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Quinta-feira, 30 de Abril de 2020

Sonhar contigo

 

Quando ouvir falar o vento,

ao olhar

que é o fogo que chama por ti,

era acontecer

o sonho que dissera amar,

que não queria acreditar

o sonho onde era difícil estar,

na diferença que dissera construir.

 

O que foi apenas o momento

que havia no evento como luz,,

na vida

que entrar em ti,

era o sonho que receber,

o era demasiado que tocar,

no teu corpo

que mudou a vida, a lembrar

o que ouvir à janela, chamando por ti

o que não hesitava,

que pensava que seria

o que vivíamos,

dizendo que tínhamos

o que permanecia sempre,

a responder à vontade

o que havia tudo que atingir,

ao sonho que suspira em ti

no ideal da imagem.

 

O que viu a árvore partir,

por ser o que despia,

que foi verdadeiramente único,

tocou o vento que queria,

no teu corpo como acontecera,

imaginar o que era apenas o céu,

ao mar que estivesse

a chamar,

de alguém que trouxe o caminho,

ao que foi um dia o papel,

por ser

o que estava a viver em ti,

na magia da cor

a acontecer.

 

O vento quer atravessou

a fronteira que sonhava contigo,

acariciou o amor que construir,

ao que era apenas

o mar que inundava o que havia,

ao amor que estará em frente,

a começar a entrar

na chave da energia,

a ver se podia ser,

o que continuar a amar,

após a passagem sem saber

na importância que fazer

o amor que procurar por ti.

 

Sonhar contigo sempre,

porque sempre quero estar em ti,

na realidade que sabia que era

a sensualidade no prazer,

na sensação que existe em nós,

ao caminho que possuir

o encanto,

que emana do querer

que beijar,

porque existe o amor infinito.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 23:24
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...

O que tem a esperança

ao essencial que mostrar,

é o caminho que viver,

ao céu sem tempo

de aceitar,

os sonhos que sejam luz

na razão que é querer.

 

São os degraus

que parecem ter

o nome sem tempo que esquecer,

na razão que é conhecer

a alegria de viver.

 

O que é conhecer

o que parece,

é o tempo no prazer,

que mostrar a vida ao sempre,

no tempo que é existir,

é sentir o que mostrar

porque é o caminho à janela

do que queria mostrar.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 11:57
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Quarta-feira, 29 de Abril de 2020

...

Pediste-me uma flor!

- Dei-te uma orquídea.

A essência porque somos a beleza.

Pediste-me amor!

- Dei-te o meu coração.

No significado simbólico que nos une. Entregar a vida nos teus braços, no sinal que é o prazer olhando o teu olhar.

Pediste-me querer!

- Foi tão grande que criou a necessidade.

Na proximidade que mostrou o amor. O que deixar a verdade gritar a realidade, nos teus braços a acreditar ser.

Pediste-me o céu!

- Dei-te as estrelas

Cruzar o limite nas respostas. O que chamou por imagens a porta do êxtase.

Pediste-me desejo!

- Dei-te o fogo.

A energia trouxe o necessário, para criar a realidade. No sonho que arde em ti.

Pediste-me entrega!

- Dei-te a nudez do olhar.

O querer que tenha, diria o que faremos juntos. Parecendo a voz no prazer que gritou.

Pediste-me a lua!

- Dei-te o luar.

Para superarmos os nossos medos. E também porque era especial.

Pediste-me o sol!

- Dei-te os raios.

A presença na história preenche a imaginação. Da luz nasceu a vida. A luz e o alimento.

Pediste-me uma carta!

- A história apareceu.

Ao amanhecer serás palavras, explicando a história e transformando-se no que aparece, no abraço que acontece.

Pediste-me beleza!

- Dei-te um espelho.

Querendo o que aproximava o teu rosto. O que diga a beleza da poesia.

Pediste-me para perceber!

- Percebi.

A vida e a morte no mesmo ciclo. A colheita do tempo no que semeamos.

Pediste-me vida!

- Prolonguei-a.

Ao teu lado aconteceu a verdade. Sobre o desejo que vestia o dia.

Pediste-me para andar de mãos dada na praia!

- Será possível.

A noção do que isso significa.

Pediste-me desejo!

- Dei-te o fogo.

Há mais além. Pela razão que passar a ser. De mãos dadas a amar e chamando o desejo ardente, sobre o que somos.

Pediste-me para te esquecer!

- Não consigo.

Se há aventura há literatura.

Pediste-me o paraíso!

- dei-te um lugar no tempo.

O que tivesse a resposta sobre o que murmurar.

Pediste-me palavras!

-Dei-te silêncio.

Porque o que realmente importa é a parte espiritual.

Pediste-me um beijo!

- Beijei-te meiga e intensamente.

É uma maneira de antecipar que nunca terminaremos o que soubesse o caminho.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 10:45
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Segunda-feira, 27 de Abril de 2020

...

Esperando percorrer o caminho do teu rosto, escrevi uma música como palavras, por ver a esperança assinar o sentido que tenha sido amar.

Queria dizer olhar o que dizer, na semente para compreender o que dizia de mim, ao prazer que dormia em ti, como direção do teu nome.

A verdade sabia escrever o que fez mostrar, julgando como acrescentar o que vestiu, o que foi o segredo da imaginação.

O que tenha de dizer o que é a felicidade, na liberdade que queria conhecer o que não deixava de ser.

Vestindo os riscos, desenhei no teu rosto a apalavra amor, ao céu sem estrada para viver.

O tempo da manhã, haveria de perceber o que não conseguiu chegar a nós.

Encontrei o silêncio, que seria escrever a verdade em si mesma.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Domingo, 26 de Abril de 2020

...

Para dizer ao porquê

que há outra terra

por cima das nuvens,

a canção tirou as palavras à música

e eu encontrei o dia

que foi para longe,

à espera do quotidiano

que poderá ter o olhar,

que seja olhar as estrelas

na sombra que sabe dizer à luz,

o que fica

quando o coração chora o amanhecer,

nas lágrimas

que não poderem ver o sol.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

 

 

publicado por antonioramalho às 17:34
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O desafio de ser

 

O desafio de ser, o que não queria porque é demasiado, passa o que é a visão do que diz que é o esforço de não querer, no papel que tivesse o não.

O caminho a descobrir, que insistir para ficar em não fazer nada, diz que dói o que encontrar o tempo, que não tinha o que estava a sentir, para fazer o que mostrou o que não soube, porque não sabia conquistar o coração.

Porque temos de ir, na distância que levar o talvez, aconteceu a demora porque há o que amar, no dia que separa o que permite ser.

O desafio a quebrar, no comportamento para melhorar, pensa que não teve escolha, como disser ser, porque quer o que consiga, que deixar o sentimento pensar, o que não consiga estar.

O que tentou, que estivesse onde era enganar, não podia esquecer o que está a ser esperar.

Tentar encontrar o que espreita, algo que não conseguimos procurar, juntou o tempo ao que podíamos continuar.

Por não saber o que foi, o limite que deve ser ouvir a resposta, disse trazer o que é o tempo que não tinha o que se tornou.

O papel importante que evita os pensamentos negativos, no caracter que desenvolver a perceção do silêncio.

A lua não descansou de procurar a sombra de ti, ao pôr-do-sol que se aproximou.

Através das escolhas do coração, fez o caminho verdadeiro na vida que ensinou a verdade. A luz da vida comunicou o que queria encontrar na vontade.

Podia acrescentar a compreensão, na atitude que sobrevem nas palavras, crescendo no amor, na abordagem que tenha o tempo à aproximação do mistério.

Não sei o que achas ser o que permite ser.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Sexta-feira, 24 de Abril de 2020

A dor vivida em solidão

A dor vivida em solidão, que vem nas lágrimas, é a carga visível de uma vida de dificuldades, que serão os obstáculos consigo mesmo ou com os outros, ma passagem da vida que nos leva ao que não sejamos apenas o tempo de chegar nos fracassos.

Nos sonhos irrealizados, a resposta pesa toneladas no aperto do coração.

Em cada bloco de incompreensão e desespero, a dor torna-se o que vive na cruz, que poderia significar o que pode ser a vida minimizada em si mesma, o nada que imagina as noites de insónia, que nunca mais acabam.

Os limites do nada, que se prendem no que dizemos passar, podem ter o lugar que teria de ser o que era a vida, no mistério que tem de ser erguido, e descobrir o que se renova.

Em nós, o tempo que pareça dos outros, é o esforço que se afirma na diferença, que poderia dizer uma imagem na distância a percorrer o que perde o tempo, a revelar o que pareça a razão sobre o presente, que fugiria.

Não é fácil compreender a palavra como fé, que seja cumprir o céu em terra como promessa, na fonte que surge do seu corpo, como uma busca que desvenda o coração no mar revoltado.

O labirinto que se encontra no destino, como posse do pensamento, cumprirá a sua palavra, ao que se tornará o que cumpre o coração, que dirá amar a alma que doi, ao tempo que não falha o que é. Mede a elevação na distância.

O que deverá viver na fé, porque é a harmonia, podendo parecer a reflexão do que era o amor na sua vida.

A palavra que não traz consigo o acaso, descobriu construir o labirinto de nós próprios, na imaginação do que queremos ser, ao que devemos viver na escolha, em nome do mistério que salvar a alma, na passagem que conduz ao que podemos dizer encontrar, perder ou esperar, deixando o egoísmo.

A profundidade da vida que será um sinal do que é possível sermos, aprenderá a censura de aceitarmos o que mostrar a preocupação, que será rejeitarmos a luz diante do que está escondido.

O que diz ser a luz, que vê a sua presença no laço que nos une, aos olhos da verdade, sente o desejo na maneira de permanecer em nós, ao engano do labirinto que pode ser diferente do que precisamos, na mudança que se aproxima.

 

António Ramalho

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Quinta-feira, 23 de Abril de 2020

Quantas lágrimas quiserem as flores

 

 

O sentimento à vontade,

no céu

entre nós,

que tornar o que é a virtude,

fez o que vê passar

o abandono

para esconder,

que fosse encontrar

o que será preciso,

para encorajar a paz que esteja

porque é o impossível,

que aconteça

para compreender o seu coração,

ao acaso que a luz

revela para compreender,

por si mesmo,

as palavras que vestirem

os olhos que deixarem

quantas lágrimas quiserem as flores,

com esse corpo

que vê o que pensa,

que distinguir

o que enfeitar o que soubesse,

às dores que ocultam

a pobreza abafada.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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...

O que não nega a luz,

de ninguém que é preciso entender,

por haver

o que revela a verdade,

que tornar suas as palavras,

ao que prometeu

mostrando o que fazia,

que não se perder

na sua grandeza,

à evidência

do que vê

o céu que pensa crer,

o que considera

a humildade na sua vontade,

porque é o momento,

que sabe o que vá acontecer

no corpo que lembrar,

o que julgar o orgulho,

que não sinta o que mostrar a luz,

de não acreditar no impossível

que oferece o caminho.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Quarta-feira, 22 de Abril de 2020

O rio está demasiado longe?

 

 

Algo na essência da vida.

Para os fracos…onde é quase impossível… também chegam ao rio…

É uma rota muito delicada…

Reafirmar os seus laços, que continuar a existir…

Ignorar simplesmente um pavio aceso…Sobreaquecer ao sol, pelo calor escaldante…

Deixando apenas algo a fluir novamente, numa corrente de espera, que fica a ver o que pode confirmar o que acontece.

Num único dia, restaurar o equilíbrio, unindo a paisagem desértica.

O fogo deixa a sua marca, a acreditar que podíamos mudar. As chamas germinam as sementes.

Quando chega finalmente a chuva, a vida floresce, nos sinais de uma vida nova.

Em direção à brisa, o deserto árido podia vir a ser uma dádiva no desafio.

Só precisamos de aproximar o suficiente, e descobrir a maneira para conseguir.

Resta-lhes esperar. Esse é o forte dos vencedores.

Vamos avançar. Podemos pensar que não há energia do sol. Mas o mar recupera.

Chegar ao lago, na água que é necessária à vida.

Aprendemos algo importante na unidade, para um objetivo de sentido comum.

O que flutua na vida depende da paixão, ao vermos o que ficou. Entender a vida.

O azul sem dúvida. Dá-nos uma visão nova. devemos tudo a este mar.

Quando procuramos o essencial.

O que nos dá a vida?

Para escalar.

O que sentimos que voamos, que se assemelha ao continuar a subir.

Quero continuar a subir. Onde esteve exposto, porque é fácil de ser.

Para passar a palavra que gostaria.

Mostrar o caminho a seguir. O meu sonho é…

Temos de agir agora.

Quando vemos a paisagem de cima, verificamos que estamos num lugar que é possível que seja o que continua a fluir.

Com o passar do tempo, a diferença dissolve-se.

Podemos ver o mundo, sabendo o que vemos.

A vida surge porque se torna interessante.

Ajudar a compreender o que acontece, construindo o nosso mundo.

O que se torna vida, que nos diz misturar a imaginação.

O que é ter o que adiciona ao que nos tornamos, é começar o dia na verdade que há.

O que pode percorrer o corpo, a tudo o que é humano.

Mas há algo mais. O que parece o que comunicamos, uns com os outros.

As lágrimas não caem. Era a vida necessária para começar.

A fonte como havia na chuva que tinha o mar agitado.

A vida seria muito diferente. No silêncio que acontece num só lugar.

Tudo o que foi um lugar de nós, pensando na origem, no princípio que foi.

O que descobrimos que há…

O ciclo de vida como princípio e fim.

Chegar ao lugar certo para descobrirmos o que é a transformação.

Na chama que é essencial, torna-se vida para entender porque é.

Pode associar-se ao infinito para criar.

Imaginar algo mais forte do que o aço e mais flexível do que o elástico. O interior na união do amor que nos ajuda a manter o que nos torna únicos.

Um mar interminável para compreender o interior.

Fala-se do túnel da morte, que transforma um rio.

O mistério que é, pode ter surgido na vida que pode ter a viagem do que podemos imaginar que depende do deserto. O que fomos construir, ao que não conseguimos sobreviver, chama-se criar a vida que avança.

Quando entramos na escuridão, nunca sabemos se continuaremos.

O espaço apertado na espera, fica aonde temos de passar.

Os sinais que podemos imaginar como primordiais, vivem nos confins do universo, na força em cada um de nós.

O que nos tornaremos na distância?

Em muito lugares, a energia encontra uma lua gelada. Se olharmos além, acreditamos que é possível encontrar o que parecera diferente.

Porque é a nossa casa, no momento frágil onde a vida começa e acaba.

Porque em todos os outonos ocorre o inevitável. As folhas caem.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 14:37
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