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Domingo, 2 de Fevereiro de 2020

Amar-te

 

O presente de ser

o percurso que lembrar o segredo

de ninguém, em verso que é ser

o olhar que chorar o que fosse a intenção,

escrita em mim,

é dar-te a chave que nunca devia ter

a estrela da noite, que traça no luar o que estou a pensar,

onde o silêncio tem o tempo que acabou,

que não quero escapar num sorriso que não faça,

à luz de quem passa,

que ia conseguir a forma de mim,

a querer dançar

o que enfrentar o que souber,

que é o segredo de fazer o que sabemos

o que não parece, que vai ter

o querer em ti,

para sempre,

a querer dançar na sombra que diz o porquê

da cor, que sabe o porquê da luz,

em direção ao coração que chama por alguém.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

 

publicado por antonioramalho às 22:25
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...

O porquê que tinha o tempo,

que disse ao céu que pode ser um sonho,

um dia na luz do teu corpo,

que esperar

o que está no instante,

que tocara o silêncio,

na eternidade que tocar

o tudo que parecia encontrar

o que tenha sido o sonho,

que temos de caminhar

o que queremos ser,

que tentar o que disse sussurrar,

o que é o meu sonho,

que precisava dos teus lábios,

na única razão,

na resposta que serás sempre

quem és, quem pensaria que te tornarias

o que cruzar o tempo que passou,

o que nunca acreditaria sentir,

quando te vi pela primeira vez.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 11:45
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