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Segunda-feira, 24 de Fevereiro de 2020

Devia estar a perguntar

 

Em ti o olhar que descreve,

os dias que dissolvem a poesia,

que disserem ser o que não sabemos agradecer,

a noite que foi a questão,

na intimidade de ter o que é ser, deixando

o que é não ter

ao segredo no mistério que pensar,

o que está a oferecer por ti, procurando

o que não encontrar o tempo

no coração, que gritar de amor em palavras,

numa terra que procurava

a sombra na aventura, e não foram

os gestos nas palavras que pareciam ser

a própria vida

de quem é o que perdemos.

Não estás sozinha

dizendo que a vida é hoje

o acontecer, nas palavras que vivam no poema,

em si próprias

porque são o teu olhar,

que amar-te é fazer pulsar a felicidade

para ver como é o amor, só a dizer que está perto

o que escreve a vida

que precisava de acreditar

em cada sorriso que tem,

o tempo que está sempre

em cada olhar, o que for preciso

no destino que mudar,

que o mundo é o lugar melhor,

a chave que ficou porque tenha o papel,

ao tempo que tivermos, na saudade que não fosse uma tristeza.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 14:24
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Domingo, 23 de Fevereiro de 2020

...

Dar de si mesmo a profundidade do que era a manhã todos o dias, disse ter o que esperava sonhar, o coração que tocar o olhar que eras tu.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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...

Querer dizer

o que levou o vento, nas suas palavras

que correm como silêncio,

é a luz que pensava o desejo

no fogo que é o teu olhar, dizendo que possa ser

o que dizia o coração,

esperando o nada

que despertar a verdade, na transformação

do que é a essência da vida,

a emoção que emana do que é

conseguir ter

o que não disse o nada,

criando em cada palavra, a agitação daquele sonho

em busca da força do amor,

a razão que pensava o caminho na paixão.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Sábado, 22 de Fevereiro de 2020

O verbo amar

 

Estava sempre a ser

a medida do ser

que não via uma lição,

que tem sempre a flor

a mulher que só tem o seu nome,

no sentimento que tinha a sua vida,

a história na oportunidade de cantar

um poema,

na sua página que não é a preto e branco

as cores que não saboreamos,

a cruzar o que sentir

o prazer que é saber o amor

ao ser o que é eterno nos dias,

um poema que começa na nostalgia,

na intenção de ser a música dos dias,

que transforma a forma que só vive

o que ainda não tem

o que desenha o desejo,

que nos dá um minuto no talvez,

a preferir o nada

na dúvida que é ser, que estava a entreter,

o outro lado que não é o verbo amar.

 

António Ramalho

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...

O que não parece haver

porque é ir,

o que guarda como sempre

as lágrimas ao sol,

encontra a diferença, que teria a quem falta o porquê.

 

António Ramalho

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...

O porquê que foi o olhar, a chamar por ti, na chama que era chegar, olhou a luz das estrelas para nós, a julgar o que é encontrar a noite a falar que és tu, na magia que vivesse o meu pensamento, onde arde o meu coração.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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O que possa ter o poema

 

De fazer

o que aparece, que estava certo

para sempre o que começou,

de quem volta a olhar o pensamento que não entendera

as minhas palavras

de ver o tempo,

de quem talvez oiça o que tentou

nas palavras que se tornam reflexão,

pelo céu

que teria escrito

o que pensava que chamasse,

que ninguém se importa,

sobre as palavras perdidas,

no erro para contar

o que jamais tivesse

o seu coração,

que não poderia controlar as dúvidas,

que estou o que vive,

que não fosse o que tivesse o seu tempo,

que é ser o que não fosse,

como perdão que seguir

o que respira a felicidade,

que possa ser o jogo do poeta,

na contradição dos versos,

na imagem da vida que não perde o seu tempo.

São palavras que escolheram o teu nome,

no motivo que é o silêncio que somos

na busca de quem escreveu

a história que possa ser cada frase,

que pode não parecer igual, que puder ter uma palavra por tratar

o que criar,

na linguagem que vive entfre o possivel e o impossivel,

chamando o poema que não quis fazer,

no significado do próprio poema

a dizer que lá está.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

 

 

publicado por antonioramalho às 11:03
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Quarta-feira, 19 de Fevereiro de 2020

...

Voltar a chamar o que diz sentir, sabe demais o que encontrar o olhar, o que não é tudo, o que quereria o momento certo.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 12:29
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O que parece o tempo

 

São palavras,

à luz que pensar

o que dizer conseguir ser

a dor que é o que não tenha,

que tem de ser o óbvio que irá ser,

a vida que não sabia como era quando estava

a começar a ser, o real que parecia acreditar

o que estavam a pensar as palavras,

que ninguém é nada

no perdão que espera

a liberdade no tempo,

que nada é fácil

quando viver é ser,

um mar de paixão que diga ser

pensar o que sentir,

que devia ter o que acontecera

pela janela que viu o agora

seguir o caminho da verdade, enquanto o Eu que não se lembra do que disse,

a saber o tempo no conhecimento,

que parece conhecer a diferença que vive o que unir

o que é saber em cada momento,

o encanto que faz o céu na manhã,

o dia em silêncio que sorrir

que é amar

o tempo que se torna o que está,

o que disse a palavra que pode ser

o significado que pode ser o ter.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 08:55
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Terça-feira, 18 de Fevereiro de 2020

...

O Sol de alguém são reflexos nos verbos que rasgam o olhar, ao tempo sem lugar que voltar sobre a alegria, para escrever as saudades que constroem o esboço do que é saber a verdade a percorrer a diferença, no desafio da razão que vestir o dia.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 14:14
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