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Quinta-feira, 23 de Janeiro de 2020

...

O que acontece

à porta de um olhar,

disputa o lugar do desejo,

que passou

escutando a água da fonte a cair

sob a chuva,

que transpõe a luz,

que ficamos a ver o que é um instante,

que arde

como um corpo a ver o calor

de nós,

ao que é um instante no amor.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Quarta-feira, 22 de Janeiro de 2020

Tentar o que amar

 

Quando chegou

para olhar o que pensar,

uma ideia que conhecia

o que abriu a porta ao que não tem,

que seja o que fosse julgar, o querer dizer o que aparecer,

que disse perder

o que não conseguia a distância,

que era olhar o que continuar, de pensar que soubesse

o que disse amar a verdade,

que não haveria o sentido que conseguir pensar

o que nunca disse conhecer, a olhar o que não era,

que não imaginava o que não seria,

para encontrar o caminho,

que fechou a porta ao que viria,

ao apetecer cruzar a satisfação, fazerndo

o que tinha pensado,

que estava a olhar o que parecia,

que era aceitar o olhar, na expressão que viu aparecer

o que sentia.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Terça-feira, 21 de Janeiro de 2020

O pensamento nu

 

O que sabia porquê,

no pensamento nu, de dizer olhar

porque queria,

seria parecer o que fosse,

que aceitasse querer

o que diga que era,

no absurdo que não esquece

a tua voz na resposta,

que sentir

aquele olhar penetrante

que chama por ti no desejo,

esperando o que é uma vontade,

que deixasse um suspiro

na expressão,

a sensação sobre os limites

que pulsavam em nós,

como era amar, nos sonhos que olhavam

o que não digam que eram.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Segunda-feira, 20 de Janeiro de 2020

No teu tempo

 

Não há espaço, na diferença que tentar

que era chegar ao espelho de lado nenhum

a dizer que parecia a resposta

que tivesse o quer era não ter.

No teu tempo não há tempo que viver,

além do inevitável,

na resposta de ter,

o que seria a verdade que era não ter.

O que ficou abriu a porta

ao tempo que não tivesses,

a vida deixando viver

a razão que era tentar

a expressão do dia que encontrar a imagem que afastar.

No teu tempo,

poderia ter as emoções

os traços que passavam,

a pensar abrir a porta com um sorriso

olhando o que acontecer,

que adivinhar o que fosse por amor,

no teu tempo que afastou o presente.

O que não tivesse tempo

no coração de estar a recordar,

entende o que era parecer ver,

o que serão palavras na porta da razão,

ao tempo que começou a passar.

No sentido do tempo

como um gesto de te beijar,

será o tempo que fosse sem tempo,

no tempo presente em que não queria ser

o que era a importância de viver.

No teu tempo

não há mais espaço para viver,

o que era sem tempo em cada palavra,

que viver sem tempo para amar,

é morrer.

O tempo de alguém que tentou ser

o espelho do que seria o medo,

é o tempo na verdade

de um tempo sem imagem.

A importância do olhar,

sem tempo de viver

seria o teu nome,

na cor que expressa a diferença, de não ter o que é ter,

o que ficou deixando o tempo.

No teu tempo não há palavras para beijar

o encanto do próprio tempo,

que tivera o que perdera

em aceitar o vazio

à porta do que sentir ser

o teu tempo no pensamento.

O que não tivesse o teu tempo,

reflectiu a resposta no olhar.

No teu tempo não há espaço para mais alguém.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Quarta-feira, 15 de Janeiro de 2020

O que foi o sol

 

O tempo que dizer

a luz que fechar as palavras ao sol,

na procura da fogueira

como resposta do teu rosto,

atirou a chama à janela,

aos teus olhos ardentes,

na determinação como expressão, que sentir o que realmente era

desejar o acordar

saboreando os teus lábios,

na esperança onde escutar,

o que tivesse

o calor das tuas mãos em mim, tocando com um sorriso

o que olhou a palavra na razão do coração.

 

Antónbio Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Terça-feira, 14 de Janeiro de 2020

O que parece querer dançar

 

O amor que deve estar a dizer,

que lembrar

o lugar onde começar a felicidade,

sente o que dizer que és,

que a união é, um ao outro que dançar,

a perfeição que é ter

o que chamar em mim

por ti,

no tempo como expressão,

que aproxima o que tocamos

que é acreditar acontecer, querer a liberdade no tempo

que é o agora

todos os dias.

 

António ramalho

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De nós

 

O que pensar

a chave à porta até abrir, a vida

que precisa de falar, porque não está

o que precisar,

um ao outro, que não sei ficar a contar,

a certeza que anseia dizer

o que tenha de ser

o momento que a vida dá,

o Eu de nós a querer,

o que talvez por querer

consegue sentir em ti o que parecer que é o olhar,

o que cai nos teus braços, abraçar o que deixar,

como começar a amar.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Eu estou em ti

 

Na entrega,

à porta que tentasse a conquista,

o sentimento,

no primeiro beijo, que perceber o momento

no percurso da noite,

naquele instante, sobre o amor

no significado que tem,

olhos abertos,

num olhar outra vez,

sem palavras,

na espera que continua,

para estar sempre em ti.

 

Antónoio Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Segunda-feira, 13 de Janeiro de 2020

O porquê que pode ser

 

O que perguntou

o que sou hoje,

ao mesmo tempo

que é outro sol, o porquê que pode ser,

que acontecer

o que apaga o horizonte no momento,

importa o silêncio à luz do sol

inatingível,

na mesma arte que vive como palavras,

às portas que parecem encontrar

as escadas na passagem, que nem sei

o amanhã de mim,

ao sol de quem sabe que passámos,

o que não parta o brilho

como tristeza que foi o significado,

de outro modo de quem chega,

o que sinto que fui, o porquê

porque sinta o que é viver a vida.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Domingo, 12 de Janeiro de 2020

...

A sombra de ti,

que é em mim o que sou,

guarda os raios de sol

na diferença que fazem,

o desejo na razão,

que satisfazer a luz da vida,

quando éramos o que somos,

o que parecer o percurso que chegar

o interesse que sente o olhar,

que disse que sou

a sombra de ti,

na chama que arde em mim,

ao caminho que pensou o que adivinhar.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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