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Terça-feira, 31 de Março de 2020

Construir pontes na distância

 

 

No coração gelado pela dor, tudo o que é quando o frio chega despido no gelo que mantém.

O que não há apenas sacrifício, na neve que recorda a vantagem, pode parecer pequenos passos que vejam um pouco mais, além da distância.

Para enfrentarmos a estação..

O que pode demorar o que guardar a primavera, na tensão que tem o sinal das flores que não há.

Estamos a tentar perceber o presente.

A dor está a fazer-se notar.

- Se durar muito!

A natureza perdeu o que se aproximava nos limites, caminhando na história diferente.

Mas há uma ponte a ser construída na intenção…

Para substituir o que…

No outro lado a segurança.

O risco de estar perto.

Somos afastados pela razão, que pode ter escolhido o que fica longe.

O inverno fez mais. Passou os últimos raios de sol, esperando…

Deve ser chamar a confusão, na vantagem que encontra a procura dos dias, que pode não parecer…a família estar finalmente unida.

O perigo sempre presente.

O que não se desvia na direção, para afirmar.

O frio já devia ter cessado. Ainda esperamos que o tempo melhore.

O gelo começa a desaparecer quando começamos a construir pontes na distância.

Acaba de acordar, a distância que encontra as raízes.

Teremos de começar a atravessar a ponte.

O vento agreste percorre a distância da ponte, aceitando o que diz que é, na vida que é difícil de viver.

O inverno tem de chegar ao fim. Rumo ao mar, tem de fazer a viagem, deixando uma lição valiosa.

A linha de horizonte espreita ao longe.

O seu destino é uma ideia, de passaremos juntos na coragem.

Temos de enfrentar o que se esconde.

Um salto para o desconhecido no limite da sobrevivência.

Ficar por perto aos ventos ciclónicos que se aproximaram, de um modo desconcertante.

Passar o tempo na importância de crescer.

O sinal de esperança é um desafio constante, que avança muito lentamente.

É um momento para mais uma pausa, medindo a fronteira na procura.

Os tempos serão bons novamente.

Olhos nos olhos uns dos outros, construímos pontes, no longo jogo da espera.

Quando emergir a primavera, as raízes do presente percorrerão a vida que procramos realmente. Não dura muito tempo.

Agora, o melhor é ficar longe, manter uma distância segura.

À espera do momento certo.

Solidão e abrigo. Neste momento a segurança supera qualquer outro aspeto.

Não há outro lugar para aprender como a dor.

Quando o sol voltar a brilhar, deixaremos de pé as pontes que construímos na distância?

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 17:53
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De que cor é o amor?

 

Branco de pureza?

Para começar..

O que sabe o coração?

Só que…

A força que precisamos…

A razão para viver…

Azul do céu?

O que sabe o coração?

Faz algum sentido?

A semelhança do desejo que se torna a realidade.

Os limites deixam acontecer a espera de ti.

O que não acredita…

Amarelo de amizade?

O que não lembra o que queria saber…

Eu acho que é o que não sabia que podia ser..

Porque estava o que é mais…

O que fica na espera…

Vermelho de paixão?

A distração que desnuda as ideias.

Talvez amanhã…

Esperar..

É uma confusão…

Verde de esperança?

Fazer frente com o amor?

O tempo que falar o que sabe que aconteceu.

Cinzento de preocupação?

O que perturba a palavra?

O amor que continha o pensamento.

Recordar a nudez do que podíamos ter.

Os sonhos de inverno.

Na porta, porque faria…

É o silêncio que sentimos no mistério..

Preto de sofrimento?

Perante as palavras que quebram o silêncio, ter o que são páginas..

É natural que o sintamos…

Sem cor? Não é nada….

O que conhece o que tem, quer ser o que fala o que ultrapassa…

Temos de ser…

Porque sabia que tem uma cor…

A cor que prefere o amor…

É natural que o sintamos..

Não o sentir é que não tem cor…

Será importante a cor?

O que contar o sentimento…

O que é a própria fonte…que amar é libertação.

Porque o importante é….Amar!

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 10:28
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