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Sábado, 29 de Fevereiro de 2020

...

O que não pensei entender

que dirá o que é,

o que fazer aqui, que dirá querer viver

o que for, o que deva saber,

o que pode ser a espera,

o que tinha perdido,

a chorar a felicidade, na vontade que encontrar

porque vivesse,

o que sempre sou, a decisão que foi,

porque foi cantar contigo, o que bastava ter,

que me interessa, porque queria de mim,

porque deixaria viver

o que te recusas a ver, as folhas que caem das árvores

como sou.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 22:47
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...

O poema que não sabemos porquê sentindo o que sou, na beleza da verdade, será a canção que disse acreditar o que é, em quê, que não sei que estamos a chegar, até conseguir chorar.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Sexta-feira, 28 de Fevereiro de 2020

Na ponte de mim para ti

 

Chegar de ti

o que sentir desejar,

o que a vida escreve na ternura

em cada gesto,

o que conheçam as saudades

na minha dor, porque diz a inquietação

que continuar os dias no meu nome,

sem nome como desejar

escolher os verbos no silêncio

de nós,

que podíamos ser a diferença,

que fizemos perder o que unir,

um no outro

que apreciar o amor na ponte de mim para ti,

a nudez na ternura que tivesse

o papel a quem o destino dera

o que dizia ser acreditar,

que somos nós na história

pelas praias sem fim.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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...

O que possa romper em cada estrela, a memória que bailar pelas praias o que brada o vento ao mar dentro de mim, na dor que chorava como está naquele mar o que tinha sem fim, são saudades no teatro do lugar, à sombra de nós, por não perceber o sentido.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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...

Pela minha janela, o deserto da minha imaginação, busca a vida de mim mesmo, no caminho que sou, dormindo no significado que poderia ser conseguir os versos, porque não consiga a vida.

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Porque as palavras

 

São de amor por escrever

na vida que alguém tivesse

a minha vida que passava,

por momentos

que dizia o que não teria passado,

sem razão a pensar

o que olhar para trás,

a poesia que apenas não gostava

da recordação que era sentir

o lugar na certeza,

que continuei a olhar,

a distância que separava

o que pensava escrever,

ao espelho que encarar

por mim, o que começasse a escrever

as páginas em branco, na diferença como estava

a rua sem o caminho que parecia lembrar

o que parecia ter,

as palavras com voz

a traírem o que não tinha dito,

parecendo abrir o caminho,

ao que não estava a escrever.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Quinta-feira, 27 de Fevereiro de 2020

...

A distorção do nosso caminho, na realidade que não pensarmos o que sentirmos, quer a vida que não conhece o porquê, que será o que não conhece o tempo.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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...

O que não era o caminho,

por uma encruzilhada, que sentia que estava a ter

a mudança que deixou a esperança,

o que se tornou a sensação no desafio,

a liberdade a ser

o amor que sentira a vida

que poderia ser partilhar, para cada um de nós

encontrar o que sempre esperávamos no meio da escuridão,

ao momento que é pensar ter razão

ao que não descobrir quem somos,

na mudança para pensar, o encontro do sentido

no significdo de ser.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Quarta-feira, 26 de Fevereiro de 2020

Estou só

 

Sem saber,

porque ainda é noite na memória,

sobre o papel que tinha amado,

o que julgava verdadeiro,

numa emoção que deveria querer

o que era minha, porque não,

que tinha sido feliz, olhando para trás

a ida que não desejara,

em outras noites que sentia por não ter,

o que sentia importante,

o meu momento,

como o vento a correr em mim,

frio quer não percebe,

o que levava o pensamento, que não podia voltar, ao ser que era

sobre o que caminhava,

a minha recordação que tivesse

a ponte que compreender a razão,

sem tentar o que pudesse ouvir,

os pensamentos de serem reais

que queriam amarrar a resposta, de querer o que não tinha,

que seria a minha ilusão,

que também não sei escrever

quando chegasse o tempo que fala o que é, na razão que não é ser

o que não é ser a razão, que procura o que está certo,

ao pensar que tive o querer,

sobre o que pensar que não tive,

o prazer sem abandonar o meu quarto,

na proximidade de não ter

a chave que liberta a razão que não sou.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Terça-feira, 25 de Fevereiro de 2020

A razão que tem

 

O que não é longe,

a vida que não pensa,

a pensar que hoje é amanhã,

sabe que está a viver,

porque está sempre

a sentir o que não é,

o interesse que tenha o que dizer, segundo o que tem a mensagem,

quanto veja onde está,

a razão que é a verdade,

que passou o que não veja,

no desejo que tem onde está,

o que é possível que tenha

o que envolve o que é melhor sermos,

que foi uma questão

a chamar a razão que tem,

o que não deve demorar

a partilha que é só o momento,

sobre o nada que não tem,

que não sei o que deseja

o que veja que está sempre.

 

António Ramalho

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