuridão.

O amor sabia que ia entrar na escuridão e o que significava. Sabia que ia ser difícil.

Mas precisava de caminhar.

O momento seria o desafio, que diria ser a mensagem de caminhar pela energia, na determinação de ser acreditar.

O mundo fica em silêncio.

Iria chegar a uma vitória, assente nos princípios em que acreditava.

Aquele era o momento de rescrever o amor!

O amor assinava a resolução entre o passado e o futuro, no papel que ninguém questionou como ação.

Após a confusão e o caos, o amor demonstrara ter sido a determinação e a força para viver.

Nada seria capaz de substituir o amor.

O amor sabe o que procurávamos e sabe quem procura.

Só o amor conseguiu dar o significado à vida, no túnel da morte.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

 

publicado por antonioramalho às 09:51
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